segunda-feira, 7 de novembro de 2011

EU ME AMO! ...

A autoestima faz bem e é essencial para enfrentar o 
dia-a-dia, seja no campo pessoal como profissional!!!!

Autoestima é a habilidade que uma pessoa tem de acreditar em si própria, de se sentir capaz de poder encarar os desafios da vida, é saber expressar de forma apropriada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, é ter amor próprio.

Os psicólogos são unânimes em garantir que a autoestima é a fundamental ferramenta com que o ser humano conta para enfrentar os desafios do dia-a-dia.

A autoestima é o conceito mais pesquisado na psicologia social, e existe uma boa causa para isso. Ela é a chave para o convívio harmonioso no mundo civilizado.

Para aumentar a autoestima, não basta somente ter pensamentos positivos.

Então o que fazer para aumentar a autoestima? Por onde começar?

COMECE COM VOCÊ.

Você precisa construir o seu amor-próprio.

E se não conseguir realizar isso sozinho, procure ajuda profissional adequada!

É necessário aprender a utilizar as ferramentas adequadas.

“Todas as maravilhas de que precisas estão dentro de ti.” 
(Sir Thomas Browne)


Em resumo, é acreditar que você tem o direito e merece mesmo ser feliz! E para ser feliz, sua autoestima precisa encontrar-se num nível adequado.

 Joselaine Garcia
Psicóloga - CRP 07/18433
Especialista em Docência Universitária


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

QUAL É A HORA DE COLOCAR O PONTO FINAL NO RELACIONAMENTO?


O fim ocorre quando o namoro ou casamento deixa de ser saudável.

Quando uma relação acaba, na verdade, os dois sabem. Mas, um é mais corajoso para tomar a iniciativa de terminar, arrastar uma situação em nome de um amor onde não existe reciprocidade acaba desgastando e destruindo o que poderia ser uma lembrança positiva do que aconteceu em sua história de vida. Se apenas um ama não existe mais a relação.

“Separar é, muitas vezes, o desfecho necessário, de formas simbióticas, confluentes e, às vezes, psicóticas, de relacionamento, que embotam o potencial individual, em favor de uma ilusão de felicidade que aliena o desejo, os projetos e a humanidade do outro.” (Luiz Fernando Calaça)

E se ele decidiu tomar a iniciativa do término não há motivos para acreditar que seu mundo desabou. É claro que, em um primeiro momento, é aconselhável afogar as mágoas e chorar para amenizar a angústia. O segundo passo para dar a volta por cima é retomar a vida social, reencontrar os amigos e fazer atividades prazerosas. 

Passada a fase da fossa, é hora de contabilizar os ganhos e as perdas de tudo isso. O ideal é não levar como uma ferida por muito tempo e não encarar como uma tragédia. O mais importante é refletir para analisar as responsabilidades de cada um na relação, por sua vez, é fundamental o autoconhecimento para poder superar a crise de uma forma menos dolorida.


É possível ser feliz, tanto sozinho quanto numa relação. Para isso, necessitamos estar livres de amarras emocionais, das emboscadas dos ganhos secundários, das trocas e do exagerado apego a crenças disfuncionais (valores que nos apegamos e que já não nos fazem bem).

Aproveite a crise para mudar!

Joselaine Garcia
Psicóloga
Especialista  em Docência Universitária
CRP07/18433


terça-feira, 1 de novembro de 2011

VOCÊ VIVE TENTANDO CUSTOMIZAR SEU PARCEIRO (A)?

Você vive tentando mudar seu parceiro (a) tenta melhor ele (a) de alguma forma?

Minha amiga, meu amigo, o problema é que o outro não é um objeto e, obviamente, não irá querer que você o transforme em algo que ele não é ou que ainda não está preparado para sê-lo, você acaba agindo como se tivesse comprado um produto básico para depois customizá-lo à vontade.


Histórias se repetem dia após dia – a  pessoa entra em um relacionamento já ciente dos defeitos do outro, mas acredita vai conseguir mudar o sujeito, muita gente realmente acredita que o outro vai se transformar só porque começou uma relação  e isso é pura ilusão.

Pessoas passam a vida toda tentando mudar o parceiro e precisam se frustrar para perceber que ninguém é capaz de fazer isso – as pessoas só mudam por vontade própria, e não para satisfazer o outro.

Porém, não rara às vezes tentamos mudar nossos (as) parceiros (as). Quando tentamos transformar o outro, sem respeitar suas particularidades, quem sabe estejamos buscando nos relacionar com nosso espelho, fixando nossas verdades e entendimentos de mundo, numa procura desesperada de evitar o medo do novo e do diferente. Para lidar com eles, temos que estar muito convictos de nossa identidade e de nossas certezas, e ao mesmo tempo dispostos a checá-las e, portanto repensá-las.

Muitas vezes ansiamos modificar no outro o que ele tem de nós; implicamos com as “manias” do outro para não olharmos para a nossa, observamos o mau do outro para evitarmos entrar em contato com o nosso mau interno, implicamos com sua desorganização para não lidar com nosso excesso de ordem que muitas vezes nos escraviza.


Nossas escolhas de vida são ações de amadurecimento e modificação pessoal. A maturidade emocional passa pela habilidade de fazer escolhas e lidar com suas consequências. 


Portanto, olhe para seu companheiro (a) não com os olhos críticos de quem procura falhas a serem corrigidos, mas com os olhos de quem está pronto e aberto a conhecer outras formas de existir (Sirley Bittú).


É essencial admitirmos nossas responsabilidades e compreendermos a responsabilidade do outro. Desta forma, e através da capacidade de autoconhecimento é que chegaremos à construção do “eu-próprio”, que nos leva à felicidade.



É necessário aprender a utilizar as ferramentas adequadas.

SEJA FELIZZZ!!!

Joselaine Garcia
Psicóloga - CRP 07/18433
Especialista em Docência Universitária





quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO DOS PAIS NA VIDA ESCOLAR DOS FILHOS




Os pais são os primeiros professores da criança e continuam desempenhando essa tarefa no decorrer dos anos; portanto, podem influenciar na aprendizagem que os filhos adquirem na escola, através de atitudes e valores que passam a eles. A colaboração da família é indispensável, pais que participam ativamente da educação dos filhos são os maiores responsáveis pelo bom desempenho deles em sala de aula.


Acompanhar o crescimento educacional da criança aumenta suas habilidades sociais e diminui a chance de ter problemas de comportamento.
Psicóloga Joselaine Garcia
Jornal Diário Serrano - Cruz Alta RS

No entanto, acompanhar a vida escolar não significa somente cobrar. É bem mais do que isso. É incentivar, dialogar, elogiar, ensinar, prestigiar, acompanhar e discutir. A cobrança é o último instrumento nessa parceria.

No momento em que a criança se sente escutada, amparada, prestigiada, tem mais estímulo para aprender e aproveitar todas as oportunidades que a escola promove.

A atenção dos pais para a vida escolar e pessoal dos filhos faz a diferença!

Este texto é parte de um texto que escrevi para uma matéria no Jornal Diário Serrano, edição do dia 12 de outubro de 2011.



Joselaine de Fátima G. Garcia

Psicóloga, CRP07/18433
Especializando em Docência Universitária
Consultório Psicológico em Cruz Alta/RS
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101
Fone (55) 9167-7928



domingo, 16 de outubro de 2011

A DOR DA PERDA....


Todo mundo irá passar por um momento de luto. Pode ser a perda de um ente querido, mas pode ser também um divórcio, uma demissão, enfim, perdas... E temos que estar preparados para enfrentarmos a dor e a frustração.

O luto nada mais é do um conjunto de mobilização psíquica após a perda de algo valorizado por nós.

Cada pessoa reage de forma diferente a perda: umas são rápidas na construção desta nova etapa de vida e outras mais lentas. Não tem certo nem errado, cada um é cada um.

 O luto pode ser considerado normal:

 Quando a família consegue aceitar a perda definitiva, aceitar as mudanças no núcleo familiar, falar sobre o assunto como algo importante que está guardado para sempre no coração e quando a dor se transforma numa “doce saudade”.

 O luto patológico apresenta:
Um medo exagerado de morrer,
agressividade,
sintomas de identificação (sentimentos iguais aos do morto),
depressão ou ansiedade persistentes,
culpa e/ou raiva exacerbadas,
nenhuma expectativa ou planos de futuro.

Nesta nova etapa teremos que criar novas habilidades, ou seja, fazer coisas de maneira solitária que antes fazíamos juntos ou encarar algumas coisas que nunca tínhamos feito por que era realizado pelo outro.

A Tanatologia - ciência que se ocupa da morte e dos problemas com ela relacionados (palavra de origem grega: Tanathos - o deus da morte e Logia – ciência) – descreve quatro fases do luto:

1. Negação: Como o próprio nome diz, nega-se o ocorrido. È a fase do choque, não acreditamos, achamos que pode ser revertido a qualquer momento.
2. Raiva: Aqui achamos que todos tiveram culpa com a perda: médicos ruins, enfermeiras ineficientes, etc. E o enlutado sente raiva de todos!
3. Depressão: é quando começamos a entrar em contato com a perda e sofremos muito. Pensamos na perda no chuveiro, no trabalho, o tempo todo...
4. Aceitação: esta é a última fase em que reconstruímos a nova vida sem o objeto perdido. Na verdade, arregaçamos a manga e encaramos os novos obstáculos.

È importante entender as fases que o enlutado vai passar para que reconheçamos as reações emocionais de cada momento.

Atenção: se este momento estiver passando dos seis meses com muito choro e dificuldades em fazer coisas do dia a dia, procure um especialista.


Joselaine de Fátima G. Garcia
Psicóloga, CRP07/18433
Especializando em Docência Universitária
Consultório Psicológico em Cruz Alta/RS
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101
Fone (55) 9167-7928

O adoecimento emocional tem um alto custo, individual e social. Pode causar mortes, ou ocasionar depressões, ansiedades, irritações, insônia e agressividade. Assim como sabotar relacionamentos, destruir famílias, causar perdas de emprego. Precisamos de coragem e humildade para procurar ajuda, de um psicólogo e/ou psiquiatra, quando necessário.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A IMPORTÂNCIA DO TEMPO DEDICADO PELOS PAIS AOS FILHOS

No dia-a-dia é muito comum ouvir “não tenho tempo”, “a vida é uma correria, é o trabalho, a casa, quase não tenho tempo para os meus filhos”.
Mas faço um questionamento o que é mais importante, a quantidade de tempo ou a qualidade deste tempo?
Papai, mamãe não se preocupe com a quantidade de tempo, mas sim com a qualidade deste tempo!
Para ter uma relação de qualidade com os filhos é imprescindível que os pais ouçam os seus filhos, que os compreendam, que entrem no seu mundo e que partilhem, façam com eles. Que pais e filhos se permitam a uma relação próxima, de intimidade, onde haja empatia, confiança e segurança. Demonstre orgulho, elogie quando as coisas vão bem, pergunte ao seu filho como foi o seu dia, as crianças vão sentir que tem valor, se são estimulados a contar o que aconteceu durante o dia, perguntar como foi seu dia e parar para escutar a resposta não demanda muito tempo.
Comunique-se com seu filho, uma boa comunicação entre pais e filhos exige em primeiro lugar, traduzir o amor, respeito, confiança, atenção e atender as suas necessidades básicas.
Comunicar-se com os filhos é dar apoio, conhecer as suas dificuldades, verificar pelo que eles estão passando, estimulando suas potencialidades, dando liberdades e incentivo, e respeitando os sentimentos da criança.
Não se intimidem com inevitáveis erros, mas privilegiem a intenção sincera do acerto, “não aguardem a maturidade de se tornarem avós para a ousadia da entrega e a sublime missão de construir o futuro.” (Antunes, 1999)
Este texto é parte de um texto que escrevi para uma matéria no Jornal Diário Serrano, edição do dia 12 de outubro de 2011.

Joselaine de Fátima G. Garcia
Psicóloga, CRP07/18433
Especializando em Docência Universitária
Consultório Psicológico em Cruz Alta/RS
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101
Fone (55) 9167-7928


O adoecimento emocional tem um alto custo, individual e social. Pode causar mortes, ou ocasionar depressões, ansiedades, irritações, insônia e agressividade. Assim como sabotar relacionamentos, destruir famílias, causar perdas de emprego. Precisamos de coragem e humildade para procurar ajuda, de um psicólogo e/ou psiquiatra, quando necessário.