segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

COMPARTILHANDO ALEGRIA

Troféu e Diploma de consagração pública 

Joselaine Garcia - Psicóloga Destaque 2016

Mais um para coleção! 


Joselaine Garcia - Psicóloga Destaque 2016
Obrigada a Todos! Com este prêmio contabilizo 23 prêmios recebidos ao longo de minha carreira, muito Obrigada a todos! Obrigada pelo carinho e por confiarem em meu trabalho.

Ano
Prêmios Recebidos
2016
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2016, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Destaque Pesquisas
2016
Prêmio Internacional, condecorada com o Troféu “Latin American Quality Awards 2016, pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2016
CERTIFICADO MULTI TOP BRASIL / 1º Lugar- 2016, conforme pesquisas da Empresa Multi Top
2016
PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2016
2015
RECONHECIMENTO INTERNACIONAL -  O PRÊMIO Latin American Quality Awards 2015
2014
TROFÉU LATIN AMERICAN QUALITY AWARDS 2014 – concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
MEDALHA DE HONRA, CRUZ DE MALTA - com grau de “Honra ao Mérito”; esta exclusiva condecoração tem como objetivo reconhecer personalidades nacionais e estrangeiras. concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO GLOBAL QUALITY CERTIFICATION - amparado pelas 42 alianças estratégicas localizadas nos 5 continentes, reconhecido em mais de 100 países no mundo, emitido em nome da profissional reconhecida, atestando desta forma, a credibilidade desta no mercado global. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO MASTER IN TOTAL QUALITYADMINISTRATION - envergadura internacional, presta reconhecimento aos principais profissionais, executivos ou diretores da empresa/instituição reconhecida. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO QUALITY ASSURANCE MANAGER - reconhece o profissional de Qualidade como líder nas práticas e garantia da Qualidade. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO MARKETING & BRANDING – Manager Leader - alcance internacional, outorgado aos profissionais exitosos. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO MEMBER CERTIFICATION - através deste certificado, os membros condecorados serão capazes de apresentar-se internacionalmente a pacientes, reconhecido em 100 países. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2013
PSICÓLOGA DESTAQUE MERCOSUL, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2013
PSICÓLOGA DESTAQUE ESTADUAL, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2013
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas
2012
PSICÓLOGA DESTAQUE NACIONAL, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2012
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA DESTAQUE NA REGIÃO SUL DO BRASIL, (RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2012
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA DESTAQUE ESTADUAL, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2012
PSICÓLOGA DESTAQUE ESTADUAL 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2012
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
2012
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.
2011
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.
1995
Premiada com o título de FUNCIONÁRIA MODELO, Menção Honrosa (1995), Prefeitura Municipal de Santiago. 

TOTAL DE PRÊMIOS = 23

sábado, 10 de dezembro de 2016

DEPRESSÃO


O QUE É DEPRESSÃO?
A depressão é a incapacidade de sentir prazer, de sentir-se feliz, independente de haver ou não motivo para isso, é uma doença grave, ela compromete a qualidade de vida de uma pessoa, seu corpo, humor e pensamento, altera a forma como você se alimenta, dorme, como se sente em relação a si próprio e como pensa sobre as coisas.
A OMS define depressão como um transtorno mental comum, caracterizado por tristeza, perda de interesse, ausência de prazer, oscilações entre sentimentos de culpa e baixa autoestima, além de distúrbios do sono ou do apetite. Também há a sensação de cansaço e falta de concentração. Ela pode ser de longa duração ou recorrente. Na sua forma mais grave, pode levar ao suicídio. Casos de depressão leve podem ser tratados sem medicamentos, mas, na forma moderada ou grave, as pessoas precisam de medicação e psicoterapia.
Cabe salientar que uma doença depressiva não é tristeza, desânimo ou um "baixo astral" passageiro. Também não é sinal de fraqueza ou uma condição que possa ser superada apenas pela vontade ou com esforço.
No contexto clínico, o termo depressão não se refere somente a um humor deprimido, mas sim a um complexo sindrômico caracterizado por alterações de humor, de psicomotricidade e por uma variedade de distúrbios somáticos e neurovegetativos (Assumpção-Junior, 1998).

O termo depressão constitui uma patologia de humor, que de forma direta precisa ser identificada e tratada, e que não está relacionada ao caráter do indivíduo nem com a própria vontade do mesmo. 

MUITOS FALAM SOBRE A DOENÇA SER O MAL DO SÉCULO, PODE-SE DIZER QUE REALMENTE É?
Este transtorno é capaz de gerar enormes danos sociais e laborais, destarte infelizmente este “título” lhe faz jus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que nos próximos 20 anos a depressão deve se tornar a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que outros problemas de saúde como câncer e doenças cardíacas.

A DEPRESSÃO ATINGE MAIS ADOLESCENTES, JOVENS, ADULTOS OU IDOSOS?
A doença pode surgir a qualquer idade, no entanto a incidência é mais alta nas idades médias. Infelizmente, há crescente reconhecimento da depressão durante a adolescência e início da vida adulta.
Muitas pessoas apresentam uma primeira crise de Depressão durante a adolescência, apesar de nem sempre essa crise ser reconhecida ou diagnosticada. Conforme pesquisas, a Depressão freqüentemente surge pela primeira vez em pessoas com idade entre 15 e 19 anos, ainda que costume ser diagnosticada em pessoas mais velhas.
Atualmente sabemos que os adolescentes são tão susceptíveis à Depressão quanto adultos. O conflito do adolescente é fator de risco para desencadear a Depressão.

QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DE UMA DEPRESSÃO NÃO TRATADA?
Quando não tratada a depressão pode ter resultados devastadores na vida de uma pessoa. Entre as conseqüências estão perda do emprego ou interrupção do estudo, dificuldade de relacionamento, fadiga e distorção negativa dos fatos, porém, o principal risco é o de suicídio, a depressão pode levar a casos extremos como o suicídio. A doença está associada à morte de cerca de 850.000 pessoas por ano, segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Quando não tratada, a depressão também está associada a maior risco de morte por doenças cardíacas, assim como pode piorar a evolução de outras enfermidades.
Cabe ressaltar que estudos demonstram que, com o passar dos anos, pessoas depressivas, não tratadas, sofrem perdas cerebrais irreversíveis, resultando em déficits cognitivos significativos.

QUAIS OS TRATAMENTOS?
A depressão é uma doença reversível, se tratada adequadamente.  O tipo de tratamento depende da avaliação diagnóstica de cada paciente, do tipo de depressão
Pode haver depressões leves, com poucos aspectos dos problemas mostrados anteriormente e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas psicoterápico.
Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do sujeito, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) bem como ideação ou tentativas de suicídio. Nesse caso, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, assim como o acompanhamento psicoterápico.
Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos). 
Importante salientar que o tratamento não pode ser reduzido apenas à medicação, pois a depressão é causada por uma combinação de fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais, portanto a psicoterapia é fundamental. 

A complementação ao tratamento com atividades esportivas, exercícios físicos, também é recomendável por alguns profissionais de saúde. 

O TEMA DEPRESSÃO AINDA É UM TABU HOJE EM DIA?
Ainda há muito preconceito por parte dos outros e até do próprio paciente em lidar com o diagnóstico da depressão.  A depressão ainda é vista como fraqueza, frescura, sinal de preguiça, comodismo bem como o  psiquiatra e o psicólogo ainda são classificados para loucos, por isso muitos atingidos optam por calar a doença, temendo que a sociedade não saiba como lidar com seu estado.

QUEM SOFRE MAIS, MULHERES OU HOMENS?
A incidência é muito maior entre as mulheres do que entre os homens (a proporção é de dois casos entre elas para cada caso entre eles), todavia, ainda não há uma explicação científica que elucide a fato da mulher ser mais suscetível à depressão. Há algumas teorias, entre elas a flutuação hormonal; Tensão Pré Menstrual (TPM); depressão pós-parto; uso de anticoncepcional. Além disso, as mulheres que tem dupla jornada de trabalho, sofrem mais de estresse que pode desencadear a depressão.

QUAIS OS SINTOMAS?
A depressão varia de pessoa para pessoa, mas há alguns sinais e sintomas que são comuns. 
Sinais e sintomas comuns da depressão:

1) Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias;
2) Anedônia: interesse ou prazer diminuído para realizar a maioria das atividades;
3) Alteração de peso: perda ou ganho de peso não intencional;
4) Distúrbio de sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;
5) Problemas psicomotores: agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias;
6) Falta de energia: Sente-se cansado, lento, e fisicamente esgotado. Todo o seu corpo pode sentir-se pesado e até mesmo pequenas tarefas são difíceis de realizar ou a demorar mais tempo para serem concluídas.
7) Auto-aversão: Culpa excessiva, ou seja, sentimento permanente de culpa e inutilidade;
8) Dificuldade de concentração: Dificuldade para se concentrar, tomar decisões, ou lembrar as coisas.
9) Idéias suicidas: pensamentos recorrentes de suicídio ou morte.
10) Irritabilidade ou inquietação: Sente-se agitado, e inquieto. O seu nível de tolerância à frustração é baixo, qualquer coisa lhe incomoda.
11) Dores inexplicáveis: Um aumento do número de queixas físicas, como dores de cabeça, dores nas costas, dores musculares e dor de estômago.


CAUSAS? 
A depressão é uma condição muito pessoal que é acarretada por uma variedade de razões, ou seja, as causas da depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Dentre as múltiplas causas podemos citar: 

  • Problemas de relacionamento ou conjugal
  • Recentes experiências de vida stressantes
  • História familiar de depressão
  • Solidão
  • Falta de apoio social
  • Uso de álcool ou drogas
  • Tensão financeira
  • Trauma ou abuso de infância
  • Situação de desemprego ou o subemprego
  • Problemas de saúde ou de dor crônica

 COMO EVITAR A DEPRESSÃO? 
Muitas pessoas não têm as competências necessárias para gerir o stress e as emoções de maneira equilibrada. Construir e desenvolver competências emocionais pode dar-lhe a capacidade de encarar e  recuperar da adversidade, trauma e perda. Ou seja, aprender a reconhecer e expressar suas emoções pode torná-lo mais resistente.

O QUE A FAMÍLIA PODE FAZER PARA AJUDAR UM DEPRESSIVO?
1 – empreste seus ombros e ouvidos, ouça a pessoa deprimida. Apenas esteja ali presente ouvindo o que ela tem a dizer. Na maioria das vezes ela só quer desabafar e perceber que alguém está disposto a ouvi-la.
 2 - Reconheça que a pessoa está sofrendo, pois ela realmente está, é importante que a família entenda que a depressão é uma doença, não é frescura, sinal de preguiça, comodismo e nem passa só com pensamento positivo.
3 – mantenha a calma, tenha paciência, não é fácil ter alguém reclamando toda hora das mesmas coisas, mas é importante que você conserve a calma e não origine mais um problema transformando tudo em discussão.
4 - Deixe bem claro que a pessoa tem seu apoio, saber que se tem alguém com quem contar e que é compreendido ajuda muito na recuperação. 
5 - Não tente bancar o palhaço, para tentar animar o depressivo e nem ficar teimando em dizer toda hora para ela reagir. A depressão é uma doença e a solução depende de um tratamento adequado.
6 - Seja carinhoso, elogie as qualidades e festeje as pequenas melhoras. Assim a pessoa se sentirá querida, reconhecida e importante para você.
7 - Procure se informar sobre a doença para você ficar sabendo o que realmente se passa com o deprimido. Quanto mais conhecimento, mais você poderá ajudar e entender determinados comportamentos.
8 - Deixe que a pessoa sempre participe nas soluções de pequenos problemas cotidianos, fazendo com que se sinta útil, ajudando a levantar a sua autoestima. 
9 - Se o caso for grave, jamais deixe a pessoa sozinha.
10 - Leve a sério comentários sobre suicídio, informando o fato imediatamente ao médico ou ao profissional responsável. 


QUAIS OUTRAS DOENÇAS A DEPRESSÃO PODE DESENCADEAR NO PACIENTE?
A pessoa com depressão está mais sujeita a ser acometida por determinadas doenças dentre elas podemos citar: Acidente Vascular Cerebral (AVC), Ansiedade, Distúrbio do pânico, Doenças cardíacas, Transtorno obsessivo-compulsivo, Transtorno afetivo bipolar, etc.


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928

CRUZ ALTA RS,

domingo, 4 de dezembro de 2016

HIPNOSE CLÍNICA - REGRESSÃO

O uso da hipnose é regulamentada pelo Conselho Federal de Psicologia,  o Conselho Federal de Psicologia aprovou e regulamentou o uso da Hipnose como recurso auxiliar de trabalho do Psicólogo através da RESOLUÇÃO CFP N.º 013/00 de 20 de dezembro de 2000. Essa aprovação se deu tendo em vista que algumas das considerações foram que:  a Hipnose é reconhecida na área de saúde, como um recurso técnico capaz de contribuir nas resoluções de problemas físicos e psicológicos e; ser a Hipnose reconhecida pela Comunidade Científica Internacional e Nacional como campo de formação e prática de psicólogos.

O QUE É A HIPNOSE? 

A hipnose pode ser definida como um estado alterado de consciência ou percepção. Em termos simples, a hipnose é um estado de profundo relaxamento no qual o consciente e o inconsciente do cliente podem ser focalizados por ficarem mais receptivos à sugestão terapêutica.

COMO FUNCIONAM AS SESSÕES DE PSICOTERAPIA COM TÉCNICAS DE HIPNOSE (HIPNOTERAPIA)?
Na primeira consulta é feito um levantamento para saber sobre a história do paciente e as dificuldades ou problemas a serem trabalhados.
Quando um processo terapêutico se inicia, a terapia é feita sob medida para cada paciente, pois há algo importante que precisa ser levado em consideração, que é o fato de que estamos diante de um ser único e com diversos recursos internos diferentes. Por isso a terapia deve ser feita sob medida para cada paciente.
A psicoterapia com técnicas de Hipnose é utilizada para acelerar o processo de terapia e encurtar o tempo de tratamento. O tempo varia de acordo com a pessoa e o problema, mas gira em torno de quatro sessões a poucos meses de tratamento.

COMO A HIPNOSE CLÍNICA PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DE PROBLEMAS FÍSICO OU PSICOLÓGICO?
A psicoterapia com técnicas de Hipnose constitui uma abordagem terapêutica com eficácia em diversos problemas psicológicos e psicossomáticos e tem sido usada, com sucesso, para tratamento de diversos problemas como:
  • Traumas,
  • Fobias,
  • Ansiedade,
  • Depressão,
  • Pânico,
  • Motivação e aumento da força de vontade;
  • Obesidade e ajuda ao controle de peso,
  • Preparação de estudantes para exames e concursos,
  • Melhora do desempenho escolar,
  • Melhorar a memória e concentração
  • Melhora no desempenho geral de atletas,
  • Dificuldade de falar em publico,
  • Stress,
  • Gastrite (de origem emocional),
  • Enxaqueca, 
  • Problemas dermatológicos de fundo emocional,


QUAIS OS RESULTADOS COMPROVADOS DA HIPNOTERAPIA?
 A entrada definitiva da hipnose pela porta da frente da medicina e da psicologia não ocorreu por acaso. O movimento está sustentado por uma gama de estudos comprovando sua eficácia nas mais variadas enfermidades. Um dos mais recentes foi conduzido na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e provou que o método pode ser usado com sucesso (fonte: (Revista Istoé  - Edição: 2018)

Embora seja empregada há milhares de anos, a hipnose atual é um procedimento científico de eficácia comprovada, sendo aplicada por psicólogos, e médicos de mais de 70 países, dentre eles Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Escandinávia,  Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Israel, Itália, Japão, México, Rússia, Singapura, Suécia e Suiça.

Hipnotizar é até relativamente fácil, o mais complicado é o tratamento realizado, somente a hipnose ou o transe não trata nada o que trata é o processo realizado, a sugestão, o condicionamento, a ressignificação o bloqueio dos traumas etc, enquanto o paciente está em estado hipnótico. Com esses procedimentos pode-se produzir diversos impactos psicológicos, e é exatamente por este motivo que essa não é uma técnica livremente usada por qualquer um, apenas por profissionais especializados.

PORQUE NO TRATAMENTO COM A HIPNOSE OS RESULTADOS SÃO MAIS RÁPIDOS?
A rapidez dos resultados se dá basicamente pela forma de comunicação que é feita, e da disponibilidade do paciente em aceitar tais sugestões. Na hipnose, o paciente tem a possibilidade de chegar a estados profundos de percepção e mudança, que em vigília, apenas numa conversa não chegaria. Desta forma, a Hipnose Clínica possui grande importância dentro dos hospitais e clínicas especializadas, pois os pacientes já chegam propensos a mudanças

PRECONCEITO COM RELAÇÃO À TÉCNICA DE HIPNOSE.
O preconceito com relação à hipnose se dá mais é por falta de conhecimento. Há ainda muita desinformação em relação à hipnose. Muitos ainda tomam a hipnose por algo mágico, ou a confundem com mero exercício de relaxamento. Por outro lado, ainda vemos charlatães exibindo-se na TV, expondo pessoas a situações ridículas, facilmente alcançadas por meio da sugestão hipnótica.
A técnica é boa, funciona e não traz nenhum desconforto ao paciente.

TODAS AS PESSOAS PODEM SE SUBMETER À HIPNOSE?
Qualquer pessoa pode se submeter a psicoterapia com técnicas de hipnose. As restrições seriam para pacientes em surto psicótico e aqueles sem audição. Os pacientes dependentes quimicos encontram dificuldade maior, na medida em que não conseguem focalizar sua atenção bem como pacientes com lesões cerebrais.

QUAIS SÃO OS CUIDADOS QUE UMA PESSOA DEVE TER AO PROCURAR UM TRATAMENTO ATRAVÉS DA HIPNOSE?
O mais importante é escolher um bom profissional em quem o paciente possa depositar confiança. E antes de submeter-se ao tratamento, conversar com o terapeuta escolhido e sanar as dúvidas necessárias, como por exemplo, se há indicação de hipnose para seu caso.
A pessoa hipnotizada fica inconsciente?
Normalmente o hipnotizado mantém o seu estado consciente, apenas com a atenção focalizada, onde o censor crítico da mente é aberto (racional) ou simplesmente afastado temporariamente. Ao aprofundar o transe, pode haver o desligamento da atenção vigilante. Apenas no transe profundo ocorre a amnésia total (inconsciente), tudo depende do nível de ansiedade em que o paciente conseguiu chegar durante a sessão, nota-se que a cada sessão, dependendo do terapeuta e da técnica empregada, o aprofundamento ao transe é cada vez maior e os níveis de consciência são cada vez menores.

A PESSOA PODE NÃO VOLTAR DO TRANSE, FICAR PRESA NELE?
Não, na hipnose não é possível ficar preso ao transe. O transe profundo leva ao sono que, como qualquer sono, dura até o momento de acordar, que é natural a cada indivíduo.

REGRESSÃO E HIPNOSE: PODE OCORRER A REGRESSÃO QUANDO A PESSOA ENTRA EM ESTADO HIPNÓTICO?
Sim, pode quando houver indicação terapêutica, não é todos os casos que se usa o processo de regressão, por exemplo: em gestantes não é apropriado realizar a regressão.
A regressão feita é até a vida intra-uterina, não trabalho com  regressão a vidas passadas.
O objetivo da regressão é localizar os registros mentais traumáticos que foram incorporados no psiquismo em algum momento da vida. 

HIPNOSE CLÍNICA: COMO ESSA TÉCNICA PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS?
No caso da depressão:  O tratamento é rápido, quando se utiliza técnicas de hipnose clínica, com resultados já nas primeiras sessões. Trabalhamos com o bloqueio do negativo, e aumento da auto-estima, bem como sua relação com o ambiente.
No caso da obesidade: Come-se por ansiedade, por medo, por angústia, come-se para se proteger de algo ou alguém. Come-se simplesmente por prazer, por raiva, por decepção amorosa e muitos outros motivos. A partir do diagnóstico é possível traçar estratégias de mudança, possibilitando ao paciente perceber que existem outras formas mais saudáveis de conseguir o que querem sem precisar ingerir alimentos freneticamente.
A hipnoterapia tem sido muito aceita no tratamento da obesidade, devido a sua rápida atuação no recondicionamento mental do obeso, atuando especialmente junto a compulsividade por alimentos, autoestima, reeducação dos hábitos alimentares, estímulos para atividades físicas, entre outras. Se detectado que a obesidade possui fundo emocional é possível bloquear ou inibir os fatores traumáticos em poucas sessões.

É importante salientar que a hipnose é apenas uma ferramenta utilizada nas terapias. A hipnose em si não é uma terapia.



Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928

CRUZ ALTA RS,

sábado, 3 de dezembro de 2016

LUTO EM TEMPOS DE INTERNET:

As redes sociais podem estar mudando a forma com que lidamos com a perda
 
“Sinto por sua partida”, “Hoje um pedaço de mim vai contigo”, “Como assim tu se foi?”. As frases, pontuadas por emojis tristes e corações partidos, foram deixadas na página do Facebook de um rapaz de 36 anos que morreu na semana passada. 

Em meio às mensagens de saudades, estão outras, menos ‘sensíveis’. “Para TUDO!!! Como assim Produção?!?! André* e eu conversamos semana passada... estávamos combinados de você vim (sic) aqui em casa... Não Amigo!!! Assim não!!!” e alguns insistentes “Oi que está havendo????” estão entre elas. Outro conhecido publicou diversas mensagens perguntando quando e onde seria o enterro.

Além do luto, normal a qualquer perda, a família e os amigos próximos de André* precisaram lidar com uma enxurrada de notificações nas redes sociais, uma situação bastante comum. “Acredito que essa é a forma que algumas pessoas encontram de lidar. Em vez de deixar uma mensagem no túmulo, em um livro de condolências ou fazer uma oração, você vai no perfil e deixa o recado”, explica Rogério Oliveira, presidente do Conselho Federal de Psicologia.

Segundo o psicólogo, seria preciso fazer um estudo mais aprofundado para entender a mudança na forma de lidar com o luto em tempos de redes sociais, mas ele afirma que é possível tecer algumas hipóteses. Oliveira explica que manter um perfil ativo após a morte pode trazer a sensação de ‘esticar’ a preservação da memória do que a pessoa foi em vida. “Alguns realizam isso tendo filhos, netos, descendentes, ou a partir de grandes obras.” As redes sociais seriam apenas outra forma de manter as lembranças vivas.

No entanto, a manutenção de um perfil pode ‘atrapalhar’ o processo natural do luto. “Minha hipótese é de que a não colocação de um ponto final, tentar manter o personagem vivo nas redes, pode trazer um mal estar”, diz o psicólogo. Isso porque, segundo ele, é preciso ‘elaborar’ a perda, lidar com ela e avançar. 

Suponhamos que os irmãos de uma mulher que morreu resolvam manter seu perfil ativo, mandar mensagens, curtir postagens antigas. Para eles, essa pode ser apenas uma forma de lidar com a perda. No entanto, se ela tiver filhos adolescentes que acessam as redes sociais e veem a ‘interação’ com a mãe, eles podem ter dificuldade de seguir em frente. “Na fase da adolescência é importante perceber que a pessoa se foi mesmo, para poder se constituir como sujeito”, afirma Oliveira.

O Facebook oferece duas opções. A família pode solicitar que um perfil seja transformado em ‘memorial’ ou que ele seja apagado. Na primeira opção, a expressão ‘Em memória’ aparecerá ao lado da foto de perfil, os amigos na rede não receberão lembretes de aniversário e a pessoa não aparecerá mais como sugestão de amizade. Para entender melhor como funciona um perfil memorial, clique aqui. Apagar uma conta, por outro lado, pode ser mais difícil. Isso pode ser feito por um parente próximo confirmado, que deve entrar em contato com o Facebook e fazer a solicitação.

Oliveira afirma que não há uma opção ‘ideal’. “Se acontecesse com alguém que eu gosto muito, eu dou um tempo para a família e depois desfaço a amizade. Acho que é o melhor, do ponto de vista objetivo. Mas, se fosse com alguém da minha própria família, solicitaria que apagassem o perfil”, opina.

Para quem deseja manter a memória de um parente ou amigo querido nas redes, alguns sites oferecem a opção de criar uma página em homenagem à pessoa. “Um projeto online, que indique que realmente é uma memória, pode ser interessante. Se a pessoa deixou uma obra, belas receitas culinárias, por exemplo, eu acho que vale a pena criar uma página e explicitar que é uma homenagem”, defende Oliveira.

*Nome fictício para preservar a identidade


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,

terça-feira, 29 de novembro de 2016

AS OCORRÊNCIAS TRÁGICAS

As tragédias coletivas “contaminam” a todos, mesmo que não sejam vítimas diretas, pois trazem à realidade uma cena dramática em um nível de aniquilamento com o qual é muito complicado lidar.

Sempre que vivenciamos uma tragédia, especialmente as coletivas, isso ocasiona uma comoção maior, é indispensável um tempo para tentar elaborar.

As ocorrências trágicas podem desencadear emoções intensas, podendo causar conseqüências devastadoras na estrutura psíquica dos envolvidos, hoje a dor dos sobreviventes e dos familiares é física, mas no futuro poderá passar a ser emocional.

Estudos mostram que é comum surgirem problemas emocionais após um acontecimento dessa proporção, problemas esses inclusive em pessoas que não tem ligação direta com as vitimas. Agora é necessário também cuidar dos outros, população em geral, voluntários, etc.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

  Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,

domingo, 20 de novembro de 2016

O “ANALGÉSICO” DA ALMA!



Cutting = AUTOMUTILAÇÃO - As grandes vítimas se encontram, geralmente, na fase da adolescência, a idade das emoções.

É uma prática que consiste em fazer pequenos cortes no corpo.
Imagens retirada da internet

Automutilação é um problema que precisa de atenção e cuidado, por meio de avaliação.

É muito importante que a escola e a família estejam atentas aos adolescentes que venham praticar o cutting (Automutilação) prática que está ganhando uma perigosa popularidade.

É um transtorno que tem idade para começar, mas não para acabar. O início do quadro ocorre na adolescência, geralmente entre 13 e 15 anos, tende a diminuir depois dos 20 anos, mas, se não tratado, pode perdurar por muitos anos, pois a pessoa sente-se incapaz de parar com tal prática. 

Mesmo não sendo regra, em alguns casos mais graves o indivíduo pode tentar se ferir de maneira mais violenta, levando a danos maiores e até fatais.

Infelizmente, A AUTOMUTILAÇÃO ESTÁ SE TORNANDO UMA EPIDEMIA, sobretudo por causa das redes sociais, o principal público atingindo são meninas de 13 a 17 anos. Nessa idade, a pessoa não tem a personalidade formada e assume um comportamento de grupo altamente perigoso. Muitos acabam praticando algum episódio para tentar acompanhar um grupo, sendo uma experiência dolorosa, a maioria dos adolescentes acaba interrompendo o comportamento. Porém, quando a automutilação continua, comumente é porque estamos diante um jovem que vive em grande sofrimento emocional.

A dor de um adolescente que se automutila é grande, ele recorre a mutilação com o intuito de a dor no corpo amenizar a dor na alma, (o corte alivia a dor psíquica), no entanto, logo após o alívio, vem uma sensação de vergonha, de arrependimento, de ser descoberto no seu ato, a pessoa sente culpa e medo, sentimentos que fazem com que o adolescente se isole e se sinta sozinho.



Na minha prática clínica, já tratei de muitos casos de automutilação e o que se vê é que não conseguem expressar através das palavras a sua dor física ou emocional. A automutilação é uma tentativas de se comunicar, de dizer da dor e do sofrimento apesar da falta de palavras ou da falta de escuta. 
A automutilação é uma tentativas de se comunicar,
de dizer da dor e do sofrimento apesar da falta de palavras

A motivação referida pelos pacientes é que eles se cortam para:
- “aliviar uma sensação ruim”,
- “sinto alívio na dor sentimental, troco-a pela física. Pelo menos por um momento eu me sinto livre de tudo.”
- “É mais forte do que eu”, 
- “É um vício, me corto mais e mais e, mesmo sabendo dos danos que podem acontecer, não consigo parar”

Cada indivíduo que o pratica poderá dar uma explicação para suas próprias ações. O certo é que há um sofrimento que não pode ser ignorado.

A automutilação não tem como objetivo chamar a atenção, é usado como um escape para aliviar a tensão. Quem o pratica não quer que os pais saibam, o fazem escondido, na sua maioria, tentam esconder as suas marcas e têm vergonha do seu ato de autoflagelo. Sabem que as pessoas reprovam essa atitude. Raramente pedem ajuda.

Sinal, de alerta, que deve despertar a atenção dos pais: 

- Um dos sinais mais peculiares da prática de automutilação é o uso de roupas compridas, mesmo em dias de calor, para esconder as marcas.
Obs: Geralmente os cortes são feitos em locais mais fáceis de serem cobertos, como braços, pernas e abdome.

É importante, também, ficar atento as mudanças bruscas de humor, hábitos ou horários, pois a alteração de comportamento dos adolescentes pode ser um indicativo de que estão com problemas.

É fundamental que os adultos aprendam a conhecer seus filhos!

Grande parte dos pais sequer percebe que os filhos têm se cortado com canivetes, lâminas de barbear e até lâminas de apontadores de lápis.

Se um pai ou mãe descobrir sobre a automutilação do filho não entre em pânico, Manter a calma será muito importante. O acolhimento amoroso dever ser a primeira reação. Será fundamental adotar uma postura de disponibilidade para escutar Não pergunte diretamente sobre a automutilação, pergunte o que o faz sofrer, mostre interesse por aquilo que o jovem pensa e sente, dando-lhe espaço para partilhar, mas não o obrigando.
Em seguida, ao tomar consciência da situação do filho, os pais devem procurar ajuda profissional. Geralmente uma ajuda psiquiátrica é necessária, aliada a psicoterapia.

Caso a escola seja a primeira a perceber, deve comunicar os pais e não somente achar que é um fenômeno passageiro ou da moda. 

Lembre-se dizer apenas para parar de fazer terá pouco efeito.

A pessoa só se livra do vício se auxiliada por um profissional que vai dar voz a essa dor, muitas vezes inconscientes, que a levam à automutilação.

TRATAMENTO 
A automutilação (cutting) não pode ser tratado apenas com medicamentos. A psicoterapia é fundamental!

A psicoterapia é fundamental porque é o espaço em que ele é autorizado a falar das suas dores emocionais, físicas e da sua angústia. É onde ele será acolhido na sua individualidade.

Cabe salientar que a automutilação, muitas vezes, está relacionada a outros problemas psicológicos, como depressão, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), ansiedade e transtornos alimentares.

A duração do tratamento depende da gravidade das lesões e do tempo das práticas de automutilação.


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55. 99167-7928
CRUZ ALTA RS,