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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Quando uma mulher desperta, nada mais a silencia

🌹 A mulher que decide se curar, rompe gerações inteiras de silêncio. 🌹
A Hipnose Clínica associada à Psicoterapia é uma das abordagens mais profundas e rápidas para o empoderamento feminino porque trabalha a mente consciente e o inconsciente ao mesmo tempo.

Ela ajuda a quebrar padrões que limitam:

• insegurança
• medo de se posicionar
• culpa
• autocobrança
• dependência emocional
• sensação de não merecimento
Quando essas raízes mudam, a mulher muda.
E quando a mulher muda… tudo ao redor acompanha.
✨ Quando uma mulher desperta, nada mais a silencia. 

Se você sente que chegou a sua hora de despertar, me envie uma mensagem.
Vamos iniciar seu processo de cura e fortalecimento emocional.
WhatsApp 55.99167-7928

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domingo, 12 de abril de 2020

PANDEMIA E ISOLAMENTO: A NEGAÇÃO FAZ PARTE DO COMPORTAMENTO DE MUITAS PESSOAS

1- Como fazer para convencer as pessoas a permanecerem em casa?

Primeiro precisamos compreender que situações que chocam que alteram nossa rotina, que trazem um impacto a vida do sujeito é comum que diversas reações e sentimentos como o de negação (emocional), raiva, não aceitação, resistência, medo, pânico e histeria se façam presentes. 
A negação é um mecanismo de defesa inconsciente e até certo ponto normal no início, permitindo que a mente possa elaborar e se adaptar. Pouco a pouco esse mecanismo de defesa vai perdendo a sua eficácia deixando a dor emocional oculta ascender à superfície. A partir do momento que não podemos negar temos que aceitar, e seguimos para o enfrentamento.
Já o medo, pânico e ansiedade essas reações estão sendo mostradas através do que as pessoas estão fazendo nos supermercados, farmácias etc. comprando excessivamente. Isso nos demonstra o quanto está afetando o emocional das pessoas frente à Quarentena. O medo do pior, do que não se sabe, do vírus desconhecido, da morte.

Agora que sabemos um pouco do que perpassa nestas situações, podemos compreender e compreendendo podemos ter mais empatia para lidar com a situação.
É um momento delicado e cada pessoa reage de uma maneira, mas a primeira coisa neste momento é que não sejamos impositivos, quando impomos algo a alguém a primeira reação é a resistência, é preciso falar sempre usando o “NÓS”, (nós precisamos ficar em casa, nós precisamos fazer nossa parte), sempre se colocando junto na situação.

2- Quais os estímulos necessários para isso?

É preciso buscar aquilo que dá prazer e acalma, aproveite o momento para pensar no que você gosta, mas não faz, coisas que você deixava de fazer por falta de tempo.
Vamos pensar juntos: A gente sempre reclama que não tem tempo para fazer as coisas, para ler, para fazer exercício, para falar com amigos. Podemos aproveitar este momento para isso.  Vamos utilizar a tecnologia a nosso favor neste momento e conversar com as pessoas pela internet, watssap etc. assistir vídeos. Aproveitar esse momento para ouvir as músicas que você gosta, mas nunca pode parar para curtir. Assistir filmes, séries, assistir conteúdos que te faz pensar e/ou rir. 
É um período excelente para se preparar para aprender novas coisas. Aproveite esse momento para se (RE)inventar, se (RE)conhecer e (RE)adaptar.

3- De que forma as conversas virtuais, exercícios físicos, tarefas da casa auxiliam no passar do tempo das pessoas isoladas em suas casas?

 A oferta ou sugestão de atividades de entretenimento permitem o melhor manejo do estresse e da ansiedade do confinamento. Como exemplo, a permissão do uso de telefone celular, ou outro meio eletrônico, deve ser considerada como necessidade básica e não artigo de luxo, assim como o contato por meios de comunicação com familiares e/ou afetos. 

(Entrevista, na íntegra, concedida ao Jornal DiárioSerrano.)

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista  em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS

domingo, 16 de fevereiro de 2020

O AMOR ROMÂNTICO COMEÇA A SAIR DE CENA



A fusão proposta pelo amor romântico é extremamente sedutora. A grande maioria das pessoas acredita que não há remédio melhor para o nosso desamparo do que a sensação de nos completarmos na relação com outra pessoa. Entretanto, nesta primeira década do século XXI, com tantas opções de vida, o que homens e mulheres mais desejam: estabilidade nas relações amorosas ou liberdade? Vivemos um período de grandes transformações no mundo, e, no que diz respeito ao amor, o dilema atual parece se situar entre o desejo de simbiose com o parceiro e o desejo de liberdade.

Elisabeth Badinter, em (Um é o outro, Nova Fronteira, 1986.) apresenta nosso triplo desafio: conciliar o amor por si próprio e o amor pelo outro; negociar nossos dois desejos — de simbiose e de liberdade —; adaptar, enfim, nossa dualidade à do nosso parceiro, tentando constantemente ajustar nossas evoluções recíprocas. O peso do indivíduo coloca o casal em xeque. A duração da relação passa a ser um ideal e não mais uma obrigação

"Novos mundos, novos sujeitos, novas emoções. No momento, estamos, pouco a pouco, aceitando que a experiência amorosa é fugaz e seu destino é a provisoriedade. Resta saber, portanto, para onde vai migrar a vontade de ir além do bom senso, o desafio de realizar o impossível ou o ímpeto de vencer a brevidade, em matéria de felicidade emocional. O amor romântico encarnava essas promessas. Em sua ausência, quem ou o que vai se ocupar do sentido da vida de cada dia ou da fantasia da redenção afetiva? Ainda o mesmo amor? Outras formas de amar? Ou outras maneiras de criar um mundo emocional sem a onipresença do romantismo? Difícil de responder; impossível não querer responder; a cada um a tarefa de procurar responder"

Fonte Bibliográfica:

Lins, Regina Navarro, 1948-
A cama na varanda: arejando nossas idéias a respeito de amor e sexo: novas tendências / Regina Navarro Lins. - Ed. rev. e ampliada. - Rio de Janeiro: BestSeller, 2007, pg 330.


Psicóloga Joselaine Garcia

CRP  07.18433
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“O excesso de alguma coisa é a falta de alguma coisa.”


Mas o que estará faltando? 

  A obesidade em questão



Há um ditado árabe que diz que “o excesso de alguma coisa é a falta de alguma coisa”. Já Aristóteles assinalava que a virtude está no meio, entre dois extremos, um por falta e outro por excesso. Em se tratando de obesidade, o excesso é evidente, mas o que poderia estar faltando?

A obesidade deixou de ser vista apenas como uma questão estética e passou a ser considerada como doença crônica, como um problema de saúde, envolvendo dificuldades muito grandes para o sucesso de seu tratamento.

Os pacientes muitas vezes conseguem emagrecer, mas a dificuldade maior não é apenas o emagrecimento em si, mas a manutenção do peso após o emagrecimento, ocorrendo freqüentemente o que costuma ser chamado de “efeito iôiô” ou “efeito sanfona”

Assim, o tratamento da pessoa obesa é particularmente complexo, requerendo uma abordagem multidisciplinar que envolve médicos de diferentes especialidades como: endocrinologista, cirurgião especializado em cirurgia bariátrica, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras. (Dependendo muito do grau da obesidade)

Winnicott (1936) observa que “voracidade é uma palavra com um significado bastante preciso, fazendo com que se junte o psíquico e o físico, amor e ódio, o que é aceitável e o que não é aceitável para o ego” (p. 111). Pereira (1985) diz que os pacientes por ela observados apresentavam uma estrutura psíquica predominantemente narcísica, com algumas das características das perturbações narcísicas de personalidade, como um frágil sentimento de identidade, com a conseqüente acentuada vulnerabilidade do sentimento de auto-estima. Em suas histórias de vida, expressavam graves lesões narcísicas e sérias perturbações no relacionamento com a figura materna. No entender da autora, o material inconsciente desses pacientes quase sempre expressa o sentimento de que não são queridos, de que precisam mostrar-se sempre de acordo com os demais, em detrimento de seus próprios valores ou opiniões, o que lhes dá a sensação de serem pouco reais. Tende a permanecer dentro deles um acentuado sentimento de vazio e de falta de completude, mesmo que não estejam sós. Qualquer alteração mais ou menos acentuada no esquema corporal e na representação que têm de seu próprio corpo no psiquismo pode acarretar sérios transtornos no sentimento de identidade. Ingestão repetida de alimento pode estar relacionada à necessidade de evitar o sentimento de desintegração.

Essas defesas se organizam de forma a que a pessoa alcance um equilíbrio psíquico, ainda que (muito) patológico, e alterá-las representa uma ameaça de desmoronamento psíquico, o que mobiliza muita angústia. A obesidade parece compor com esse esquema defensivo rígido e parece implicar inúmeras funções no psiquismo do sujeito.
Emagrecer pode, assim, representar uma grande ameaça, assim não conseguem perder peso, ou perdem e recuperam, ou perdem e estacionam, nas patologias do vazio, evita-se a realidade interna, tida como insuportável, e mantêm-se as estratégias defensivas empregadas. O corpo passa a ser sede e testemunha das emoções e do pensamento.

A compulsão repetitiva busca um renascimento psíquico, que acaba não se dando pela inexistência de um bom encontro, o qual entendemos não depender apenas do objeto, mas também das projeções que se dão sobre ele, tais como expectativas de preenchimento impossíveis de se realizarem, reeditando-se assim a frustração e o vazio.

Há um buraco sem fundo a ser preenchido, um buraco devido à falta de sentido das experiências vividas, que, por sua vez, decorre da restrita capacidade de simbolização, e que se busca preencher com “coisas”, como comida, bebida, drogas, compras etc.

Cabe lembrar que a adição está presente, por diferentes vias, como a adição a drogas, as neo-sexualidades, a promiscuidade, os distúrbios alimentares (bulimia, anorexia, obesidade), os transtornos psicossomáticos etc.


Dessa forma, vemos como é difícil para o obeso fazer reparações.

Assim sendo, é imprescindível a psicoterapia para resultado satisfatório, hoje podemos contar, também, com a Hipnose Clínica no tratamento, trazendo excelentes resultados.


Psicóloga Joselaine Garcia

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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

MITOS SOBRE A HIPNOSE CLÍNICA



Hipnose é Magia?
MITO - Embora pareça mágico ou miraculoso o trabalho da hipnoterapia, ela não o é!
É uma terapia que não tem nada de místico, religioso ou espiritual.
Pelo contrário, seu foco é o cérebro, o cérebro que todo mundo tem, mas que não sabe usar corretamente ou plenamente.
Talvez este seja o verdadeiro problema: não é porque você desconhece como usar a ferramenta que ela não funcione!

Hipnose é Controle da Mente?
MITO - A hipnose NÃO é o controle da mente do indivíduo, como se fosse possível eu tirar seu livre-arbítrio ou jogar fora sua moral!
Na verdade, a hipnose é o controle da mente feito pela própria pessoa, e não pelo terapeuta. É A PESSOA QUE DECIDE O QUÃO FUNDO IRÁ, E QUAL A INTENSIDADE DA TERAPIA. Se ela realmente quer a solução do seu problema, ela fará essa escolha. A função de terapeuta é apenas auxiliar a pessoa nesse caminho.

Hipnose é Relaxamento?
MITO - É muito comum circular na internet anúncios de hipnose como áudios de relaxamento. Embora o estado hipnótico seja percebido como um de relaxamento muito profundo, simplesmente relaxar não o ajudará em nada.
Para fins terapêuticos, é importante uma intenção e uma técnica certa, pois, do contrário, será inútil.

Hipnose é Ocultismo?
MITO - É muito comum as pessoas associarem o trabalho da hipnose ao ocultismo.
Talvez, isso aconteça porque a hipnose ainda seja vista como algo “oriental”, “estranho” ou “do além”.
Na verdade, a hipnose é puramente um estado super concentrado da sua mente, estado esse que você experiência dezenas de vezes durante o dia, sem perceber!

Exemplo: quando você entra no carro e nem percebe o caminho de casa; quando o filme está nos momentos decisivos e você não se dá conta de alguém chamando por seu nome; etc.

 “Eu não sou Hipnotizável”
MITO - De acordo como Gerald Kein, um dos maiores e mais importantes hipnoterapeutas da era atual, só existem duas pessoas que não entram em hipnose: aquela que não quer e aquela que tem medo.
Algumas outras podem não entrar muito facilmente ou demorar mais (o que também é uma minoria), mas em geral, todos entram muito rápido e facilmente, pois, como já foi dito, o cérebro humano entra neste estado todos os dias, várias vezes, pois faz parte da evolução da vida – o cérebro precisa economizar “bateria”.

Hipnose muda o Cérebro?
MITO - NÃOapenas ajuda na mudança dos padrões de pensamento.

Por exemplo, uma pessoa que acredita que não merece ser feliz, provavelmente terá inúmeras razões e desculpas para reforçar e manter esta crença infeliz.
No processo de hipnoterapia, ela poderá perceber que este é um pensamento que, um dia, no passado, foi tão marcante que se tornou uma lei para ela.
Assim, a hipnoterapia será a oportunidade de mudar o significado daquela experiência e com isto, retornar ao momento presente com novas idéias.

Afinal, o que é a Hipnose?
Hipnose é uma maneira linda, rápida e indolor de ajudar na solução dos problemas, a viver melhor, a viver sem dor, sem culpa, sem raiva.
A hipnose é utilizada para despertar o seu verdadeiro poder de transformação.
O tratamento feito pela hipnose não é perigoso ou invasivo, e você não falará coisas “secretas”, ou fará coisas que vão contra a sua moral e ética.

Psicóloga Joselaine Garcia
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

CIÚME EM EXCESSO PODE DESTRUIR UMA RELAÇÃO!!!



O sentimento é considerado normal quando transitório e baseado em fatos reais.

Ele faz parte da natureza humana e surge comumente quando uma relação está ameaçada. É uma fase que a grande maioria passa quando estabelecem uma relação mais íntima com alguém, seja amorosa, de trabalho ou familiares, porém o espaço reservado para o ciúme pode abrigar desde o nível saudável até o descontrole doentio.

A intensidade do ciúme, ou seja, como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal, porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e capacidade de ser humano, destarte, se vai provocar conseqüências no afeto ou ser apenas uma crise transitória depende de cada indivíduo.

Para diversos autores o ciúme é dividido em três níveis diferentes: o “Normal”, o Neurótico e o Paranóico (Síndrome de Otelo).

O “normal”, mais comum, é a pessoa sentir-se enciumada em situações eventuais, onde existe um motivo real em que o sujeito enciumado sente-se de certa forma abandonado pelo parceiro.

Se formos pensar do ponto de vista psicanalítico, as causas do CIÚME EXCESSIVO estão estritamente relacionadas à infância, pode ter suas raízes profundas na infância e no relacionamento com os pais, assim sendo, muitas vezes o ciumento excessivo carrega carências afetivas de longa data.

A precariedade dos vínculos afetivos seja na infância ou nos relacionamentos anteriores poderá levar o sujeito a ter dificuldades nas relações amorosas. Cada relacionamento profundo que estabelecemos na vida poderá acionar um aspecto diferente do nosso mundo interior, apresentando-nos desafios diversos e provocando-nos diferentes reações.

Muitos outros sentimentos abarcam o ciúme, como inferioridade, baixa autoestima, sentimento de injustiça, e medo inconsciente da perda, ele pode ainda ser fruto de um narcisismo excessivo que se expõe com reações doentias tais como o ciúme neurótico e delirante.

O ciúme em certa medida pode até aproximar o casal durante uma relação, ele pode ser visto como um sinal de amor, de zelo pelo relacionamento, porém quando ultrapassa a linha da normalidade gera conseqüências negativas, pode trazer muita angústia, ocasionando menor contentamento no relacionamento, alcançando formas doentias e abalando a saúde física e emocional de uma pessoa.

O ciúme é um dos sentimentos destrutivos que mais afeta os relacionamentos amorosos, leva à insatisfação e término do relacionamento conjugal. Em níveis mais graves ele pode se mostrar crônico, violento, e limítrofe da paranóide, ele invade a vida do casal e se manifesta por atos violentos que podem levar o ciumento a destruir justamente o que lhe é mais caro, o amor de seu parceiro.

O ciúme é um sentimento egocentrado, não se trata de um sentimento voltado para o outro, mas sim voltado para si mesmo, para quem o sente, pois é, na verdade, o medo que alguém sente de perder o outro ou sua exclusividade sobre ele. Ainda que complexo, o sentimento afeta pessoas de todas as idades.

Preste atenção!

Ciúme em excesso pode destruir uma relação. Quando o ciúme começa a interferir de modo intrusivo no relacionamento amoroso, é porque a situação já está caminhando para um lado sombrio, é hora de procurar ajuda psicológica qualificada.




Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

QUANDO O MAU HUMOR VIRA DOENÇA


DISTIMIA


Trata-se de um transtorno psiquiátrico que pode atingir cerca de 11 milhões de brasileiros. Eles se sentem relativamente desmotivados e desvinculados do mundo. Os distímicos são considerados pelos familiares como pessoas desagradáveis, de difícil relacionamento. No emprego, chegam irritados, de cara amarrada, e os colegas os definem como resmungões e pouco sociáveis. Essas pessoas aprendem a funcionar irritadas e acham que, por ser um traço de personalidade, o problema é imutável.

A distimia ou transtorno depressivo persistente tem como característica predominante o humor depressivo por grande parte do dia – e persistente ao longo dos últimos dois anos. Esses sintomas depressivos são tão comuns que passam a fazer parte do cotidiano da pessoa. E pode acometer crianças, adolescentes e adultos.

Os portadores do transtorno são pessoas de difícil relacionamento, com baixa autoestima e elevado senso de autocrítica. Estão sempre irritados, reclamando de tudo e só enxergam o lado negativo das coisas. É comum que tanto os próprios indivíduos quanto seus familiares não percebam a existência de um transtorno e afirmem, veementemente, que esse é o ‘jeito de ser’ do sujeito.

Portanto, quando a pessoa parece estar sempre de mal com a vida, se para ela nada está bom e nada a deixa feliz, um sinal de alerta se acende. Pode ser distimia, um transtorno mental, um tipo de depressão crônica, que se manifesta por meio de uma rabugice e de um mau humor, que parecem eternos.

SINTOMAS

O principal sintoma da distimia é um humor baixo (Mau Humor constante) ou tristeza de longa duração. Pessoas com distimia também podem ficar irritadas facilmente. Outros sintomas incluem:

  • Aumento ou diminuição do apetite ou peso
  • Falta de sono ou Hipersonia(está dormindo demais)
  • Fadiga ou baixa energia
  • Baixa autoestima
  • Dificuldade em se concentrar
  • Indecisão
  • Desesperança ou pessimismo


Para certificar-se de que o mal humor é mesmo patológico, os sintomas devem persistir por no mínimo dois anos. A doença não deve ser subestimada, pois o doente corre um risco 30% maior de desenvolver quadros depressivos graves.

TRATAMENTO

O melhor tratamento é uma combinação de psicoterapia e medicação.

PSICOTERAPIA

Sessões de psicoterapia e hipnose Clínica geralmente são projetadas ao apoio emocional, assim como, explora a história por trás dos sintomas, examina e ajudar a corrigir padrões de pensamento autocríticos defeituosos, e pode ainda ajudar a pessoa a resolver conflitos em relacionamentos importantes., Se você se identificou busque ajuda dê um passo em direção de uma vida melhor, tenha Atitude!

ATENÇÃO!

A doença não deve ser subestimada, pois o portador corre um risco 30% maior de desenvolver quadros depressivos graves. Aliás, quem tem distimia costuma procurar ajuda só quando ela já evoluiu para um quadro depressivo grave.


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
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domingo, 28 de julho de 2019

OS PROBLEMAS SÃO SEUS. MAS, QUAL É A HORA CERTA DE PROCURAR AJUDA?



Todos nós passamos por situações desagradáveis quase que diariamente. Problemas conjugais, familiares, no trabalho e nos relacionamentos, dúvidas existenciais, perdas de entes queridos e outras mazelas doídas do cotidiano. Coisas inerentes ao viver e com as quais precisamos saber como lidar. A questão é que nem todos conseguem conviver adequadamente com tais dificuldades.

É comum pessoas que ao passarem por determinados problemas perdem reforçadores importantes (situações prazerosas) e passam a ter maior contato com aversivos (eventos desagradáveis). Muitas vezes o próprio indivíduo discrimina a situação em que se encontra, mas não consegue livrar-se dela e permanece no sofrimento. Não rara as vezes, o sujeito não percebe o que está ocorrendo com ele, mas causa sofrimento ou incomodo aos que estão à sua volta. Portanto, a família e pessoas próximas devem estar atentas às mudanças de comportamento do outro e se necessário, buscar ajuda. Este é um importante momento para se procurar a ajuda de um Psicólogo.

A psicoterapia permite que o paciente compreenda a situação ocorrida e desenvolva mecanismos adequados para lidar com o seu problema/sofrimento.

A procura por um psicólogo deve ser livre de estigmas. É um tratamento como qualquer outro tratamento médico.


PARA QUEM A PSICOTERAPIA É INDICADA?

A psicoterapia é para todas as idades e pode ser indicada para diversas situações, graças às suas características amplas de entendimento do comportamento e do sentimento humano. Em geral, as pessoas buscam a terapia pelos seguintes motivos mais comuns:
  • Quando se sente triste por algum período;
  • Quando há problemas que não consegue resolver;
  • Quando tem dificuldades de praticar o autoconhecimento;
  • Quando tem problemas no trabalho, seja por falta de concentração ou relacionamento;
  • Quando está sempre tenso e ansioso pelo que há de vir;
  • Quando pratica atitudes prejudiciais a si próprio e a outras pessoas.
  • Se você consegue perceber essas questões em você, isso pode ser um sinal ou um sintoma mais claro, de que a psicoterapia poderia ajudá-lo a alcançar um bem-estar emocional.


O adoecimento emocional/mental tem um alto custo, individual e social. Pode causar mortes, ou ocasionar depressões, ansiedades, irritações, insônia e agressividade. Assim como sabotar relacionamentos, destruir famílias, causar perdas de emprego. Precisamos de coragem e humildade para procurar ajuda, de um psicólogo e/ou psiquiatra, quando necessário.

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Psicóloga Joselaine Garcia

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

DEPRESSÃO MASCULINA: A dificuldade em admitir e reconhecer os sintomas




A depressão masculina é uma arapuca quase invisível, Os homens sofrem tanto de depressão quanto as mulheres, mas para eles é mais difícil aceitar a angústia.

Em função de aspectos culturais os homens tendem a esconder a depressão, até mesmo de si mesmos, muitas vezes com sentimentos de hostilidade, raiva e irritabilidade. É mais frequente, inclusive, que os homens apelem para uso de drogas como álcool e cocaína, muitas vezes desenvolvendo dependência. Por trás de muitos casos de alcoolismo e dependência química se encontra a depressão, especialmente entre os homens.

De acordo com estimativas internacionais, os homens tentam o suicídio 4 (quatro) vezes mais que as mulheres, e o que é pior, com maior possibilidade de sucesso. Enquanto as mulheres tomam de preferência uma dose alta de comprimidos e, em teoria, têm maiores chances de sobreviver, os homens adotam recursos radicais, como um tiro na cabeça. 

Segundo o Psicólogo Alessandro Viana, especialista no assunto, os sinais da depressão normalmente observados na mulher são menos comuns nos homens. “Os percebemos nas mulheres principalmente quando exploramos os seus sentimentos. Nos homens, é prestando atenção à sua conduta. Resumindo: as mulheres sentem a sua depressão; os homens atuam com ela.”

A depressão tem, na maioria das vezes, como primeiro sintoma, uma tristeza sem fim e até este sinal, os homens habituam disfarçar, pois para o homem a tristeza é feminina e, então, eles a convertem numa raiva e irritação crônica.

Resumindo, quando eles sentem-se tristes, atuam a sua depressão através da frustração, isolamento e da ira. Tornam-se irritáveis, enfiando-se na sua "concha" e dando aos seus próximos o silêncio como resposta. É esta camuflagem que diferencia a depressão masculina.”

Muitos homens vivem em estado de desânimo crônico, e se acostumam de tal forma com esse sentimento que acreditam que se trata apenas de uma característica de personalidade. Entre os homens há também uma idéia errônea de que esses problemas, ligados a sensação de tristeza ou incapacidade, são “frescura”, que são transitórios e vão passar

Destarte, o que os difere não é a vulnerabilidade à depressão, mas a capacidade de admití-la. Enquanto as mulheres vão ao médico nos primeiros sintomas da doença, os homens só procuram tratamento quando a depressão já está em estágio avançado; o que configura um comportamento de alto risco: a depressão amplia para mais que o dobro de chances do homem desenvolver doenças cardíacas, câncer, diabetes e outras doenças, além de provocar um envelhecimento masculino mais acelerado e deficiência de testosterona.

Na depressão, boa parte dos homens recorre ao álcool para camuflar a tristeza e seu uso constante só faz agravar os sintomas problemáticos. Outros recorrem ao fumo, às drogas, ao sexo compulsivo.


SINTOMAS mais comuns da depressão masculina

  • Irritabilidade
  • Agressividade
  • Dores de cabeça e estomacais.
  • Isolamento
  • Frustração
  • Embotamento emocional (dificuldade em expressar emoções e sentimentos)
  • Falta de interesse por afetos (filhos, amigos, mulheres)
  • Falta de interesse pelo trabalho
  • Apatia geral
  • Perda da libido
  • Alteração do apetite (para mais ou para menos)
  • Insônia ou Hipersonia
  • Cansaço geral
  • Consumo de álcool e droga
  • Busca de emoções fortes (busca de atividades intensas e até mesmo perigosas, como excesso de velocidade, o que cria um risco adicional ou a prática de esportes radicais).


TRATAMENTO:

A depressão em homens tem elementos particulares e específicos e existe a necessidade de tratá-la de forma diferente.

Nos casos mais leves (quando tratados no inicio), a psicoterapia é o tratamento indicado, já nos casos graves recomenda-se o uso de medicamentos associados à psicoterapia.

 Atualmente sessões de psicoterapia agregado a hipnoterapia (Hipnose Clínica) têm apresentado ótimos resultados, no tratamento de depressão, diminuindo assim o tempo de tratamento. O método começa a figurar entre o arsenal de recursos oferecidos por instituições de renome no mundo todo. 

Por fim, cabe ressaltar, que a depressão masculina não é sinal de fraqueza, mas sim, mas sim um problema de humanos, trata-se de um problema para o qual há tratamento e atendimento. Isolar-se é a pior escolha.

Se você desconfia que seu marido, ou algum parente próximo esteja com depressão, é preciso buscar um diálogo franco ajudando a pessoa a se questionar se o seu comportamento não poderia estar relacionado a problemas emocionais, tentando mostrar que ele vem apresentando mudanças de comportamento que não são normais no seu padrão habitual e que talvez seria bom buscar um especialista. O importante é ajudar a pessoa a entender que alguma coisa está errada e que precisa buscar ajuda o mais rápido possível.



Psicóloga Joselaine Garcia
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Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
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terça-feira, 2 de julho de 2019

HIPNOSE: OS BENEFÍCIOS DESSA TÉCNICA NA GRAVIDEZ

Hoje, sabe-se que a hipnose não é indicada apenas para a hora do parto, mas antes e depois dele também.

Antes mesmo de gerar um filho, a mulher consegue tirar proveito da hipnose. Ela pode ser usada para diminuir ou modificar todas as ansiedades ligadas à gravidez, como o medo de engravidar e de morrer na hora do parto.

O mestre em obstetrícia Osmar Ribeiro Colás, coordenador do grupo de estudos de hipnose da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) diz que isso não é novidade no mundo da ciência.

Em entrevista à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Colás conta que, já no século XIX, especialistas europeus observavam a ação da hipnose no alívio das dores do parto. Ao longo do tempo, esse recurso foi sendo estudado, de forma que, em 1951, o francês Fernand Lamaze criou um método que se caracterizava por preparar a mulher antes de dar à luz a partir de orientações gerais sobre posturas, técnicas de respiração e relaxamento com hipnose. O objetivo era que o nascimento da criança ocorresse sem medo e sem dor.

Embora mais estudos tenham sido feitos para investigar a fundo esse benefício, o tratamento desenvolvido por Lamaze ainda é usado para essa finalidade. A vantagem é que, hoje, sabe-se que a hipnose não é indicada apenas para a hora do parto, mas antes e depois dele também.

Os benefícios

Antes mesmo de gerar um filho, a mulher consegue tirar proveito da hipnose. “A gente pode usá-la para diminuir ou modificar todas as ansiedades ligadas à gravidez, como o medo de engravidar e de morrer na hora do parto. Durante a gestação, o método está indicado para aliviar sintomas como enjoos e dores de cabeça e nas costas”. conta Osmar Colás, que também é membro do departamento de obstetrícia da Unifesp.

São várias as vantagens da hipnoterapia durante a gravidez:

Controle do peso corporal
Diminuir as dores durante a gestação e o parto
Trabalhar medos, fobias e fantasias durante a gravidez
Insónias
Diminuição e tratamento da Depressão Pós-Parto e Baby Blues

Baby Blues

Devido à queda dos hormônios femininos depois do nascimento do bebê, é comum que as mulheres passem pelo chamado Baby Blues, um estado de melancolia que dura de 15 a 20 dias após o parto. “Existem estudos mostrando que as pacientes que fazem qualquer técnica de preparo psicoprofilático, como a hipnose, têm 70% menos risco de desenvolver esse problema”, informa Colás. Isso ocorre porque essas terapias modulam os estados emocionais, evitando o desequilíbrio.


A HIPNOTERAPIA

Para conseguir tirar proveito de todos esses benefícios da hipnose é preciso muito treinamento. Osmar Colás chama esse preparo de “condicionamento psicofisiológico para o parto” – que pode ser feito em qualquer fase da gravidez.

Além disso, recursos hipnóticos são usados para que a paciente consiga entrar em um estado de tranquilidade e serenidade profundas. Existe também um momento em que se faz uma experiência chamada projeção, na qual se vive o dia seguinte ao parto, já com o bebê. O objetivo é plantar na gestante a vivência positiva


Durante a gravidez, a utilização de hipnose melhora muito a qualidade de vida do feto e da gestante. Indicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como prática complementar, a Hipnose tem sido utilizada cada vez mais durante o processo de gestação, parto e puerpério. Na Inglaterra e na Austrália vários estudos são conduzidos com o apoio das redes públicas de saúde para observar melhor como a Hipnose funciona e a sua eficácia neste período da vida da mulher. Recentemente até mesmo a família real inglesa já utilizou a hipnoterapia durante a gravidez de Kate Middleton.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433

Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Hipnoterapeuta  Condicionativa
Hipnoterapeuta   Cognitiva
Especialista em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

 Psicóloga e  Hipnóloga premiada Internacionalmente

 Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  -  Fone : 55.9.9167-7928
Cruz Alta - RS

segunda-feira, 1 de julho de 2019

COMO O STRESS PODE SE MANIFESTAR

É uma reação do organismo com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais.

Ele incide quando surge a necessidade de uma grande adaptação a um episódio ou uma situação de importância. Este evento pode ser algo positivo ou negativo, e está acontecendo no presente momento da vida do paciente.


O stress é cada vez mais indissociável da vida moderna em geral e da vida profissional em particular. Em “doses” moderadas, acaba por ser funcional, já que nos motiva e nos ajuda a fazer face à competitividade. Contudo, a partir de determinados níveis, pode ser extremamente prejudicial à nossa saúde.


A organização atual do trabalho, com jornadas excessivas, pressões por metas abusivas, assédio moral e ameaça de demissão estão adoecendo mentalmente os trabalhadores, trazendo prejuízos para toda a vida familiar e social. 

Os agentes estressores podem ser:

• Interno: interpretações distorcidas, características de personalidade, vulnerabilidade interna, expectativas irrealistas, sonhos inalcançáveis, ansiedade, competição, pessimismo, desejos e fantasias que passam a serem vistos como obrigação, falta de assertividade;

• Externos: exigências externas, mudança, acidente, nascimento, doença, sobrecarga de trabalho, casamento, condição financeira, falta de tempo para si e para o lazer, etc;

- COMO O STRESS PODE SE MANIFESTAR NO CORPO?

O stress causa uma total desorganização no âmbito psicológico, emocional, físico e afeta o nosso sistema imunológico. O fato de afetar o nosso sistema imunológico é muito importante, isso por que promove uma suscetibilidade a desenvolvimento de outras patologias, visto que ficamos menos resistentes a inúmeros agentes patológicos.
No corpo poderá haver manifestações físicas de fundo psicossomático como:
- Fadiga crônica,
- dores de cabeça freqüentes,
- insônia ou hipersonia,
- hipertensão arterial,
- desordens cardíacas e gastrintestinais,
- queda intensa de cabelo;
- nas mulheres alteração do ciclo menstrual,
- ganho ou perda de peso,
- respiração acelerada e fora do comum,
- vertigem, leve tontura,
- palpitação,
- falta de ar,
- dores no peito,
- manchas na pele,
- dores no corpo,
- gripes e infecções recorrentes,
- herpes, entre tantas outras;


- QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS PSICOLÓGICO DO STRESS?

- Desenvolvimento de atitudes negativas, de insensibilidade ou descontrole agressivo ;
- Sensações emocionais desencorajadoras, como: falta de realização pessoal, tendência a desvalorizar  o próprio trabalho, sentimentos de vazio, esgotamento, impotência, baixa auto-estima;
- Irritabilidade freqüente, inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância a frustração, comportamento paranóide ou agressivo;

- O QUE DEVE SER FEITO QUANDO OS SINTOMAS APARECEM?
O corpo fala. Aprenda a reconhecer a linguagem do seu corpo.
Se você estiver stressado, não entre em pânico. Existem tratamentos especializados que podem ajudá-lo a se recuperar. 

Psicoterapia agregada a Hipnose Clínica visa o treino de controle do stress com técnicas específicas de reestruturação cognitiva e diminuição dos sintomas de ansiedade. A Hipnoterapia é uma ferramenta que otimiza os resultados da terapia, facilitando o enfrentamento da situação estressora.

Se identificou nos sintomas acima? Então não hesite, busque ajuda, procure um médico e/ou Psicólogo, VIVA MUITO MELHOR!

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

  Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928

CRUZ ALTA RS,