🌹 A mulher que decide se curar, rompe gerações inteiras de silêncio. 🌹
A Hipnose Clínica associada à Psicoterapia é uma das abordagens mais profundas e rápidas para o empoderamento feminino porque trabalha a mente consciente e o inconsciente ao mesmo tempo.
Ela ajuda a quebrar padrões que limitam:
• insegurança
• medo de se posicionar
• culpa
• autocobrança
• dependência emocional
• sensação de não merecimento
Quando essas raízes mudam, a mulher muda.
E quando a mulher muda… tudo ao redor acompanha.
✨ Quando uma mulher desperta, nada mais a silencia.
Se você sente que chegou a sua hora de despertar, me envie uma mensagem.
Vamos iniciar seu processo de cura e fortalecimento emocional.
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terça-feira, 6 de janeiro de 2026
domingo, 12 de abril de 2020
PANDEMIA E ISOLAMENTO: A NEGAÇÃO FAZ PARTE DO COMPORTAMENTO DE MUITAS PESSOAS
1- Como fazer para convencer as pessoas a permanecerem em casa?
Primeiro precisamos compreender que situações que chocam que alteram nossa rotina, que trazem um impacto a vida do sujeito é comum que diversas reações e sentimentos como o de negação (emocional), raiva, não aceitação, resistência, medo, pânico e histeria se façam presentes.
A negação é um mecanismo de defesa inconsciente e até certo ponto normal no início, permitindo que a mente possa elaborar e se adaptar. Pouco a pouco esse mecanismo de defesa vai perdendo a sua eficácia deixando a dor emocional oculta ascender à superfície. A partir do momento que não podemos negar temos que aceitar, e seguimos para o enfrentamento.
Já o medo, pânico e ansiedade essas reações estão sendo mostradas através do que as pessoas estão fazendo nos supermercados, farmácias etc. comprando excessivamente. Isso nos demonstra o quanto está afetando o emocional das pessoas frente à Quarentena. O medo do pior, do que não se sabe, do vírus desconhecido, da morte.
Agora que sabemos um pouco do que perpassa nestas situações, podemos compreender e compreendendo podemos ter mais empatia para lidar com a situação.
É um momento delicado e cada pessoa reage de uma maneira, mas a primeira coisa neste momento é que não sejamos impositivos, quando impomos algo a alguém a primeira reação é a resistência, é preciso falar sempre usando o “NÓS”, (nós precisamos ficar em casa, nós precisamos fazer nossa parte), sempre se colocando junto na situação.
2- Quais os estímulos necessários para isso?
É preciso buscar aquilo que dá prazer e acalma, aproveite o momento para pensar no que você gosta, mas não faz, coisas que você deixava de fazer por falta de tempo.
Vamos pensar juntos: A gente sempre reclama que não tem tempo para fazer as coisas, para ler, para fazer exercício, para falar com amigos. Podemos aproveitar este momento para isso. Vamos utilizar a tecnologia a nosso favor neste momento e conversar com as pessoas pela internet, watssap etc. assistir vídeos. Aproveitar esse momento para ouvir as músicas que você gosta, mas nunca pode parar para curtir. Assistir filmes, séries, assistir conteúdos que te faz pensar e/ou rir.
É um período excelente para se preparar para aprender novas coisas. Aproveite esse momento para se (RE)inventar, se (RE)conhecer e (RE)adaptar.
3- De que forma as conversas virtuais, exercícios físicos, tarefas da casa auxiliam no passar do tempo das pessoas isoladas em suas casas?
A oferta ou sugestão de atividades de entretenimento permitem o melhor manejo do estresse e da ansiedade do confinamento. Como exemplo, a permissão do uso de telefone celular, ou outro meio eletrônico, deve ser considerada como necessidade básica e não artigo de luxo, assim como o contato por meios de comunicação com familiares e/ou afetos.
(Entrevista, na íntegra, concedida ao Jornal DiárioSerrano.)
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP 07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente
Membro do Latin American Quality Institute
B L O G U E I R A - Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/
Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.
Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA
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CRUZ ALTA RSdomingo, 16 de fevereiro de 2020
O AMOR ROMÂNTICO COMEÇA A SAIR DE CENA
A fusão
proposta pelo amor romântico é extremamente sedutora. A grande maioria das
pessoas acredita que não há remédio melhor para o nosso desamparo do que a
sensação de nos completarmos na relação com outra pessoa. Entretanto, nesta
primeira década do século XXI, com tantas opções de vida, o que homens e
mulheres mais desejam: estabilidade nas relações amorosas ou liberdade? Vivemos
um período de grandes transformações no mundo, e, no que diz respeito ao amor,
o dilema atual parece se situar entre o desejo de simbiose com o parceiro e o
desejo de liberdade.
Elisabeth Badinter, em (Um é o outro, Nova Fronteira, 1986.) apresenta nosso triplo desafio: conciliar o amor por si próprio e o amor pelo outro; negociar nossos dois desejos — de simbiose e de liberdade —; adaptar, enfim, nossa dualidade à do nosso parceiro, tentando constantemente ajustar nossas evoluções recíprocas. O peso do indivíduo coloca o casal em xeque. A duração da relação passa a ser um ideal e não mais uma obrigação
"Novos mundos, novos sujeitos, novas emoções. No momento, estamos, pouco a pouco, aceitando que a experiência amorosa é fugaz e seu destino é a provisoriedade. Resta saber, portanto, para onde vai migrar a vontade de ir além do bom senso, o desafio de realizar o impossível ou o ímpeto de vencer a brevidade, em matéria de felicidade emocional. O amor romântico encarnava essas promessas. Em sua ausência, quem ou o que vai se ocupar do sentido da vida de cada dia ou da fantasia da redenção afetiva? Ainda o mesmo amor? Outras formas de amar? Ou outras maneiras de criar um mundo emocional sem a onipresença do romantismo? Difícil de responder; impossível não querer responder; a cada um a tarefa de procurar responder"
Fonte Bibliográfica:
Lins, Regina Navarro,
1948-
A
cama na varanda: arejando nossas idéias a respeito de amor e sexo: novas
tendências / Regina Navarro Lins. - Ed. rev. e ampliada. - Rio de Janeiro:
BestSeller, 2007, pg 330.
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP
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“O excesso de alguma coisa é a falta de alguma coisa.”
Mas o que estará faltando?
A obesidade em
questão
Há um ditado árabe que diz que “o excesso de alguma
coisa é a falta de alguma coisa”. Já Aristóteles assinalava que a virtude está
no meio, entre dois extremos, um por falta e outro por excesso. Em se tratando de
obesidade, o excesso é evidente, mas o que poderia estar faltando?
A obesidade deixou de ser vista apenas como uma
questão estética e passou a ser considerada como doença crônica, como um
problema de saúde, envolvendo dificuldades muito grandes para o sucesso de seu
tratamento.
Os pacientes muitas vezes conseguem emagrecer, mas
a dificuldade maior não é apenas o emagrecimento em si, mas a manutenção do
peso após o emagrecimento, ocorrendo freqüentemente o que costuma ser chamado
de “efeito iôiô” ou “efeito sanfona”
Assim, o tratamento da pessoa obesa é
particularmente complexo, requerendo uma abordagem multidisciplinar que envolve
médicos de diferentes especialidades como: endocrinologista, cirurgião especializado
em cirurgia bariátrica, nutricionistas, psicólogos,
psiquiatras. (Dependendo muito do grau da obesidade)
Winnicott (1936) observa que “voracidade é uma
palavra com um significado bastante preciso, fazendo com que se junte o
psíquico e o físico, amor e ódio, o que é aceitável e o que não é aceitável
para o ego” (p. 111). Pereira (1985) diz que os pacientes por ela observados
apresentavam uma estrutura psíquica predominantemente narcísica, com algumas das
características das perturbações narcísicas de personalidade, como um frágil
sentimento de identidade, com a conseqüente acentuada vulnerabilidade do
sentimento de auto-estima. Em suas histórias de vida, expressavam graves lesões narcísicas e sérias
perturbações no relacionamento com a figura materna. No entender da autora,
o material
inconsciente desses pacientes quase sempre expressa o sentimento de que não são
queridos, de que precisam mostrar-se sempre de acordo com os demais,
em detrimento de seus próprios valores ou opiniões, o que lhes dá a sensação de
serem pouco reais. Tende a permanecer dentro deles um acentuado sentimento de vazio
e de falta de completude, mesmo que não estejam sós. Qualquer alteração mais ou
menos acentuada no esquema corporal e na representação que têm de seu próprio
corpo no psiquismo pode acarretar sérios transtornos no sentimento de
identidade. Ingestão repetida de
alimento pode estar relacionada à necessidade de evitar o sentimento de
desintegração.
Essas defesas se organizam de
forma a que a pessoa alcance um equilíbrio psíquico, ainda que (muito)
patológico, e alterá-las representa uma ameaça de
desmoronamento psíquico, o que mobiliza muita angústia. A obesidade
parece compor com esse esquema defensivo rígido e parece implicar inúmeras
funções no psiquismo do sujeito.
Emagrecer pode, assim, representar
uma grande ameaça, assim não conseguem perder
peso, ou perdem e recuperam, ou perdem e estacionam, nas patologias do vazio,
evita-se a realidade interna, tida como insuportável, e mantêm-se as
estratégias defensivas empregadas. O corpo passa a ser sede e testemunha das
emoções e do pensamento.
A compulsão repetitiva busca um
renascimento psíquico, que acaba não se
dando pela inexistência de um bom encontro, o qual entendemos não depender
apenas do objeto, mas também das projeções que se dão sobre ele, tais como
expectativas de preenchimento impossíveis de se realizarem, reeditando-se assim
a frustração e o vazio.
Há um buraco sem fundo a ser preenchido, um buraco
devido à falta de sentido das experiências vividas, que, por sua vez, decorre
da restrita capacidade de simbolização, e que se busca preencher com “coisas”,
como comida, bebida, drogas, compras etc.
Cabe lembrar que a adição está presente, por
diferentes vias, como a adição a drogas, as neo-sexualidades, a promiscuidade,
os distúrbios alimentares (bulimia, anorexia, obesidade), os transtornos
psicossomáticos etc.
Dessa forma,
vemos como é difícil para o obeso fazer reparações.
Assim sendo, é imprescindível a psicoterapia para resultado satisfatório,
hoje podemos contar, também, com a Hipnose Clínica no tratamento, trazendo
excelentes resultados.
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP
07.18433
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Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
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Premiada Internacionalmente
Membro do Latin American Quality
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quarta-feira, 7 de agosto de 2019
MITOS SOBRE A HIPNOSE CLÍNICA
Hipnose é Magia?
MITO - Embora pareça mágico ou
miraculoso o trabalho da hipnoterapia, ela não o é!
É uma terapia que não tem nada de místico,
religioso ou espiritual.
Pelo contrário, seu foco é
o cérebro, o cérebro que todo mundo tem, mas que não sabe usar corretamente ou
plenamente.
Talvez este seja o verdadeiro problema: não é porque você
desconhece como usar a ferramenta que ela não funcione!
Hipnose é Controle da Mente?
MITO - A hipnose NÃO é o controle da mente do indivíduo, como se fosse
possível eu tirar seu livre-arbítrio ou jogar fora sua moral!
Na verdade, a hipnose é o
controle da mente feito pela própria pessoa, e não pelo terapeuta. É A
PESSOA QUE DECIDE O QUÃO FUNDO IRÁ, E QUAL A INTENSIDADE DA TERAPIA. Se ela
realmente quer a solução do seu problema, ela fará essa escolha. A função de terapeuta é apenas
auxiliar a pessoa nesse caminho.
Hipnose é Relaxamento?
MITO - É muito comum circular na
internet anúncios de hipnose como áudios de relaxamento. Embora o estado
hipnótico seja percebido como um de relaxamento muito profundo, simplesmente relaxar não o ajudará em nada.
Para fins terapêuticos, é
importante uma intenção e uma técnica certa, pois, do contrário, será inútil.
Hipnose é Ocultismo?
MITO - É muito comum as pessoas
associarem o trabalho da hipnose ao ocultismo.
Talvez, isso aconteça porque a hipnose ainda seja vista como algo
“oriental”, “estranho” ou “do além”.
Na verdade, a hipnose é
puramente um estado super concentrado da sua mente, estado esse que você experiência
dezenas de vezes durante o dia, sem perceber!
Exemplo: quando você entra no carro e nem percebe o caminho de casa;
quando o filme está nos momentos decisivos e você não se dá conta de alguém
chamando por seu nome; etc.
“Eu não sou Hipnotizável”
MITO - De acordo como Gerald Kein, um
dos maiores e mais importantes hipnoterapeutas da era atual, só existem duas pessoas que não entram em hipnose: aquela que
não quer e aquela que tem medo.
Algumas outras podem não entrar muito facilmente ou demorar mais (o
que também é uma minoria), mas em
geral, todos entram muito rápido e facilmente, pois, como já foi dito,
o cérebro humano entra neste estado todos os dias, várias vezes, pois faz parte
da evolução da vida – o cérebro precisa economizar “bateria”.
Hipnose muda o Cérebro?
MITO - NÃO, apenas ajuda na mudança dos
padrões de pensamento.
Por exemplo, uma pessoa que acredita que não merece ser feliz, provavelmente
terá inúmeras razões e desculpas para reforçar e manter esta crença infeliz.
No processo de hipnoterapia, ela poderá perceber que este é um
pensamento que, um dia, no passado, foi tão marcante que se tornou uma lei para
ela.
Assim, a hipnoterapia será a oportunidade de mudar o significado
daquela experiência e com isto, retornar ao momento presente com novas idéias.
Afinal,
o que é a Hipnose?
Hipnose é uma maneira linda, rápida e indolor de ajudar na
solução dos problemas, a viver melhor, a viver sem dor, sem culpa, sem raiva.
A hipnose é utilizada para despertar o seu verdadeiro poder de
transformação.
O tratamento feito pela hipnose não é perigoso ou invasivo, e
você não falará coisas “secretas”, ou fará coisas que vão contra a sua moral e
ética.
Psicóloga Joselaine Garcia
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019
CIÚME EM EXCESSO PODE DESTRUIR UMA RELAÇÃO!!!
O sentimento é
considerado normal quando transitório e baseado em fatos reais.
Ele faz parte
da natureza humana e surge comumente quando uma relação está ameaçada. É uma
fase que a grande maioria passa quando estabelecem uma relação mais íntima com
alguém, seja amorosa, de trabalho ou familiares, porém o espaço reservado para
o ciúme pode abrigar desde o nível saudável até o descontrole doentio.
A intensidade
do ciúme, ou seja, como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal,
porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e
capacidade de ser humano, destarte, se vai provocar conseqüências no afeto
ou ser apenas uma crise transitória depende de cada indivíduo.
Para diversos
autores o ciúme é dividido em três níveis diferentes: o “Normal”, o Neurótico e
o Paranóico (Síndrome de Otelo).
O “normal”,
mais comum, é a pessoa sentir-se enciumada em situações eventuais, onde existe
um motivo real em que o sujeito enciumado sente-se de certa forma abandonado
pelo parceiro.
Se formos
pensar do ponto de vista psicanalítico, as
causas do CIÚME EXCESSIVO estão estritamente relacionadas à infância, pode
ter suas raízes profundas na infância e no relacionamento com os pais, assim
sendo, muitas vezes o ciumento excessivo carrega carências afetivas de longa
data.
A precariedade
dos vínculos afetivos seja na infância ou nos relacionamentos anteriores poderá
levar o sujeito a ter dificuldades nas relações amorosas. Cada relacionamento
profundo que estabelecemos na vida poderá acionar um aspecto diferente do nosso
mundo interior, apresentando-nos desafios diversos e provocando-nos diferentes
reações.
Muitos outros
sentimentos abarcam o ciúme, como inferioridade, baixa autoestima, sentimento
de injustiça, e medo inconsciente da perda, ele pode ainda ser fruto de um
narcisismo excessivo que se expõe com reações doentias tais como o ciúme
neurótico e delirante.
O ciúme em
certa medida pode até aproximar o casal durante uma relação, ele pode ser
visto como um sinal de amor, de zelo pelo relacionamento, porém quando
ultrapassa a linha da normalidade gera conseqüências negativas, pode
trazer muita angústia, ocasionando menor contentamento no
relacionamento, alcançando formas doentias e abalando a saúde física e
emocional de uma pessoa.
O ciúme é um
dos sentimentos destrutivos que mais afeta os relacionamentos amorosos, leva
à insatisfação e término do relacionamento conjugal. Em níveis mais
graves ele pode se mostrar crônico, violento, e limítrofe da paranóide, ele
invade a vida do casal e se manifesta por atos violentos que podem levar o
ciumento a destruir justamente o que lhe é mais caro, o amor de seu parceiro.
O ciúme é um
sentimento egocentrado, não se trata de um sentimento voltado para o outro, mas
sim voltado para si mesmo, para quem o sente, pois é, na verdade, o medo que
alguém sente de perder o outro ou sua exclusividade sobre ele. Ainda que
complexo, o sentimento afeta pessoas de todas as idades.
Preste atenção!
Ciúme em
excesso pode destruir uma relação. Quando o ciúme começa a interferir de modo
intrusivo no relacionamento amoroso, é porque a situação já está caminhando
para um lado sombrio, é hora de procurar ajuda psicológica qualificada.
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP
07.18433
Psicóloga Clínica
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Psicoterapeuta
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Especialista em Hipnose Clínica
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Especialista em Docência Universitária
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quinta-feira, 1 de agosto de 2019
QUANDO O MAU HUMOR VIRA DOENÇA
DISTIMIA
Trata-se de um transtorno psiquiátrico que pode
atingir cerca de 11 milhões de brasileiros. Eles se sentem relativamente
desmotivados e desvinculados do mundo. Os distímicos são considerados pelos
familiares como pessoas desagradáveis, de difícil relacionamento. No emprego,
chegam irritados, de cara amarrada, e os colegas os definem como resmungões e
pouco sociáveis. Essas pessoas aprendem a funcionar irritadas e acham que, por
ser um traço de personalidade, o problema é imutável.
A distimia ou transtorno
depressivo persistente tem como característica predominante o humor
depressivo por grande parte do dia – e persistente ao longo dos últimos dois
anos. Esses sintomas depressivos são tão comuns que passam a fazer parte do
cotidiano da pessoa. E pode acometer crianças, adolescentes e adultos.
Os portadores do transtorno são pessoas de difícil
relacionamento, com baixa autoestima e elevado senso de autocrítica. Estão
sempre irritados, reclamando de tudo e só enxergam o lado negativo das coisas.
É comum que tanto os próprios indivíduos quanto seus familiares não percebam a
existência de um transtorno e afirmem, veementemente, que esse é o ‘jeito de
ser’ do sujeito.
Portanto, quando a pessoa parece estar sempre de
mal com a vida, se para ela nada está bom e nada a deixa feliz, um sinal de
alerta se acende. Pode ser distimia, um transtorno mental, um tipo de depressão crônica,
que se manifesta por meio de uma rabugice e de um mau humor, que parecem
eternos.
SINTOMAS
O principal sintoma da distimia é um humor
baixo (Mau Humor constante) ou tristeza de longa duração. Pessoas com distimia
também podem ficar irritadas facilmente. Outros sintomas incluem:
- Aumento ou diminuição do apetite ou peso
- Falta de sono ou Hipersonia(está dormindo demais)
- Fadiga ou baixa energia
- Baixa autoestima
- Dificuldade em se concentrar
- Indecisão
- Desesperança ou pessimismo
Para certificar-se de que o mal
humor é mesmo patológico, os sintomas devem persistir por no mínimo dois anos.
A doença não deve ser subestimada, pois o doente corre um risco 30% maior
de desenvolver quadros depressivos graves.
TRATAMENTO
O melhor tratamento é uma combinação de
psicoterapia e medicação.
PSICOTERAPIA
Sessões de
psicoterapia e hipnose Clínica geralmente são projetadas ao apoio emocional, assim
como, explora a história por trás dos sintomas, examina e ajudar a corrigir
padrões de pensamento autocríticos defeituosos, e pode ainda ajudar a pessoa a
resolver conflitos em relacionamentos importantes., Se você se identificou
busque ajuda dê um passo em direção de uma vida melhor, tenha Atitude!
ATENÇÃO!
A doença não deve ser subestimada, pois o portador
corre um risco 30% maior de desenvolver quadros depressivos graves. Aliás, quem
tem distimia costuma procurar ajuda só quando ela já evoluiu para um quadro
depressivo grave.
Psicóloga Joselaine Garcia
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07.18433
Psicóloga Clínica
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domingo, 28 de julho de 2019
OS PROBLEMAS SÃO SEUS. MAS, QUAL É A HORA CERTA DE PROCURAR AJUDA?
Todos nós passamos por situações
desagradáveis quase que diariamente. Problemas conjugais, familiares, no
trabalho e nos relacionamentos, dúvidas existenciais, perdas de entes queridos
e outras mazelas doídas do cotidiano. Coisas inerentes ao viver e com as quais
precisamos saber como lidar. A questão é que nem todos conseguem conviver adequadamente
com tais dificuldades.
É comum pessoas que ao passarem por determinados problemas perdem reforçadores importantes (situações prazerosas) e passam a ter maior contato com aversivos (eventos desagradáveis). Muitas vezes o próprio indivíduo discrimina a situação em que se encontra, mas não consegue livrar-se dela e permanece no sofrimento. Não rara as vezes, o sujeito não percebe o que está ocorrendo com ele, mas causa sofrimento ou incomodo aos que estão à sua volta. Portanto, a família e pessoas próximas devem estar atentas às mudanças de comportamento do outro e se necessário, buscar ajuda. Este é um importante momento para se procurar a ajuda de um Psicólogo.
A psicoterapia permite que o paciente
compreenda a situação ocorrida e desenvolva mecanismos adequados para lidar com
o seu problema/sofrimento.
A procura por um psicólogo deve
ser livre de estigmas. É um tratamento como qualquer outro tratamento
médico.
PARA QUEM A
PSICOTERAPIA É INDICADA?
A psicoterapia é para todas as idades e pode ser indicada para
diversas situações, graças às suas características amplas de entendimento do
comportamento e do sentimento humano. Em geral, as pessoas buscam a terapia
pelos seguintes motivos mais comuns:
- Quando se sente triste por algum período;
- Quando há problemas que não consegue resolver;
- Quando tem dificuldades de praticar o autoconhecimento;
- Quando tem problemas no trabalho, seja por falta de concentração ou relacionamento;
- Quando está sempre tenso e ansioso pelo que há de vir;
- Quando pratica atitudes prejudiciais a si próprio e a outras pessoas.
- Se você consegue perceber essas questões em você, isso pode ser um sinal ou um sintoma mais claro, de que a psicoterapia poderia ajudá-lo a alcançar um bem-estar emocional.
O adoecimento emocional/mental tem um alto custo, individual e social.
Pode causar mortes, ou ocasionar depressões, ansiedades, irritações, insônia e
agressividade. Assim como sabotar relacionamentos, destruir famílias, causar
perdas de emprego. Precisamos de coragem e humildade para procurar ajuda, de um
psicólogo e/ou psiquiatra, quando necessário.
______________________________
Psicóloga Joselaine Garcia
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segunda-feira, 22 de julho de 2019
DEPRESSÃO MASCULINA: A dificuldade em admitir e reconhecer os sintomas
A depressão masculina é uma
arapuca quase invisível, Os homens sofrem tanto de depressão quanto as
mulheres, mas para eles é mais difícil aceitar a angústia.
Em função de aspectos culturais
os homens tendem a esconder a depressão, até mesmo de si mesmos, muitas vezes
com sentimentos de hostilidade, raiva e irritabilidade. É mais frequente,
inclusive, que os homens apelem para uso de drogas como álcool e cocaína,
muitas vezes desenvolvendo dependência. Por
trás de muitos casos de alcoolismo e dependência química se encontra a
depressão, especialmente entre os homens.
De acordo com estimativas
internacionais, os homens tentam o suicídio 4 (quatro) vezes mais que as
mulheres, e o que é pior, com maior possibilidade de sucesso. Enquanto as
mulheres tomam de preferência uma dose alta de comprimidos e, em teoria, têm
maiores chances de sobreviver, os homens adotam recursos radicais, como um tiro
na cabeça.
Segundo o Psicólogo Alessandro
Viana, especialista no assunto, os sinais da depressão normalmente observados
na mulher são menos comuns nos homens. “Os percebemos nas mulheres
principalmente quando exploramos os seus sentimentos. Nos homens, é prestando
atenção à sua conduta. Resumindo: as mulheres sentem a sua depressão; os homens atuam com
ela.”
A depressão tem, na maioria das
vezes, como primeiro sintoma, uma tristeza sem fim e até este sinal, os homens habituam
disfarçar, pois para o homem a tristeza é feminina e, então, eles a convertem
numa raiva e irritação crônica.
Resumindo, quando eles
sentem-se tristes, atuam a sua depressão através da frustração, isolamento e da
ira. Tornam-se irritáveis, enfiando-se na sua "concha" e dando
aos seus próximos o silêncio como resposta. É esta camuflagem que diferencia a
depressão masculina.”
Muitos homens vivem em estado de
desânimo crônico, e se acostumam de tal forma com esse sentimento que acreditam
que se trata apenas de uma característica de personalidade. Entre os homens há
também uma idéia errônea de que esses problemas, ligados a sensação de tristeza
ou incapacidade, são “frescura”, que são transitórios e vão passar
Destarte, o que os difere não é a
vulnerabilidade à depressão, mas a capacidade de admití-la. Enquanto as
mulheres vão ao médico nos primeiros sintomas da doença, os homens só procuram
tratamento quando a depressão já está em estágio avançado; o que configura um
comportamento de alto risco: a depressão
amplia para mais que o dobro de chances do homem desenvolver doenças
cardíacas, câncer, diabetes e outras doenças, além de provocar um
envelhecimento masculino mais acelerado e deficiência de testosterona.
Na depressão, boa parte dos
homens recorre ao álcool
para camuflar a tristeza e seu uso constante só faz agravar os sintomas problemáticos.
Outros recorrem ao fumo, às drogas, ao
sexo compulsivo.
SINTOMAS mais comuns da depressão
masculina
- Irritabilidade
- Agressividade
- Dores de cabeça e estomacais.
- Isolamento
- Frustração
- Embotamento emocional (dificuldade em expressar emoções e sentimentos)
- Falta de interesse por afetos (filhos, amigos, mulheres)
- Falta de interesse pelo trabalho
- Apatia geral
- Perda da libido
- Alteração do apetite (para mais ou para menos)
- Insônia ou Hipersonia
- Cansaço geral
- Consumo de álcool e droga
- Busca de emoções fortes (busca de atividades intensas e até mesmo perigosas, como excesso de velocidade, o que cria um risco adicional ou a prática de esportes radicais).
TRATAMENTO:
A depressão em homens tem
elementos particulares e específicos e existe a necessidade de tratá-la de
forma diferente.
Nos casos mais leves (quando
tratados no inicio), a psicoterapia é o tratamento indicado, já nos casos
graves recomenda-se o uso de medicamentos associados à psicoterapia.
Atualmente sessões de
psicoterapia agregado a hipnoterapia (Hipnose Clínica) têm apresentado ótimos
resultados, no tratamento de depressão, diminuindo assim o tempo de
tratamento. O método começa a figurar entre o arsenal de recursos
oferecidos por instituições de renome no mundo todo.
Por fim, cabe
ressaltar, que a depressão masculina não é sinal de fraqueza, mas sim, mas sim
um problema de humanos, trata-se de um problema para o qual há tratamento e
atendimento. Isolar-se é a pior escolha.
Se você desconfia
que seu marido, ou algum parente próximo esteja com depressão, é preciso buscar um diálogo franco
ajudando a pessoa a se questionar se o seu comportamento não poderia estar
relacionado a problemas emocionais, tentando mostrar que ele vem apresentando
mudanças de comportamento que não são normais no seu padrão habitual e que
talvez seria bom buscar um especialista.
O importante é ajudar a pessoa a entender que alguma coisa está errada e que
precisa buscar ajuda o mais rápido possível.
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Pós graduada em Docência Universitária
Membro do Latin American Quality
Institute
B L O G U E I R A - Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/
Colabora regularmente com a imprensa
escrita, rádio e televisão.
Psicóloga laureada com diversos
prêmios: Internacional, Nacional e Estadual
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala
101 | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,
terça-feira, 2 de julho de 2019
HIPNOSE: OS BENEFÍCIOS DESSA TÉCNICA NA GRAVIDEZ
Hoje, sabe-se que a hipnose não é indicada apenas para a hora
do parto, mas antes e depois dele também.
Antes mesmo de gerar um filho, a mulher consegue tirar
proveito da hipnose. Ela pode ser usada para diminuir ou modificar todas as
ansiedades ligadas à gravidez, como o medo de engravidar e de morrer na hora do
parto.
O mestre em obstetrícia Osmar Ribeiro Colás, coordenador do
grupo de estudos de hipnose da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) diz
que isso não é novidade no mundo da ciência.
Em entrevista à Federação Brasileira das Associações de
Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Colás conta que, já no século XIX,
especialistas europeus observavam a ação da hipnose no alívio das dores do
parto. Ao longo do tempo, esse recurso foi sendo estudado, de forma que, em
1951, o francês Fernand Lamaze criou um método que se caracterizava por
preparar a mulher antes de dar à luz a partir de orientações gerais sobre
posturas, técnicas de respiração e relaxamento com hipnose. O objetivo era
que o nascimento da criança ocorresse sem medo e sem dor.
Embora mais estudos tenham sido feitos para investigar a
fundo esse benefício, o tratamento desenvolvido por Lamaze ainda é usado para
essa finalidade. A vantagem é que, hoje, sabe-se que a hipnose não é indicada
apenas para a hora do parto, mas antes e depois dele também.
Os benefícios
Antes mesmo de gerar um filho, a mulher consegue tirar
proveito da hipnose. “A gente pode usá-la para diminuir
ou modificar todas as ansiedades ligadas à gravidez, como o medo de engravidar
e de morrer na hora do parto. Durante a
gestação, o método está indicado para aliviar sintomas como enjoos e dores de
cabeça e nas costas”. conta Osmar Colás, que também é membro do
departamento de obstetrícia da Unifesp.
São várias as vantagens da
hipnoterapia durante a gravidez:
Controle do peso corporal
Diminuir as dores durante a gestação e o parto
Trabalhar medos, fobias e fantasias durante a gravidez
Insónias
Diminuição e tratamento da Depressão Pós-Parto e Baby Blues
Diminuir as dores durante a gestação e o parto
Trabalhar medos, fobias e fantasias durante a gravidez
Insónias
Diminuição e tratamento da Depressão Pós-Parto e Baby Blues
Baby Blues
Devido à queda dos hormônios femininos depois do nascimento
do bebê, é comum que as mulheres passem pelo chamado Baby Blues, um estado de melancolia que dura de 15 a 20 dias após o parto. “Existem estudos mostrando que as pacientes que fazem qualquer
técnica de preparo psicoprofilático, como a hipnose, têm 70% menos risco de
desenvolver esse problema”, informa Colás. Isso ocorre porque
essas terapias modulam os estados emocionais, evitando o desequilíbrio.
A HIPNOTERAPIA
Para
conseguir tirar proveito de todos esses benefícios da hipnose é preciso
muito treinamento.
Osmar Colás chama esse preparo de “condicionamento psicofisiológico para o
parto” – que pode ser feito em qualquer fase da gravidez.
Além disso, recursos hipnóticos são usados para que a
paciente consiga entrar em um estado de tranquilidade e
serenidade profundas. Existe também um momento em que se faz uma experiência chamada
projeção, na qual se vive o dia seguinte ao parto, já com o bebê. O
objetivo é plantar na gestante a vivência positiva
Durante
a gravidez, a utilização de hipnose
melhora muito a qualidade de vida do feto e da gestante. Indicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como
prática complementar, a Hipnose tem sido utilizada cada vez mais durante o
processo de gestação, parto e puerpério. Na Inglaterra e na Austrália
vários estudos são conduzidos com o apoio das redes públicas de saúde para
observar melhor como a Hipnose funciona e a sua eficácia neste período da vida
da mulher. Recentemente até mesmo a
família real inglesa já utilizou a hipnoterapia durante a gravidez de Kate
Middleton.
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Hipnoterapeuta Condicionativa
Hipnoterapeuta Cognitiva
Especialista em Docência Universitária
Membro do Latin American Quality
Institute
Psicóloga e Hipnóloga premiada Internacionalmente
Cruz Alta - RS
Marcadores:
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psicologia
segunda-feira, 1 de julho de 2019
COMO O STRESS PODE SE MANIFESTAR
É uma reação do
organismo com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais.
Ele incide quando surge a
necessidade de uma grande adaptação a um episódio ou uma situação de
importância. Este evento pode ser algo positivo ou negativo, e está acontecendo
no presente momento da vida do paciente.
O stress é cada vez mais
indissociável da vida moderna em geral e da vida profissional em particular. Em
“doses” moderadas, acaba por ser funcional, já que nos motiva e nos ajuda a
fazer face à competitividade. Contudo, a partir de determinados níveis, pode
ser extremamente prejudicial à nossa saúde.
A organização atual do trabalho,
com jornadas excessivas, pressões por metas abusivas, assédio moral e ameaça de
demissão estão adoecendo mentalmente os trabalhadores, trazendo prejuízos para
toda a vida familiar e social.
Os agentes estressores podem ser:
• Interno: interpretações
distorcidas, características de personalidade, vulnerabilidade interna,
expectativas irrealistas, sonhos inalcançáveis, ansiedade, competição,
pessimismo, desejos e fantasias que passam a serem vistos como obrigação, falta
de assertividade;
• Externos: exigências externas,
mudança, acidente, nascimento, doença, sobrecarga de trabalho, casamento,
condição financeira, falta de tempo para si e para o lazer, etc;
- COMO O STRESS PODE SE MANIFESTAR NO CORPO?
O stress causa
uma total desorganização no âmbito psicológico, emocional, físico e afeta o
nosso sistema imunológico. O fato de afetar o nosso sistema imunológico é muito
importante, isso por que promove uma suscetibilidade a desenvolvimento de
outras patologias, visto que ficamos menos resistentes a inúmeros agentes
patológicos.
No corpo poderá
haver manifestações físicas de fundo psicossomático como:
- Fadiga
crônica,
- dores de
cabeça freqüentes,
- insônia ou
hipersonia,
- hipertensão
arterial,
- desordens
cardíacas e gastrintestinais,
- queda intensa
de cabelo;
- nas mulheres
alteração do ciclo menstrual,
- ganho ou
perda de peso,
- respiração
acelerada e fora do comum,
- vertigem,
leve tontura,
- palpitação,
- falta de ar,
- dores no
peito,
- manchas na
pele,
- dores no
corpo,
- gripes e
infecções recorrentes,
- herpes, entre
tantas outras;
- QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS PSICOLÓGICO DO STRESS?
- Desenvolvimento de atitudes
negativas, de insensibilidade ou descontrole agressivo ;
- Sensações emocionais
desencorajadoras, como: falta de realização pessoal, tendência a
desvalorizar o próprio trabalho, sentimentos de vazio, esgotamento,
impotência, baixa auto-estima;
- Irritabilidade freqüente,
inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância a frustração,
comportamento paranóide ou agressivo;
- O QUE DEVE SER FEITO QUANDO OS SINTOMAS APARECEM?
O corpo fala.
Aprenda a reconhecer a linguagem do seu corpo.
Se
você estiver stressado, não entre em pânico. Existem tratamentos especializados que
podem ajudá-lo a se recuperar.
A Psicoterapia agregada a
Hipnose Clínica visa o treino de controle do stress com técnicas específicas de
reestruturação cognitiva e diminuição dos sintomas de ansiedade. A Hipnoterapia
é uma ferramenta que otimiza os resultados da terapia, facilitando o enfrentamento
da situação estressora.
Se identificou nos sintomas acima? Então não hesite, busque ajuda, procure um médico e/ou Psicólogo, VIVA MUITO MELHOR!
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia cognitiva
Pós graduada em Docência Universitária
Membro do Latin American Quality
Institute
Psicóloga laureada com diversos
prêmios: Internacional, Nacional e Estadual
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA
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CRUZ ALTA RS,
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