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domingo, 16 de fevereiro de 2020

“O excesso de alguma coisa é a falta de alguma coisa.”


Mas o que estará faltando? 

  A obesidade em questão



Há um ditado árabe que diz que “o excesso de alguma coisa é a falta de alguma coisa”. Já Aristóteles assinalava que a virtude está no meio, entre dois extremos, um por falta e outro por excesso. Em se tratando de obesidade, o excesso é evidente, mas o que poderia estar faltando?

A obesidade deixou de ser vista apenas como uma questão estética e passou a ser considerada como doença crônica, como um problema de saúde, envolvendo dificuldades muito grandes para o sucesso de seu tratamento.

Os pacientes muitas vezes conseguem emagrecer, mas a dificuldade maior não é apenas o emagrecimento em si, mas a manutenção do peso após o emagrecimento, ocorrendo freqüentemente o que costuma ser chamado de “efeito iôiô” ou “efeito sanfona”

Assim, o tratamento da pessoa obesa é particularmente complexo, requerendo uma abordagem multidisciplinar que envolve médicos de diferentes especialidades como: endocrinologista, cirurgião especializado em cirurgia bariátrica, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras. (Dependendo muito do grau da obesidade)

Winnicott (1936) observa que “voracidade é uma palavra com um significado bastante preciso, fazendo com que se junte o psíquico e o físico, amor e ódio, o que é aceitável e o que não é aceitável para o ego” (p. 111). Pereira (1985) diz que os pacientes por ela observados apresentavam uma estrutura psíquica predominantemente narcísica, com algumas das características das perturbações narcísicas de personalidade, como um frágil sentimento de identidade, com a conseqüente acentuada vulnerabilidade do sentimento de auto-estima. Em suas histórias de vida, expressavam graves lesões narcísicas e sérias perturbações no relacionamento com a figura materna. No entender da autora, o material inconsciente desses pacientes quase sempre expressa o sentimento de que não são queridos, de que precisam mostrar-se sempre de acordo com os demais, em detrimento de seus próprios valores ou opiniões, o que lhes dá a sensação de serem pouco reais. Tende a permanecer dentro deles um acentuado sentimento de vazio e de falta de completude, mesmo que não estejam sós. Qualquer alteração mais ou menos acentuada no esquema corporal e na representação que têm de seu próprio corpo no psiquismo pode acarretar sérios transtornos no sentimento de identidade. Ingestão repetida de alimento pode estar relacionada à necessidade de evitar o sentimento de desintegração.

Essas defesas se organizam de forma a que a pessoa alcance um equilíbrio psíquico, ainda que (muito) patológico, e alterá-las representa uma ameaça de desmoronamento psíquico, o que mobiliza muita angústia. A obesidade parece compor com esse esquema defensivo rígido e parece implicar inúmeras funções no psiquismo do sujeito.
Emagrecer pode, assim, representar uma grande ameaça, assim não conseguem perder peso, ou perdem e recuperam, ou perdem e estacionam, nas patologias do vazio, evita-se a realidade interna, tida como insuportável, e mantêm-se as estratégias defensivas empregadas. O corpo passa a ser sede e testemunha das emoções e do pensamento.

A compulsão repetitiva busca um renascimento psíquico, que acaba não se dando pela inexistência de um bom encontro, o qual entendemos não depender apenas do objeto, mas também das projeções que se dão sobre ele, tais como expectativas de preenchimento impossíveis de se realizarem, reeditando-se assim a frustração e o vazio.

Há um buraco sem fundo a ser preenchido, um buraco devido à falta de sentido das experiências vividas, que, por sua vez, decorre da restrita capacidade de simbolização, e que se busca preencher com “coisas”, como comida, bebida, drogas, compras etc.

Cabe lembrar que a adição está presente, por diferentes vias, como a adição a drogas, as neo-sexualidades, a promiscuidade, os distúrbios alimentares (bulimia, anorexia, obesidade), os transtornos psicossomáticos etc.


Dessa forma, vemos como é difícil para o obeso fazer reparações.

Assim sendo, é imprescindível a psicoterapia para resultado satisfatório, hoje podemos contar, também, com a Hipnose Clínica no tratamento, trazendo excelentes resultados.


Psicóloga Joselaine Garcia

CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista  em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

MITOS SOBRE A HIPNOSE CLÍNICA



Hipnose é Magia?
MITO - Embora pareça mágico ou miraculoso o trabalho da hipnoterapia, ela não o é!
É uma terapia que não tem nada de místico, religioso ou espiritual.
Pelo contrário, seu foco é o cérebro, o cérebro que todo mundo tem, mas que não sabe usar corretamente ou plenamente.
Talvez este seja o verdadeiro problema: não é porque você desconhece como usar a ferramenta que ela não funcione!

Hipnose é Controle da Mente?
MITO - A hipnose NÃO é o controle da mente do indivíduo, como se fosse possível eu tirar seu livre-arbítrio ou jogar fora sua moral!
Na verdade, a hipnose é o controle da mente feito pela própria pessoa, e não pelo terapeuta. É A PESSOA QUE DECIDE O QUÃO FUNDO IRÁ, E QUAL A INTENSIDADE DA TERAPIA. Se ela realmente quer a solução do seu problema, ela fará essa escolha. A função de terapeuta é apenas auxiliar a pessoa nesse caminho.

Hipnose é Relaxamento?
MITO - É muito comum circular na internet anúncios de hipnose como áudios de relaxamento. Embora o estado hipnótico seja percebido como um de relaxamento muito profundo, simplesmente relaxar não o ajudará em nada.
Para fins terapêuticos, é importante uma intenção e uma técnica certa, pois, do contrário, será inútil.

Hipnose é Ocultismo?
MITO - É muito comum as pessoas associarem o trabalho da hipnose ao ocultismo.
Talvez, isso aconteça porque a hipnose ainda seja vista como algo “oriental”, “estranho” ou “do além”.
Na verdade, a hipnose é puramente um estado super concentrado da sua mente, estado esse que você experiência dezenas de vezes durante o dia, sem perceber!

Exemplo: quando você entra no carro e nem percebe o caminho de casa; quando o filme está nos momentos decisivos e você não se dá conta de alguém chamando por seu nome; etc.

 “Eu não sou Hipnotizável”
MITO - De acordo como Gerald Kein, um dos maiores e mais importantes hipnoterapeutas da era atual, só existem duas pessoas que não entram em hipnose: aquela que não quer e aquela que tem medo.
Algumas outras podem não entrar muito facilmente ou demorar mais (o que também é uma minoria), mas em geral, todos entram muito rápido e facilmente, pois, como já foi dito, o cérebro humano entra neste estado todos os dias, várias vezes, pois faz parte da evolução da vida – o cérebro precisa economizar “bateria”.

Hipnose muda o Cérebro?
MITO - NÃOapenas ajuda na mudança dos padrões de pensamento.

Por exemplo, uma pessoa que acredita que não merece ser feliz, provavelmente terá inúmeras razões e desculpas para reforçar e manter esta crença infeliz.
No processo de hipnoterapia, ela poderá perceber que este é um pensamento que, um dia, no passado, foi tão marcante que se tornou uma lei para ela.
Assim, a hipnoterapia será a oportunidade de mudar o significado daquela experiência e com isto, retornar ao momento presente com novas idéias.

Afinal, o que é a Hipnose?
Hipnose é uma maneira linda, rápida e indolor de ajudar na solução dos problemas, a viver melhor, a viver sem dor, sem culpa, sem raiva.
A hipnose é utilizada para despertar o seu verdadeiro poder de transformação.
O tratamento feito pela hipnose não é perigoso ou invasivo, e você não falará coisas “secretas”, ou fará coisas que vão contra a sua moral e ética.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
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DIFERENÇA DA HIPNOSE DE PALCO DA HIPNOSE CLÍNICA


               Você já deve ter visto em algum programa de televisão, cenas em que o hipnotizador balança um pêndulo em frente ao olhar do paciente, para hipnotiza-lo. Depois de alguns minutos, a pessoa fica totalmente sugestionado a cumprir as regras determinadas pelo hipnotizador, fazendo um verdadeiro espetáculo para a platéia. Esse tipo de hipnose é chamada hipnose de palco, e quase nada tem a ver com a hipnose realizada em consultório, conhecida como hipnose clínica.



As técnicas têm, em comum, o princípio de relaxamento e do transe, mas esqueça a idéia de que na hipnose clínica o paciente ficará insconsciente e a mercê do hipnólogo. No consultório, o paciente é convidado a entrar em um estado de relaxamento profundo, por meio de técnicas que podem variar para cada pessoa, e a abrir sua mente para novos sugestionamentos em relação a assuntos que trazem desconforto e traumas.

Se na hipnose de palco o hipnotizador usa técnicas que misturam hipnose e ilusionismo, no consultório o profissional só está preocupado em ajudar o paciente a vencer seus medos e angústias, sejam eles quais forem. A técnica permite que o paciente se mantenha acordado ao longo do processo, porém livre de preconceitos e com a mente aberta a novas sugestões que serão dadas pelo hipnólogo.

Quando aplicada por um profissional apto, a hipnose clínica não oferece qualquer tipo de perigo ao paciente, e os resultados costumam ser rápidos e certeiros. Ninguém será sugestionado a fazer algo que não deseja, muito menos a cumprir regras arbitrárias que não tenham envolvimento com o tratamento ao qual o paciente se propõe.

Mais do que promover shows, A HIPNOSE CLÍNICA É UMA FERRAMENTA MUITO EFICAZ NO TRATAMENTO DE DIVERSAS CONDIÇÕES, como, TRAUMAS, DEPRESSÃO, ANSIEDADE e FOBIAS.




Psicóloga Joselaine Garcia
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NEUROCIÊNCIA e HIPNOSE: O lado sério da Hipnose

Neurociência aplicada a terapia


A Neurociência por trás da Hipnose. 

Novos avanços no campo da Neurociência estão ocorrendo muito rapidamente, desafiando e até mesmo contradizendo as suposições anteriormente assumidas.

A maior parte das pesquisas centra-se no conceito de neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se reestruturar por meio da formação de novas conexões neurais devido à estimulação ambiental, comportamental ou neural.

A fundamentação científica número um da hipnose é a neuroplasticidade. 

A plasticidade cerebral é a capacidade de modificação do tipo, forma, função e número das sinapses que envolvem os circuitos cerebrais na raiz da experiência, ou seja, as alterações produzidas no ambiente, no organismo ou causadas por lesões.

Uma doença de neuroplasticidade usando uma metáfora, a hipnose seria uma “ponte levadiça” que ao baixar, permite que acesse o inconsciente e obtenha uma comunicação direta e efetiva com ele.

Uma vez acessado o inconsciente (já que se desligou o lado crítico da consciência), é possível compreender o funcionamento de seu próprio organismo, descobrindo os fatores que causam suas angústias, para depois aprender a controlá-las.

A neuroplasticidade possibilita que sejam feitas modificações sinápticas. 

Modificação sináptica é um processo no qual o sistema nervoso reforça certos caminhos e enfraquece outros, resultando em exclusivos padrões eletroquímicos.

Em outras palavras, podemos modificar procedimentos, ressignificar memórias, criar âncoras, etc.
Durante a hipnose, ocorre um aumento de liberação de proteínas para a massa branca do cérebro, onde encontra-se a camada da mielina, cuja principal função é fortalecer as sinapses. 

Ao diminuir a atividade das frequências cerebrais, o sistema límbico, através do hipotálamo, direciona o comando para o sistema nervoso parassimpático, onde enfatizará as faculdades de visualização, memória, atenção, aprendizagem, vontade, motivação, alegria e bem estar.

Em todas as atuações do sistema nervoso autônomo parassimpático – ativado durante a hipnose – ocorre um aumento do nível de energia do cérebro, ocorrendo um processo de interiorização (o input da fonte de informação muda a predominância do externo para o interno).

Quando alguém dá menos atenção para a informação que vem dos sentidos (exterior), mais atenção é dada para a informação interna, buscando na memória e nas camadas mais internas do inconsciente.
Nenhuma parte do cérebro é efetivamente desligada durante a hipnose. 

Ao invés disso, a conexão de certas áreas é modificada, com separações entre algumas delas e maior integração entre outras.

Dessa forma, a pesquisa afirma que o estado de hipnose representa um diferente estado de consciência, e não a falta dela.

A amígdala, durante a hipnose, permite que o sistema parassimpático seja ativado, produzindo uma tranquilidade em todo sistema límbico.

Estudos neurofisiológicos indicam efeitos mensuráveis e específicos da hipnose sobre áreas cerebrais e sistemas orgânicos.

A amígdala também é essencial para a interpretação e a expressão do componente emocional da linguagem, e por essa razão, pode ser ativada pelo tom emocional da sua sugestão.

Sob hipnose, há um reforço de energia (concentração) no sistema límbico; pelo fato desta energia ser positiva e encontrar-se em uma frequência de indução muito baixa, de relaxamento, o hipotálamo tende a frear todo mecanismo do organismo, ativando o sistema parassimpático cuja característica fisiológica é de manter a paz, a serenidade e tranquilidade no organismo.

Logo, os níveis de atenção, serão voltados para suas memórias através do hipocampo, para as emoções, medos e traumas através da amígdala e obterá o controle mais favorável delas através da ínsula.





Psicóloga Joselaine Garcia
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

CIÚME EM EXCESSO PODE DESTRUIR UMA RELAÇÃO!!!



O sentimento é considerado normal quando transitório e baseado em fatos reais.

Ele faz parte da natureza humana e surge comumente quando uma relação está ameaçada. É uma fase que a grande maioria passa quando estabelecem uma relação mais íntima com alguém, seja amorosa, de trabalho ou familiares, porém o espaço reservado para o ciúme pode abrigar desde o nível saudável até o descontrole doentio.

A intensidade do ciúme, ou seja, como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal, porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e capacidade de ser humano, destarte, se vai provocar conseqüências no afeto ou ser apenas uma crise transitória depende de cada indivíduo.

Para diversos autores o ciúme é dividido em três níveis diferentes: o “Normal”, o Neurótico e o Paranóico (Síndrome de Otelo).

O “normal”, mais comum, é a pessoa sentir-se enciumada em situações eventuais, onde existe um motivo real em que o sujeito enciumado sente-se de certa forma abandonado pelo parceiro.

Se formos pensar do ponto de vista psicanalítico, as causas do CIÚME EXCESSIVO estão estritamente relacionadas à infância, pode ter suas raízes profundas na infância e no relacionamento com os pais, assim sendo, muitas vezes o ciumento excessivo carrega carências afetivas de longa data.

A precariedade dos vínculos afetivos seja na infância ou nos relacionamentos anteriores poderá levar o sujeito a ter dificuldades nas relações amorosas. Cada relacionamento profundo que estabelecemos na vida poderá acionar um aspecto diferente do nosso mundo interior, apresentando-nos desafios diversos e provocando-nos diferentes reações.

Muitos outros sentimentos abarcam o ciúme, como inferioridade, baixa autoestima, sentimento de injustiça, e medo inconsciente da perda, ele pode ainda ser fruto de um narcisismo excessivo que se expõe com reações doentias tais como o ciúme neurótico e delirante.

O ciúme em certa medida pode até aproximar o casal durante uma relação, ele pode ser visto como um sinal de amor, de zelo pelo relacionamento, porém quando ultrapassa a linha da normalidade gera conseqüências negativas, pode trazer muita angústia, ocasionando menor contentamento no relacionamento, alcançando formas doentias e abalando a saúde física e emocional de uma pessoa.

O ciúme é um dos sentimentos destrutivos que mais afeta os relacionamentos amorosos, leva à insatisfação e término do relacionamento conjugal. Em níveis mais graves ele pode se mostrar crônico, violento, e limítrofe da paranóide, ele invade a vida do casal e se manifesta por atos violentos que podem levar o ciumento a destruir justamente o que lhe é mais caro, o amor de seu parceiro.

O ciúme é um sentimento egocentrado, não se trata de um sentimento voltado para o outro, mas sim voltado para si mesmo, para quem o sente, pois é, na verdade, o medo que alguém sente de perder o outro ou sua exclusividade sobre ele. Ainda que complexo, o sentimento afeta pessoas de todas as idades.

Preste atenção!

Ciúme em excesso pode destruir uma relação. Quando o ciúme começa a interferir de modo intrusivo no relacionamento amoroso, é porque a situação já está caminhando para um lado sombrio, é hora de procurar ajuda psicológica qualificada.




Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
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domingo, 28 de julho de 2019

OS PROBLEMAS SÃO SEUS. MAS, QUAL É A HORA CERTA DE PROCURAR AJUDA?



Todos nós passamos por situações desagradáveis quase que diariamente. Problemas conjugais, familiares, no trabalho e nos relacionamentos, dúvidas existenciais, perdas de entes queridos e outras mazelas doídas do cotidiano. Coisas inerentes ao viver e com as quais precisamos saber como lidar. A questão é que nem todos conseguem conviver adequadamente com tais dificuldades.

É comum pessoas que ao passarem por determinados problemas perdem reforçadores importantes (situações prazerosas) e passam a ter maior contato com aversivos (eventos desagradáveis). Muitas vezes o próprio indivíduo discrimina a situação em que se encontra, mas não consegue livrar-se dela e permanece no sofrimento. Não rara as vezes, o sujeito não percebe o que está ocorrendo com ele, mas causa sofrimento ou incomodo aos que estão à sua volta. Portanto, a família e pessoas próximas devem estar atentas às mudanças de comportamento do outro e se necessário, buscar ajuda. Este é um importante momento para se procurar a ajuda de um Psicólogo.

A psicoterapia permite que o paciente compreenda a situação ocorrida e desenvolva mecanismos adequados para lidar com o seu problema/sofrimento.

A procura por um psicólogo deve ser livre de estigmas. É um tratamento como qualquer outro tratamento médico.


PARA QUEM A PSICOTERAPIA É INDICADA?

A psicoterapia é para todas as idades e pode ser indicada para diversas situações, graças às suas características amplas de entendimento do comportamento e do sentimento humano. Em geral, as pessoas buscam a terapia pelos seguintes motivos mais comuns:
  • Quando se sente triste por algum período;
  • Quando há problemas que não consegue resolver;
  • Quando tem dificuldades de praticar o autoconhecimento;
  • Quando tem problemas no trabalho, seja por falta de concentração ou relacionamento;
  • Quando está sempre tenso e ansioso pelo que há de vir;
  • Quando pratica atitudes prejudiciais a si próprio e a outras pessoas.
  • Se você consegue perceber essas questões em você, isso pode ser um sinal ou um sintoma mais claro, de que a psicoterapia poderia ajudá-lo a alcançar um bem-estar emocional.


O adoecimento emocional/mental tem um alto custo, individual e social. Pode causar mortes, ou ocasionar depressões, ansiedades, irritações, insônia e agressividade. Assim como sabotar relacionamentos, destruir famílias, causar perdas de emprego. Precisamos de coragem e humildade para procurar ajuda, de um psicólogo e/ou psiquiatra, quando necessário.

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Psicóloga Joselaine Garcia

CRP  07.18433
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terça-feira, 2 de julho de 2019

HIPNOSE: OS BENEFÍCIOS DESSA TÉCNICA NA GRAVIDEZ

Hoje, sabe-se que a hipnose não é indicada apenas para a hora do parto, mas antes e depois dele também.

Antes mesmo de gerar um filho, a mulher consegue tirar proveito da hipnose. Ela pode ser usada para diminuir ou modificar todas as ansiedades ligadas à gravidez, como o medo de engravidar e de morrer na hora do parto.

O mestre em obstetrícia Osmar Ribeiro Colás, coordenador do grupo de estudos de hipnose da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) diz que isso não é novidade no mundo da ciência.

Em entrevista à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Colás conta que, já no século XIX, especialistas europeus observavam a ação da hipnose no alívio das dores do parto. Ao longo do tempo, esse recurso foi sendo estudado, de forma que, em 1951, o francês Fernand Lamaze criou um método que se caracterizava por preparar a mulher antes de dar à luz a partir de orientações gerais sobre posturas, técnicas de respiração e relaxamento com hipnose. O objetivo era que o nascimento da criança ocorresse sem medo e sem dor.

Embora mais estudos tenham sido feitos para investigar a fundo esse benefício, o tratamento desenvolvido por Lamaze ainda é usado para essa finalidade. A vantagem é que, hoje, sabe-se que a hipnose não é indicada apenas para a hora do parto, mas antes e depois dele também.

Os benefícios

Antes mesmo de gerar um filho, a mulher consegue tirar proveito da hipnose. “A gente pode usá-la para diminuir ou modificar todas as ansiedades ligadas à gravidez, como o medo de engravidar e de morrer na hora do parto. Durante a gestação, o método está indicado para aliviar sintomas como enjoos e dores de cabeça e nas costas”. conta Osmar Colás, que também é membro do departamento de obstetrícia da Unifesp.

São várias as vantagens da hipnoterapia durante a gravidez:

Controle do peso corporal
Diminuir as dores durante a gestação e o parto
Trabalhar medos, fobias e fantasias durante a gravidez
Insónias
Diminuição e tratamento da Depressão Pós-Parto e Baby Blues

Baby Blues

Devido à queda dos hormônios femininos depois do nascimento do bebê, é comum que as mulheres passem pelo chamado Baby Blues, um estado de melancolia que dura de 15 a 20 dias após o parto. “Existem estudos mostrando que as pacientes que fazem qualquer técnica de preparo psicoprofilático, como a hipnose, têm 70% menos risco de desenvolver esse problema”, informa Colás. Isso ocorre porque essas terapias modulam os estados emocionais, evitando o desequilíbrio.


A HIPNOTERAPIA

Para conseguir tirar proveito de todos esses benefícios da hipnose é preciso muito treinamento. Osmar Colás chama esse preparo de “condicionamento psicofisiológico para o parto” – que pode ser feito em qualquer fase da gravidez.

Além disso, recursos hipnóticos são usados para que a paciente consiga entrar em um estado de tranquilidade e serenidade profundas. Existe também um momento em que se faz uma experiência chamada projeção, na qual se vive o dia seguinte ao parto, já com o bebê. O objetivo é plantar na gestante a vivência positiva


Durante a gravidez, a utilização de hipnose melhora muito a qualidade de vida do feto e da gestante. Indicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como prática complementar, a Hipnose tem sido utilizada cada vez mais durante o processo de gestação, parto e puerpério. Na Inglaterra e na Austrália vários estudos são conduzidos com o apoio das redes públicas de saúde para observar melhor como a Hipnose funciona e a sua eficácia neste período da vida da mulher. Recentemente até mesmo a família real inglesa já utilizou a hipnoterapia durante a gravidez de Kate Middleton.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433

Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Hipnoterapeuta  Condicionativa
Hipnoterapeuta   Cognitiva
Especialista em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

 Psicóloga e  Hipnóloga premiada Internacionalmente

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segunda-feira, 1 de julho de 2019

COMO O STRESS PODE SE MANIFESTAR

É uma reação do organismo com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais.

Ele incide quando surge a necessidade de uma grande adaptação a um episódio ou uma situação de importância. Este evento pode ser algo positivo ou negativo, e está acontecendo no presente momento da vida do paciente.


O stress é cada vez mais indissociável da vida moderna em geral e da vida profissional em particular. Em “doses” moderadas, acaba por ser funcional, já que nos motiva e nos ajuda a fazer face à competitividade. Contudo, a partir de determinados níveis, pode ser extremamente prejudicial à nossa saúde.


A organização atual do trabalho, com jornadas excessivas, pressões por metas abusivas, assédio moral e ameaça de demissão estão adoecendo mentalmente os trabalhadores, trazendo prejuízos para toda a vida familiar e social. 

Os agentes estressores podem ser:

• Interno: interpretações distorcidas, características de personalidade, vulnerabilidade interna, expectativas irrealistas, sonhos inalcançáveis, ansiedade, competição, pessimismo, desejos e fantasias que passam a serem vistos como obrigação, falta de assertividade;

• Externos: exigências externas, mudança, acidente, nascimento, doença, sobrecarga de trabalho, casamento, condição financeira, falta de tempo para si e para o lazer, etc;

- COMO O STRESS PODE SE MANIFESTAR NO CORPO?

O stress causa uma total desorganização no âmbito psicológico, emocional, físico e afeta o nosso sistema imunológico. O fato de afetar o nosso sistema imunológico é muito importante, isso por que promove uma suscetibilidade a desenvolvimento de outras patologias, visto que ficamos menos resistentes a inúmeros agentes patológicos.
No corpo poderá haver manifestações físicas de fundo psicossomático como:
- Fadiga crônica,
- dores de cabeça freqüentes,
- insônia ou hipersonia,
- hipertensão arterial,
- desordens cardíacas e gastrintestinais,
- queda intensa de cabelo;
- nas mulheres alteração do ciclo menstrual,
- ganho ou perda de peso,
- respiração acelerada e fora do comum,
- vertigem, leve tontura,
- palpitação,
- falta de ar,
- dores no peito,
- manchas na pele,
- dores no corpo,
- gripes e infecções recorrentes,
- herpes, entre tantas outras;


- QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS PSICOLÓGICO DO STRESS?

- Desenvolvimento de atitudes negativas, de insensibilidade ou descontrole agressivo ;
- Sensações emocionais desencorajadoras, como: falta de realização pessoal, tendência a desvalorizar  o próprio trabalho, sentimentos de vazio, esgotamento, impotência, baixa auto-estima;
- Irritabilidade freqüente, inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância a frustração, comportamento paranóide ou agressivo;

- O QUE DEVE SER FEITO QUANDO OS SINTOMAS APARECEM?
O corpo fala. Aprenda a reconhecer a linguagem do seu corpo.
Se você estiver stressado, não entre em pânico. Existem tratamentos especializados que podem ajudá-lo a se recuperar. 

Psicoterapia agregada a Hipnose Clínica visa o treino de controle do stress com técnicas específicas de reestruturação cognitiva e diminuição dos sintomas de ansiedade. A Hipnoterapia é uma ferramenta que otimiza os resultados da terapia, facilitando o enfrentamento da situação estressora.

Se identificou nos sintomas acima? Então não hesite, busque ajuda, procure um médico e/ou Psicólogo, VIVA MUITO MELHOR!

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
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Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
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DEPRESSÃO: SERÁ QUE VOCÊ TEM?



Na maioria das vezes pensamos que estar deprimido é estar chorando, expressão de tristeza, mas às vezes a depressão se apresenta com sintomas físicos, o que confunde e retarda o diagnóstico.

Quanto mais demorarmos para tratar a doença pior o quadro, mais chance de surgirem pensamentos de morte e cronificar a doença.

É preciso estar atento a este diagnóstico que é motivo de inúmeras consultas repetidas e onera o sistema de saúde com exames e tratamentos desnecessários, pois muitas vezes é interpretada como uma outra doença orgânica e confunde inclusive médicos experientes.

Além de sintomas emocionais como desânimo, falta de prazer nas coisas, sentimentos de culpa, tristeza, desvalorização, pensamentos de abandono, desprezo, inferioridade, baixa auto estima, alterações no sono e no apetite, pensamentos de morte e de sumir, estar mais apática e falando pouco, se isolando e querendo ficar só e na cama... Enfim, entre tantos sinais e sintomas ainda temos os sinais físicos abaixo:

- Dor de cabeça.
- Má digestão.
- Tonturas.
- Dores peito.
- Formigamentos.
- Aperto no peito.
- Alterações do hábito intestinal.
- Alterações do peso.
- Dores articulares.
- Tremores.
- zumbidos.
- Gastrite e dores abdominais. 



 Nos consultórios, transtornos psiquiátricos, como depressão, ansiedade, fobias, etc, vêm sendo COMBATIDOS COM ÊXITO e de FORMA MAIS RÁPIDA COM A AJUDA DA HIPNOSE.

Não por acaso, o Conselho Federal de Psicologia (CFP), ainda em 2000, reconheceu e regulamentou a hipnose como recurso auxiliar no tratamento.


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Joselaine Garcia
Psicóloga Clínica /
 CRP 07.18433  
Hipnóloga Clínica
         
🏆🎖Premiada Internacionalmente
Cruz Alta-RS