domingo, 4 de dezembro de 2016

HIPNOSE CLÍNICA - REGRESSÃO

O uso da hipnose é regulamentada pelo Conselho Federal de Psicologia,  o Conselho Federal de Psicologia aprovou e regulamentou o uso da Hipnose como recurso auxiliar de trabalho do Psicólogo através da RESOLUÇÃO CFP N.º 013/00 de 20 de dezembro de 2000. Essa aprovação se deu tendo em vista que algumas das considerações foram que:  a Hipnose é reconhecida na área de saúde, como um recurso técnico capaz de contribuir nas resoluções de problemas físicos e psicológicos e; ser a Hipnose reconhecida pela Comunidade Científica Internacional e Nacional como campo de formação e prática de psicólogos.

O QUE É A HIPNOSE? 

A hipnose pode ser definida como um estado alterado de consciência ou percepção. Em termos simples, a hipnose é um estado de profundo relaxamento no qual o consciente e o inconsciente do cliente podem ser focalizados por ficarem mais receptivos à sugestão terapêutica.

COMO FUNCIONAM AS SESSÕES DE PSICOTERAPIA COM TÉCNICAS DE HIPNOSE (HIPNOTERAPIA)?
Na primeira consulta é feito um levantamento para saber sobre a história do paciente e as dificuldades ou problemas a serem trabalhados.
Quando um processo terapêutico se inicia, a terapia é feita sob medida para cada paciente, pois há algo importante que precisa ser levado em consideração, que é o fato de que estamos diante de um ser único e com diversos recursos internos diferentes. Por isso a terapia deve ser feita sob medida para cada paciente.
A psicoterapia com técnicas de Hipnose é utilizada para acelerar o processo de terapia e encurtar o tempo de tratamento. O tempo varia de acordo com a pessoa e o problema, mas gira em torno de quatro sessões a poucos meses de tratamento.

COMO A HIPNOSE CLÍNICA PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DE PROBLEMAS FÍSICO OU PSICOLÓGICO?
A psicoterapia com técnicas de Hipnose constitui uma abordagem terapêutica com eficácia em diversos problemas psicológicos e psicossomáticos e tem sido usada, com sucesso, para tratamento de diversos problemas como:
  • Traumas,
  • Fobias,
  • Ansiedade,
  • Depressão,
  • Pânico,
  • Motivação e aumento da força de vontade;
  • Obesidade e ajuda ao controle de peso,
  • Preparação de estudantes para exames e concursos,
  • Melhora do desempenho escolar,
  • Melhorar a memória e concentração
  • Melhora no desempenho geral de atletas,
  • Dificuldade de falar em publico,
  • Stress,
  • Gastrite (de origem emocional),
  • Enxaqueca, 
  • Problemas dermatológicos de fundo emocional,


QUAIS OS RESULTADOS COMPROVADOS DA HIPNOTERAPIA?
 A entrada definitiva da hipnose pela porta da frente da medicina e da psicologia não ocorreu por acaso. O movimento está sustentado por uma gama de estudos comprovando sua eficácia nas mais variadas enfermidades. Um dos mais recentes foi conduzido na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e provou que o método pode ser usado com sucesso (fonte: (Revista Istoé  - Edição: 2018)

Embora seja empregada há milhares de anos, a hipnose atual é um procedimento científico de eficácia comprovada, sendo aplicada por psicólogos, e médicos de mais de 70 países, dentre eles Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Escandinávia,  Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Israel, Itália, Japão, México, Rússia, Singapura, Suécia e Suiça.

Hipnotizar é até relativamente fácil, o mais complicado é o tratamento realizado, somente a hipnose ou o transe não trata nada o que trata é o processo realizado, a sugestão, o condicionamento, a ressignificação o bloqueio dos traumas etc, enquanto o paciente está em estado hipnótico. Com esses procedimentos pode-se produzir diversos impactos psicológicos, e é exatamente por este motivo que essa não é uma técnica livremente usada por qualquer um, apenas por profissionais especializados.

PORQUE NO TRATAMENTO COM A HIPNOSE OS RESULTADOS SÃO MAIS RÁPIDOS?
A rapidez dos resultados se dá basicamente pela forma de comunicação que é feita, e da disponibilidade do paciente em aceitar tais sugestões. Na hipnose, o paciente tem a possibilidade de chegar a estados profundos de percepção e mudança, que em vigília, apenas numa conversa não chegaria. Desta forma, a Hipnose Clínica possui grande importância dentro dos hospitais e clínicas especializadas, pois os pacientes já chegam propensos a mudanças

PRECONCEITO COM RELAÇÃO À TÉCNICA DE HIPNOSE.
O preconceito com relação à hipnose se dá mais é por falta de conhecimento. Há ainda muita desinformação em relação à hipnose. Muitos ainda tomam a hipnose por algo mágico, ou a confundem com mero exercício de relaxamento. Por outro lado, ainda vemos charlatães exibindo-se na TV, expondo pessoas a situações ridículas, facilmente alcançadas por meio da sugestão hipnótica.
A técnica é boa, funciona e não traz nenhum desconforto ao paciente.

TODAS AS PESSOAS PODEM SE SUBMETER À HIPNOSE?
Qualquer pessoa pode se submeter a psicoterapia com técnicas de hipnose. As restrições seriam para pacientes em surto psicótico e aqueles sem audição. Os pacientes dependentes quimicos encontram dificuldade maior, na medida em que não conseguem focalizar sua atenção bem como pacientes com lesões cerebrais.

QUAIS SÃO OS CUIDADOS QUE UMA PESSOA DEVE TER AO PROCURAR UM TRATAMENTO ATRAVÉS DA HIPNOSE?
O mais importante é escolher um bom profissional em quem o paciente possa depositar confiança. E antes de submeter-se ao tratamento, conversar com o terapeuta escolhido e sanar as dúvidas necessárias, como por exemplo, se há indicação de hipnose para seu caso.
A pessoa hipnotizada fica inconsciente?
Normalmente o hipnotizado mantém o seu estado consciente, apenas com a atenção focalizada, onde o censor crítico da mente é aberto (racional) ou simplesmente afastado temporariamente. Ao aprofundar o transe, pode haver o desligamento da atenção vigilante. Apenas no transe profundo ocorre a amnésia total (inconsciente), tudo depende do nível de ansiedade em que o paciente conseguiu chegar durante a sessão, nota-se que a cada sessão, dependendo do terapeuta e da técnica empregada, o aprofundamento ao transe é cada vez maior e os níveis de consciência são cada vez menores.

A PESSOA PODE NÃO VOLTAR DO TRANSE, FICAR PRESA NELE?
Não, na hipnose não é possível ficar preso ao transe. O transe profundo leva ao sono que, como qualquer sono, dura até o momento de acordar, que é natural a cada indivíduo.

REGRESSÃO E HIPNOSE: PODE OCORRER A REGRESSÃO QUANDO A PESSOA ENTRA EM ESTADO HIPNÓTICO?
Sim, pode quando houver indicação terapêutica, não é todos os casos que se usa o processo de regressão, por exemplo: em gestantes não é apropriado realizar a regressão.
A regressão feita é até a vida intra-uterina, não trabalho com  regressão a vidas passadas.
O objetivo da regressão é localizar os registros mentais traumáticos que foram incorporados no psiquismo em algum momento da vida. 

HIPNOSE CLÍNICA: COMO ESSA TÉCNICA PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS?
No caso da depressão:  O tratamento é rápido, quando se utiliza técnicas de hipnose clínica, com resultados já nas primeiras sessões. Trabalhamos com o bloqueio do negativo, e aumento da auto-estima, bem como sua relação com o ambiente.
No caso da obesidade: Come-se por ansiedade, por medo, por angústia, come-se para se proteger de algo ou alguém. Come-se simplesmente por prazer, por raiva, por decepção amorosa e muitos outros motivos. A partir do diagnóstico é possível traçar estratégias de mudança, possibilitando ao paciente perceber que existem outras formas mais saudáveis de conseguir o que querem sem precisar ingerir alimentos freneticamente.
A hipnoterapia tem sido muito aceita no tratamento da obesidade, devido a sua rápida atuação no recondicionamento mental do obeso, atuando especialmente junto a compulsividade por alimentos, autoestima, reeducação dos hábitos alimentares, estímulos para atividades físicas, entre outras. Se detectado que a obesidade possui fundo emocional é possível bloquear ou inibir os fatores traumáticos em poucas sessões.

É importante salientar que a hipnose é apenas uma ferramenta utilizada nas terapias. A hipnose em si não é uma terapia.



Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928

CRUZ ALTA RS,

sábado, 3 de dezembro de 2016

LUTO EM TEMPOS DE INTERNET:

As redes sociais podem estar mudando a forma com que lidamos com a perda
 
“Sinto por sua partida”, “Hoje um pedaço de mim vai contigo”, “Como assim tu se foi?”. As frases, pontuadas por emojis tristes e corações partidos, foram deixadas na página do Facebook de um rapaz de 36 anos que morreu na semana passada. 

Em meio às mensagens de saudades, estão outras, menos ‘sensíveis’. “Para TUDO!!! Como assim Produção?!?! André* e eu conversamos semana passada... estávamos combinados de você vim (sic) aqui em casa... Não Amigo!!! Assim não!!!” e alguns insistentes “Oi que está havendo????” estão entre elas. Outro conhecido publicou diversas mensagens perguntando quando e onde seria o enterro.

Além do luto, normal a qualquer perda, a família e os amigos próximos de André* precisaram lidar com uma enxurrada de notificações nas redes sociais, uma situação bastante comum. “Acredito que essa é a forma que algumas pessoas encontram de lidar. Em vez de deixar uma mensagem no túmulo, em um livro de condolências ou fazer uma oração, você vai no perfil e deixa o recado”, explica Rogério Oliveira, presidente do Conselho Federal de Psicologia.

Segundo o psicólogo, seria preciso fazer um estudo mais aprofundado para entender a mudança na forma de lidar com o luto em tempos de redes sociais, mas ele afirma que é possível tecer algumas hipóteses. Oliveira explica que manter um perfil ativo após a morte pode trazer a sensação de ‘esticar’ a preservação da memória do que a pessoa foi em vida. “Alguns realizam isso tendo filhos, netos, descendentes, ou a partir de grandes obras.” As redes sociais seriam apenas outra forma de manter as lembranças vivas.

No entanto, a manutenção de um perfil pode ‘atrapalhar’ o processo natural do luto. “Minha hipótese é de que a não colocação de um ponto final, tentar manter o personagem vivo nas redes, pode trazer um mal estar”, diz o psicólogo. Isso porque, segundo ele, é preciso ‘elaborar’ a perda, lidar com ela e avançar. 

Suponhamos que os irmãos de uma mulher que morreu resolvam manter seu perfil ativo, mandar mensagens, curtir postagens antigas. Para eles, essa pode ser apenas uma forma de lidar com a perda. No entanto, se ela tiver filhos adolescentes que acessam as redes sociais e veem a ‘interação’ com a mãe, eles podem ter dificuldade de seguir em frente. “Na fase da adolescência é importante perceber que a pessoa se foi mesmo, para poder se constituir como sujeito”, afirma Oliveira.

O Facebook oferece duas opções. A família pode solicitar que um perfil seja transformado em ‘memorial’ ou que ele seja apagado. Na primeira opção, a expressão ‘Em memória’ aparecerá ao lado da foto de perfil, os amigos na rede não receberão lembretes de aniversário e a pessoa não aparecerá mais como sugestão de amizade. Para entender melhor como funciona um perfil memorial, clique aqui. Apagar uma conta, por outro lado, pode ser mais difícil. Isso pode ser feito por um parente próximo confirmado, que deve entrar em contato com o Facebook e fazer a solicitação.

Oliveira afirma que não há uma opção ‘ideal’. “Se acontecesse com alguém que eu gosto muito, eu dou um tempo para a família e depois desfaço a amizade. Acho que é o melhor, do ponto de vista objetivo. Mas, se fosse com alguém da minha própria família, solicitaria que apagassem o perfil”, opina.

Para quem deseja manter a memória de um parente ou amigo querido nas redes, alguns sites oferecem a opção de criar uma página em homenagem à pessoa. “Um projeto online, que indique que realmente é uma memória, pode ser interessante. Se a pessoa deixou uma obra, belas receitas culinárias, por exemplo, eu acho que vale a pena criar uma página e explicitar que é uma homenagem”, defende Oliveira.

*Nome fictício para preservar a identidade


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

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terça-feira, 29 de novembro de 2016

AS OCORRÊNCIAS TRÁGICAS

As tragédias coletivas “contaminam” a todos, mesmo que não sejam vítimas diretas, pois trazem à realidade uma cena dramática em um nível de aniquilamento com o qual é muito complicado lidar.

Sempre que vivenciamos uma tragédia, especialmente as coletivas, isso ocasiona uma comoção maior, é indispensável um tempo para tentar elaborar.

As ocorrências trágicas podem desencadear emoções intensas, podendo causar conseqüências devastadoras na estrutura psíquica dos envolvidos, hoje a dor dos sobreviventes e dos familiares é física, mas no futuro poderá passar a ser emocional.

Estudos mostram que é comum surgirem problemas emocionais após um acontecimento dessa proporção, problemas esses inclusive em pessoas que não tem ligação direta com as vitimas. Agora é necessário também cuidar dos outros, população em geral, voluntários, etc.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

  Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O INIMIGO INVISÍVEL

FAÇO TUDO CERTO E NÃO EMAGREÇO!!!!!

Faço Atividade Física, Vou a Nutricionista, faço Acompanhamento Médico ... 

VOCÊ SABE COMO TEUS PENSAMENTOS INFLUENCIAM SEU PROCESSO DE EMAGRECIMENTO? O QUE VOCÊ DIZ PARA VOCÊ?

Você constrói seus pensamentos e seu cérebro e seu corpo reage a essa construção.

Alguma “coisa” inconsciente “não quer” e “não deixa” você atingir suas metas conscientes. Se o problema não for identificado e solucionado, você continuará anos e anos assim – até que um dia será vencia pela obesidade. É isso que você quer?

VOCÊ SABIA QUE A PSICOLOGIA TAMBÉM TEM FOCO NO SEU PROCESSO DE EMAGRECIMENTO?

A solução pode estar, sim, em um tratamento psicológico complementar ao tratamento médico - nutricional.

Se você não compreender que precisa desse tipo de tratamento, ficará refém da obesidade. O “inimigo invisível” vai estar sempre por perto, muito mais forte do que você imagina. Por outro lado, identificado e tratado, perde força.

Lembre-se: toda vez que houver um conflito entre a vontade consciente (querer emagrecer) e um problema inconsciente (resistência a emagrecer), vencerá o inconsciente.

USE A PSICOLOGIA PARA AUXILIAR NO SEU EMAGRECIMENTO!!!!

A terapia com auxilio da Hipnose ajuda modificar teus pensamentos e criar novas redes neurais mais positivas para qualquer processo de mudança que desejar.

Com as sessões de Psicoterapia e hipnose é possível diminuir a ansiedade e as compulsões, diminuindo, assim, a vontade de comer, o manequim e os números da balança.


Entre os principais benefícios da hipnose está a possibilidade de aprender a diferenciar a fome emocional da física, modificar a maneira de pensar sobre alimentação, mudar pensamentos e crenças autoderrotistas e sabotadoras, conseguir sustentar novos hábitos alimentares e motivação para prática de exercícios físicos. O resultado é a redução da fome, saciedade com pouca quantidade de alimentos, motivação para se exercitar e a escolhas por alimentos saudáveis. 
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A CARCEREIRA DO HOMEM MODERNO

Milhares de pessoas, todos os anos, vão parar no hospital depois do ter uma crise de pânico, acreditando que algo muito sério está acontecendo. Às vezes a crise de pânico é tão forte que a pessoa pensa que vai morrer.


Porém a verdade é que estas pessoas estão simplesmente sofrendo um ataque de pânico, uma avalanche de ansiedade tão extrema que causa sintomas físicos severos.

A Síndrome do pânico é caracterizada pelos seguintes sintomas:

1. Palpitação no coração ou batimentos cardíacos acelerados
2. Pressão no coração ou sensação de estar sendo pressionado
3. Dores no peito, geralmente pontiaguda e perto do coração
4. Ondas de calor e suor
5. Dificuldade de respirar, como se você não conseguisse puxar todo o ar
6. Tontura e sensação de desmaio
7. Dificuldade de pensar, como se seu cérebro não estivesse funcionando corretamente
8. Fraqueza, queimação, dormência ou formigamento nos braços, pernas e mãos
9.  Dificuldade de ficar de pé
10. Queimação por toda a pele
11. Sensação de estar prestes a morrer, ou que o mundo está prestes a acabar
12. Dificuldade de se concentrar em qualquer outra coisa além dos seus sintomas
13. Sensação de precisar fugir ou de uma ambulância
14. Dificuldade de ouvir, como se o ouvido estivesse entupido ou zumbido no ouvido
15. Sensação de precisar expandir o peito
16. Mudanças nas vistas e na claridade
17. Medo avassalador
18. Despersonalização ou sensação de estar fora de si
19. Náusea, geralmente com dor ou desconforto no estômago
20. Pressão na cabeça, possivelmente com dor de cabeça
21. Dificuldade de segurar a cabeça
22. Sensação de precisar ir ao banheiro


Nem todo mundo passa por todos esses sintomas a cada ataque de pânico. Além disso, sentir esses sintomas não quer dizer que um ataque de pânico está prestes a acontecer, mas estes são alguns dos sintomas mais comuns que podem acontecer durante um ataque.

Geralmente esses sintomas não estão restritos a uma situação específica, o que os torna, portanto imprevisíveis. Esta doença de fundo emocional traz em sua base um medo intenso, desmedido e incontrolável que vai tomando proporções assustadoras.

Quando se sofre de Pânico, cada crise aumenta a ansiedade e o medo da próxima, tornando a doença um ciclo. Como resultado a pessoa passa a evitar tudo o que possa aproximá-la da situação que lhe causa temor de forma cada vez mais ampla e genérica a ponto de qualquer estímulo poder tornar-se uma ameaça.

O ser humano percebe, sente e compreende o mundo e os estímulos que recebe de forma muito particular, em diferente intensidade, variando de acordo com as características físicas e emocionais de cada um.

Muitas vezes esse medo é nutrido por um entendimento equivocado sobre os valores pessoais, fruto, entre outras coisas, da falta de conhecimento de nossas potencialidades, preconceitos e baixa autoestima.

A Síndrome do pânico tornou-se a carcereira do homem moderno, pois gradativamente retirar seu direito à liberdade de se relacionar seja com as pessoas, seja com a vida. Como todas as dificuldades ou qualquer tipo de doença quanto mais rapidamente se inicia um tratamento melhores são os prognósticos.

Você sente 5 ou mais dos sintomas listados acima?

É possível se livrar desses sintomas, usando estratégias como psicoterapia agregada a Hipnose Clínica. Liberte-se! 

Os sintomas da síndrome do pânico podem ser assustadores, e se não for tratada, sua síndrome do pânico pode dominar sua vida. BUSQUE AJUDA!

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
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LUTO


Psicóloga Joselaine Garcia concede entrevista ao repórter do Jornal Diário Serrano
Assunto: Luto -------------- Leia a entrevista na íntegra
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• Quais são as principais atitudes que podem ajudar a lidar com o luto?
O luto é basicamente um processo solitário, assim como é vivenciar qualquer dor. Podemos e devemos compartilhar sentimentos e pensamentos, mas existe algo muito particular no modo como cada um vive esse momento. Esses estados de isolamento podem ser realmente necessários.
Psicóloga Joselaine Garcia
entrevista Jornal Diário Serrano
Todavia, estes momentos necessitam ser alternados com horas de interação, até para que a pessoa em luto não perca a referência sobre quem ela é. O luto, muitas vezes, pode ser tão arrebatador que podem existir momentos de despersonalização, e a família e os amigos, trazem referências, conectando a pessoa à sua identidade e ao seu mundo.
O que se deve fazer é oferecer acolhimento e apoio. Quem quer ajudar deve manter os braços abertos para que a pessoa manifeste qualquer tipo de sofrimento, sem cobranças, conselhos ou críticas. Estar perto já é algo importante, respeitando também os momentos em que a pessoa quer estar sozinha, é importante compreender que as pessoas em luto, muitas vezes flutuam entre querer estar sozinhas e querer a companhia dos outros. Tendo consciência desta ambivalência, tente observar, perceber se a pessoa quer sentir-te mais “perto” ou mais “distante”, busque, entretanto mostrar que estás sempre disponível para o que precisarem, escute o enlutado sem interferir em seus sentimentos. Às vezes, um abraço e o silêncio são mais eficazes do que um milhão de palavras.

• Como o luto afeta as pessoas de forma diferente nas seguintes situações: mortes de crianças e jovens; morte em tragédias/acidentes?
O processo de luto é um dos maiores desafios ao equilíbrio do psiquismo e, além disso, dependendo do tipo de perda, ou seja, mortes súbitas, precoces, violentas, perda de um filho, a elaboração pode se tornar mais complexa, com grandes possibilidades de um fracasso parcial deste trabalho.
Numa tragédia, principalmente a familiar, as marcas são profundas e não cicatrizam facilmente. Neste momento, é essencial que haja todo tipo de apoio, para superar o trauma. Essas pessoas, muitas vezes, têm dificuldade em sentir prazer de viver.
As ocorrências trágicas “contaminam” a todos, mesmo que não sejam vítimas diretas, pois trazem à realidade uma cena dramática em um nível de aniquilamento com o qual é muito complicado lidar. Sempre que vivenciamos uma tragédia, especialmente as coletivas, isso ocasiona uma comoção maior, é indispensável um tempo para tentar elaborar.

• Que atitudes podem ajudar nos casos em que a morte é associada com uma data comemorativa?
Para quem está de luto, é uma dor diferente, pois já existe um motivo, as marcas são profundas e não cicatrizam facilmente, essas pessoas, muitas vezes, têm dificuldade em sentir prazer de viver, nunca se está suficientemente preparado para a morte de um ente querido. O primeiro ano é o pior, sobretudo com o primeiro aniversário, Natal e outras datas relacionadas à pessoa perdida.
É importante principalmente se permitir estar saudoso ou triste. Esses são sentimentos normais particularmente nas épocas festivas, não o impeça de chorar e não lhe exija ser mais forte. Seja paciente com as reações diferentes e inesperadas, fique por perto e coloque-se à disposição para ajudá-lo naquilo que for preciso.

• Qual a duração e os sintomas "normais" do luto? Em que casos pode ser necessário buscar ajuda psicológica?
O processo de luto é vivenciado pelas pessoas de forma individual e subjetiva, cada indivíduo possui uma forma particular de reagir. Este processo varia de acordo com o tipo de vinculação existente e as causas e circunstâncias da perda, conforme a faixa etária em que o indivíduo se encontra, varia também de acordo com suas vivencias, estrutura emocional e capacidade para lidar com perdas. O que torna inadequado estipular um prazo quanto à duração do processo e para seu término. Em geral é muito difícil levar menos de um ano e, para muitos casos, pode levar dois anos ou até mais.
O luto é um processo fundamental para que nós possamos nos reorganizar e reconstruir diante do corte de um vínculo. É um desafio psíquico, emocional e cognitivo com o qual todos nós temos que lidar.  Abarca ressignificação e transformação da relação com o que foi perdido.
A Tanatologia, ciência que se ocupa da morte e dos problemas com ela relacionados nos fala das várias reações daqueles que perdem alguém próximo, assim sendo descreve quatro fases do luto: negação, raiva, depressão, aceitação.
No entanto, existem situações em que o processo de luto não segue a evolução normal, ou seja, o indivíduo não consegue se reestruturar, em alguns casos este sofrimento se traduz num conjunto de manifestações que abarcam problemas de sono, queda de energia, alterações no apetite, dores no corpo, podem se caracterizar, ainda, por uma melancolia duradoura, acompanhada em geral de profunda tristeza, problemas de saúde, distúrbios psíquicos e diminuição dos contatos sociais.
Como vimos, as perdas podem acarretar vários tipos de distúrbios e isso deve ser observado pelos familiares e amigos do enlutado. Um processo adequado de luto varia de seis meses a dois anos, porém a partir do sexto mês já é possível constatar se existem distúrbios, o que exige processos de readaptação e se possível, os processos de luto devem ser acompanhados por profissionais habilitados.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

  Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

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