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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

CIÚME EM EXCESSO PODE DESTRUIR UMA RELAÇÃO!!!



O sentimento é considerado normal quando transitório e baseado em fatos reais.

Ele faz parte da natureza humana e surge comumente quando uma relação está ameaçada. É uma fase que a grande maioria passa quando estabelecem uma relação mais íntima com alguém, seja amorosa, de trabalho ou familiares, porém o espaço reservado para o ciúme pode abrigar desde o nível saudável até o descontrole doentio.

A intensidade do ciúme, ou seja, como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal, porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e capacidade de ser humano, destarte, se vai provocar conseqüências no afeto ou ser apenas uma crise transitória depende de cada indivíduo.

Para diversos autores o ciúme é dividido em três níveis diferentes: o “Normal”, o Neurótico e o Paranóico (Síndrome de Otelo).

O “normal”, mais comum, é a pessoa sentir-se enciumada em situações eventuais, onde existe um motivo real em que o sujeito enciumado sente-se de certa forma abandonado pelo parceiro.

Se formos pensar do ponto de vista psicanalítico, as causas do CIÚME EXCESSIVO estão estritamente relacionadas à infância, pode ter suas raízes profundas na infância e no relacionamento com os pais, assim sendo, muitas vezes o ciumento excessivo carrega carências afetivas de longa data.

A precariedade dos vínculos afetivos seja na infância ou nos relacionamentos anteriores poderá levar o sujeito a ter dificuldades nas relações amorosas. Cada relacionamento profundo que estabelecemos na vida poderá acionar um aspecto diferente do nosso mundo interior, apresentando-nos desafios diversos e provocando-nos diferentes reações.

Muitos outros sentimentos abarcam o ciúme, como inferioridade, baixa autoestima, sentimento de injustiça, e medo inconsciente da perda, ele pode ainda ser fruto de um narcisismo excessivo que se expõe com reações doentias tais como o ciúme neurótico e delirante.

O ciúme em certa medida pode até aproximar o casal durante uma relação, ele pode ser visto como um sinal de amor, de zelo pelo relacionamento, porém quando ultrapassa a linha da normalidade gera conseqüências negativas, pode trazer muita angústia, ocasionando menor contentamento no relacionamento, alcançando formas doentias e abalando a saúde física e emocional de uma pessoa.

O ciúme é um dos sentimentos destrutivos que mais afeta os relacionamentos amorosos, leva à insatisfação e término do relacionamento conjugal. Em níveis mais graves ele pode se mostrar crônico, violento, e limítrofe da paranóide, ele invade a vida do casal e se manifesta por atos violentos que podem levar o ciumento a destruir justamente o que lhe é mais caro, o amor de seu parceiro.

O ciúme é um sentimento egocentrado, não se trata de um sentimento voltado para o outro, mas sim voltado para si mesmo, para quem o sente, pois é, na verdade, o medo que alguém sente de perder o outro ou sua exclusividade sobre ele. Ainda que complexo, o sentimento afeta pessoas de todas as idades.

Preste atenção!

Ciúme em excesso pode destruir uma relação. Quando o ciúme começa a interferir de modo intrusivo no relacionamento amoroso, é porque a situação já está caminhando para um lado sombrio, é hora de procurar ajuda psicológica qualificada.




Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Clínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista  em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,

segunda-feira, 14 de março de 2016

TER CIÚME É NORMAL?

Entrevista com a Psicóloga Joselaine Garcia
Revista DS - Jornal Diário Serrano
Cruz Alta - RS



Psicóloga Joselaine Garcia concede entrevista a Revista DS, do Jornal Diário Serrano, Cruz Alta/RS. O assunto em pauta foi o polêmico CIÚMES. leia a entrevista na íntegra.










DS: Ter ciúme é normal?

Psicóloga Joselaine Garcia - O sentimento é considerado normal quando transitório e baseado em fatos reais.
Ele faz parte da natureza humana e surge comumente quando uma relação está ameaçada. É uma fase que a grande maioria passa quando estabelecem uma relação mais íntima com alguém, seja amorosa, de trabalho ou familiares, porém o espaço reservado para o ciúme pode abrigar desde o nível saudável até o descontrole doentio.
A intensidade do ciúme, ou seja, como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal, porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e capacidade de ser humano, destarte, se vai provocar conseqüências no afeto ou ser apenas uma crise transitória depende de cada indivíduo.
Para diversos autores o ciúme é dividido em três níveis diferentes: o “Normal”, o Neurótico e o Paranóico (Síndrome de Otelo).
O “normal”, mais comum, é a pessoa sentir-se enciumada em situações eventuais, onde existe um motivo real em que o sujeito enciumado sente-se de certa forma abandonado pelo parceiro.

DS: Por que sentimos tanto ciúme da pessoa amada?

Psicóloga Joselaine Garcia - Se formos pensar do ponto de vista psicanalítico, as causas do ciúme estão estritamente relacionadas à infância, pode ter suas raízes profundas na infância e no relacionamento com os pais, assim sendo, muitas vezes o ciumento excessivo carrega carências afetivas de longa data.
A precariedade dos vínculos afetivos seja na infância ou nos relacionamentos anteriores poderá levar o sujeito a ter dificuldades nas relações amorosas. Cada relacionamento profundo que estabelecemos na vida poderá acionar um aspecto diferente do nosso mundo interior, apresentando-nos desafios diversos e provocando-nos diferentes reações.
Muitos outros sentimentos abarcam o ciúme, como inferioridade, baixa autoestima, sentimento de injustiça, e medo inconsciente da perda, ele pode ainda ser fruto de um narcisismo excessivo que se expõe com reações doentias tais como o ciúme neurótico e delirante.

DS: De que forma o ciúme pode atrapalhar um relacionamento?

Psicóloga Joselaine Garcia - O ciúme em certa medida pode até aproximar o casal durante uma relação, ele pode ser visto como um sinal de amor, de zelo pelo relacionamento, porém quando ultrapassa a linha da normalidade gera conseqüências negativas, pode trazer muita angústia, ocasionando menor contentamento no relacionamento, alcançando formas doentias e abalando a saúde física e emocional de uma pessoa.
O ciúme é um dos sentimentos destrutivos que mais afeta os relacionamentos amorosos, leva à insatisfação e término do relacionamento conjugal. Em níveis mais graves ele pode se mostrar crônico, violento, e limítrofe da paranoide, ele invade a vida do casal e se manifesta por atos violentos que podem levar o ciumento a destruir justamente o que lhe é mais caro, o amor de seu parceiro.


DS: O ciúme está ligado diretamente ao medo de ser traída (o)?

Psicóloga Joselaine Garcia - Podemos pensar no ciúme como um medo de traição no aspecto amplo, mas o ciúme é uma reação complexa que conjuga diferentes sentimentos, os fatores que propiciam as manifestações de ciúmes são mais voltados principalmente ao medo do abandono, o medo de perder uma pessoa amada para um terceiro.


O ciúme é um sentimento egocentrado, não se trata de um sentimento voltado para o outro, mas sim voltado para si mesmo, para quem o sente, pois é, na verdade, o medo que alguém sente de perder o outro ou sua exclusividade sobre ele. Ainda que complexo, o sentimento afeta pessoas de todas as idades.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433

Psicóloga Clínica com ênfase em psicanálise e Psicodinâmica
Formação em Hipnose Condicionativa
Formação em Hipnoterapia  cognitiva
Especialista em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

   Psicóloga premiada Internacionalmente 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA EM CRUZ ALTA RS,
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  l  Fone : 55.9167-7928

sexta-feira, 24 de julho de 2015

O CIÚME É UM DOS SENTIMENTOS DESTRUTIVOS QUE MAIS AFETAM OS RELACIONAMENTOS.

O ciúme tem mais a ver com anseios de exclusividade e insegurança de quem ama: o medo de ser abandonado pelo amado é um fantasma onipresente.

O grande medo de quem se envolve em um elo sentimental é o de ser trocado por outra pessoa; é a rejeição: mistura de abandono e humilhação!

Nas relações amorosas de boa qualidade o risco de rejeição é muito pequeno; mas só imaginar essa possibilidade já provoca sensações péssimas.

Por medo de rejeição, muitas pessoas se acham com o direito de vigiar os passos do amado, de exigir satisfações acerca de tudo o que fazem.

Por medo de rejeição, muitos amantes se tornam possessivos, o que aumenta muito a chance do parceiro se revoltar contra esse tipo de tirania.

Quem tem muito medo de rejeição e não tolera bem os riscos desse tipo de dor, sem perceber acaba criando as condições para que ela ocorra!Fonte: Flávio Gikovate


 Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
P S I C O T E R A P E U T A  -  H I P N O T E R A P E U T A 
Especialista em Docência Universitária
Credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Membro do Latin American Quality Institute
   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/
Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.
Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA EM CRUZ ALTA RS,
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101
Fone  para contato: (55) 9167-7928

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

RELACIONAMENTOS CONTURBADOS

Psicóloga Joselaine Garcia
Entrevista ao Jornal Diário Serrano - Cruz Alta - RS




Abaixo, entrevista, na íntegra, concedida pela Psicóloga Joselaine Garcia ao Jornal Diário Serrano, ed do dia 27 de janeiro de 2014









O QUE FAZER QUANDO O CASAL TEM UM SENTIMENTO OBSESSIVO UM PELO OUTRO?
Os conflitos e a dependência um do outro por demasiado, além da desconfiança, são algumas das atitudes que demonstram um relacionamento não estar em harmonia.
No amor patológico muitas vezes o que observamos é a codependência, ou seja, a dependência do outro para prover necessidades emocionais internas. Quando isso não acontece, a obsessão aparece, bem como a depressão, entre outros problemas emocionais.
Cada situação é única e cada caso deve ser avaliado, mas uma alternativa para lidar com esse problema é tirar o foco da vida do outro e coloque em si mesmo. Comece uma jornada de autoconhecimento, se valorize e a partir daí estabeleça seus desejos e limites. Não tente controlar o outro, somente a si mesmo, porém muitas vezes isso sozinho não é fácil, pois o sentimento é mais forte que o sujeito, neste caso não hesite em buscar ajuda profissional.
Se você tem um relacionamento obsessivo, o casal necessita se tratar para compreender o que é normal e o que é patológico e buscar preencher e avaliar as suas necessidades, sem depender de outra pessoa, a psicoterapia e tratamentos psiquiátricos muitas vezes são a solução. Liberte-se o quanto antes para amar com qualidade, pois o amor é o melhor sentimento que alguém pode experimentar. Mas o amor saudável e verdadeiro é precedido de equilíbrio e confiança.

COMO LIDAR COM O CIÚME EXAGERADO POR PARTE DO PARCEIRO(A)?
A forma de lidar com o ciúme exagerado dependem de cada caso, e do grau de adoecimento dos parceiros, muitas vezes ambos os parceiros estão adoecidos.
Quando o grau de ciúme não põe em risco o parceiro (a) um bom diálogo, atitudes que colaborem para que o parceiro sinta-se seguro na relação pode ser um bom caminho, no entanto, quando o parceiro (a) é ciumento, inseguro e desconfiado de tudo e de todos, não acreditando que possa ser realmente amado, então é melhor procurar por atendimento psicológico, ajude a si mesmo ou ao seu parceiro se isto estiver acontecendo.
É necessário procurar um atendimento psicoterapêutico porque o sofrimento pode ser muito intenso, ciúmes patológico é apenas um sintoma que deve ser analisado para se saber se está conexo a um quadro mais complexo como um quadro delirante, um transtorno obsessivo compulsivo, entre outros problemas emocionais, muitas vezes o ciúme exagerado, o desejo de posse tem suas raízes profundas na infância e no relacionamento com os pais, o  ciúme tem muita afinidade com o medo, perda, abandono, insegurança etc. Com a terapia você tem a oportunidade de entender o porque dessa insegurança, qual seu histórico de vida que lhe fragilizou tanto.
Um relacionamento abarca não só a química entre duas pessoas, mas também nossas imagens inconscientes daquilo que é ser um homem ou uma mulher. As imagens interiores do homem e da mulher que todos trazemos dentro de nós são retratos de nossas necessidades, expectativas, potenciais, angustias e carências. Cada relacionamento profundo que estabelecemos na vida poderá acionar um aspecto diferente do nosso mundo interior, apresentando-nos desafios diversos e provocando-nos diferentes reações.

NOS CASOS EM QUE HÁ A SEPARAÇÃO, UM DOS DOIS ENTRA EM DEPRESSÃO, COMO A FAMÍLIA E AMIGOS PODEM AJUDAR? É NECESSÁRIO UMA INTERVENÇÃO MÉDICA?
Terminar um relacionamento é sempre doloroso. Mesmo que seja uma opção sua, uma decisão pensada, o sofrimento é inevitável, afinal, aquela pessoa passou algum tempo ao seu lado. Seja um casamento, namoro, noivado, etc, as proporções são sempre diferentes, mas a adaptação ao estado de "solteira(o)" requer algum momento de estranheza e adaptação.
Após a separação, o período de luto pela perda do ser amado varia de pessoa para pessoa. A vivência de sintomas depressivos após uma situação de separação, em muitos casos faz parte da elaboração do luto e como tal é esperada e, na medida do possível, deve ser respeitada. A necessidade de acompanhamento vai depender de cada pessoa e caso. Entretanto quando esse estado de tristeza, falta de energia, etc se prolonga por cerca de 6 meses, já é hora de procurar auxilio de um profissional Psicólogo e/ou Psiquiatra.
A ajuda da família e dos amigos é imprescindível, porém é preciso que a família/amigos perceba que a pessoa deprimida não está assim porque quer ou porque é “fraca”, ele(a) realmente está em sofrimento.
Se você quer realmente ajudar, mais do que dar conselhos, é importante demonstrar que a pessoa deprimida não está sozinha e dar-lhe oportunidade para falar sobre aquilo que sente, escute sem interferir em seus sentimentos, a disponibilidade para ouvir é uma ajuda imprescindível para tornar mínimo o isolamento. Muitas vezes, um abraço e o silêncio são mais eficazes do que um milhão de palavras.

JOSELAINE GARCIA
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia e
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Consultório Psicológico em Cruz Alta - RS

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Prêmios recebidos em 2013
* Psicóloga Destaque Mercosul, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas

Prêmios recebidos em 2012
Psicóloga Destaque Nacional, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Consultório de Psicologia destaque na Região Sul do Brasil(RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Consultório de Psicologia destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Estadual 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.

Prêmios recebidos em 2011
Psicóloga Destaque Municipal 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.