quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

QUERIDO ESTOU COM DOR DE CABEÇA!!!

Quantas vezes você já utilizou essa desculpa na hora do sexo?


Para você minha amiga, o sexo não está muito bom e o orgasmo cruza bem longe na hora H.

Alguma coisa mudou no seu relacionamento, no entanto, só para você, pois seu parceiro permanece cheio de desejos e super disposto. 

Querida leitora é bem provável, que alguns vilões do prazer estejam rondando a sua relação.

Para resgatar o seu apetite sexual vai uma lista com alguns motivos
que podem estar impedindo a sua libido bem como algumas dicas de como resgatar o seu apetite sexual.


Possíveis Causas:


Baixa auto-estima: muitas vezes as mulheres costumam exigir muito de si mesmas e se cobram em demasia. Algumas vezes, a auto avaliação é o que dificulta a ocasião.

Estresse: O homem, muitas vezes, busca o sexo para acalmar o estresse, porém a mulher não funciona se alguma coisa estiver errada no trabalho ou na família, destarte tente evitar pensar nos problemas do dia a dia antes de ir para a cama.

Anorgasmia: Não sentir prazer, embora não tenha um problema comum, pode ter origem psicológica ou física. Nesses casos, buscar orientação médica é primordial.

Depressão: Um dos sintomas de um quadro depressivo pode ser a diminuição ou ausência de desejo sexual, Não existem fórmulas mágicas para combater estes efeitos da depressão, mas existe obviamente tratamento adequado, psicoterapêutico.


DICAS PARA RESGATAR SUA LIBIDO:


Estimule o Clitóris:  A maior parte das mulheres sente orgasmo a partir da estimulação dessa parte do corpo muito importante na hora do sexo. Por isso, não a ignore, pois o orgasmo clitoriano não é exceção à regra?

Treine sozinha: Às vezes é preciso treinar sozinha, a masturbação feminina ainda é um tabu para algumas mulheres, no entanto conhecer o próprio corpo é essencial. Pois só assim poderá dizer para seu companheiro como fazer e onde tocá-la.

Aproveite as preliminares: Sem preliminares é mais difícil, portanto, não tenha pressa, antes da penetração, muitas vezes é importante acariciar, beijar, tocar, sentir.

Sinalize onde você sente prazer: indicar, sutilmente, onde você sente prazer é o melhor atalho para um orgasmo maravilhoso.

Relaxe e aproveite o momento: a ansiedade para chegar lá nesse momento poderá ser uma grande vilã neste momento, ao ir para a cama com seu parceiro relaxe e aproveite o momento sem cobranças ou expectativas. Ir para a cama pensando no orgasmo não é uma boa idéia. Relaxe e permita que as coisas aconteçam espontaneamente.

Cabe aqui salientar que existem muitos outros motivos que podem estar causando a sua apatia sexual como: Problemas no relacionamento, Alimentar crenças falsas acerca da sexualidade; Deficiência feminina em assumir o papel erótico; Desinformação feminina acerca do que é orgasmo e as formas de alcançá-lo com o parceiro; Medo de engravidar; Conflitos a respeito da sexualidade; Associação de sexo com pecado; Ter sido criada em família muito repressora; Rotina do relacionamento; Abuso sexual na infância; Traumas sexuais; Histórico de relação dolorosa; etc.

Ao identificar a falta de prazer, vc mulher, deve procurar o médico de sua confiança para verificar causas orgânicas para sua sintomatologia. Caso não seja diagnosticada nenhuma causa orgânica e persistam os sintomas não hesite em procurar o auxilio de um Psicólogo(a)

COMO TODO SER HUMANO, VOCÊ NASCEU APTO AO PRAZER SEXUAL! AS RAZÕES DA DIFICULDADE PODEM ESTAR DENTRO DE SUA MENTE, com a psicoterapia associada a Hipnose Clínica é possível desbloquear e recondicionar sua mente para a normalidade. 

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AFINAL VOCÊ MERECE!!



 Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária
Membro do Latin American Quality Institute


CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | ☎ 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O DISCURSO DA SEPARAÇÃO AMOROSA.

Um dos sentimentos mais comuns depois de uma separação amorosa é a enorme curiosidade em relação ao destino do outro. Mesmo o parceiro que tomou a iniciativa fará de tudo para saber como o abandonado está passando. Esse interesse raras vezes resulta de uma genuína solidariedade. Decorre, na maioria dos casos, de uma situação ambivalente que lembra o mecanismo da gangorra. Por um lado, ver o sofrimento de uma pessoa tão íntima nos deixa tristes; por outro, satisfaz a vaidade. Num certo sentido, é gratificante saber que o ex-companheiro vive mal longe de nós e teve prejuízos com a separação. Esse aspecto menos nobre da personalidade humana, infelizmente, costuma predominar.

Se o outro está se recuperando com rapidez, se busca novas companhias, mostrando-se à vontade na condição de descasado, ficamos surpresos e deprimidos. Percebemos que não somos tão indispensáveis quanto pensávamos. Nosso orgulho, então, é atingido, pois precisamos nos sentir importantes, precisamos saber que nossa ausência provoca dor. Se o outro estiver feliz, duvidamos de nós mesmos e isso é desgastante. “Como é possível que alguém se ajeite na vida mais rapidamente do que eu?”, indagamos, e a certeza de que semelhante absurdo aconteceu nos deixa tristes. Muitas pessoas confundem essa tristeza com amor. Será que ainda estamos apaixonados? Será que a separação foi precipitada? Pode até ser. Mas o ingrediente principal de nossas emoções é a vaidade, o orgulho ferido. Às vezes, procuramos disfarçar esse sentimento menos nobre, escondendo-o por trás de uma inesperada dor de amor. É uma forma de negar pensamentos que não gostaríamos de ter.

Logicamente o processo é mais acentuado, pelo menos no início, quando não tomamos a iniciativa da separação. Nesse caso, a “sede de vingança” costuma ser explícita. Torcemos para que o outro só tenha relações afetivas desastrosas. Desejamos até mesmo sua ruína profissional. O objetivo dessa atitude é resgatar a autoestima. O fato de tudo dar errado para o ex-parceiro será a prova definitiva da influência positiva que exercíamos em sua vida. Sua felicidade, ao contrário, nos diminuirá. É como se, a partir da separação, fosse necessário encontrar o culpado pelo fracasso do relacionamento.

No entanto, esse mecanismo de comparação também é forte naqueles que decidiram se separar porque se apaixonaram por outra pessoa. Aí, entra em jogo outro tipo de vingança. Se alguém se sentiu, ao longo dos anos em comum, agredido, humilhado, rejeitado, agora é o momento de inverter a situação e sem nenhum esforço: apenas esperando que o destino faça justiça e o opressor se transforme em oprimido.

Não adianta pensar que nunca teremos pensamentos tão mesquinhos. Todos nós, em certas circunstâncias, estamos sujeitos a emoções que consideramos negativas e indignas. Elas se misturam com as mais nobres e formam uma amálgama extremamente complexa.

Amor, orgulho ferido, desejo de vingança… É difícil avaliar o peso de cada um desses ingredientes. Aliás, a diversificação de sentimentos também está presente durante a vida conjugal, quando um dos parceiros se recusa a agradar o outro apenas para não se sentir subjugado e diminuído. A rejeição sexual, por exemplo, pode ser vingada com a humilhação financeira ou vice-versa.

Na hora do divórcio, todos esses processos se exacerbam. Eles geram a gangorra: quando a autoestima de um sobe, desce a do outro. Não basta ser feliz; é preciso que o outro não o seja. A gangorra pode perdurar por vários anos e até mesmo pela vida toda.

Fonte: Flávio Gikovate (http://flaviogikovate.com.br - 16 de março de 2015)

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

 Psicóloga premiada internacionalmente

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
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