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domingo, 16 de fevereiro de 2020

O AMOR ROMÂNTICO COMEÇA A SAIR DE CENA



A fusão proposta pelo amor romântico é extremamente sedutora. A grande maioria das pessoas acredita que não há remédio melhor para o nosso desamparo do que a sensação de nos completarmos na relação com outra pessoa. Entretanto, nesta primeira década do século XXI, com tantas opções de vida, o que homens e mulheres mais desejam: estabilidade nas relações amorosas ou liberdade? Vivemos um período de grandes transformações no mundo, e, no que diz respeito ao amor, o dilema atual parece se situar entre o desejo de simbiose com o parceiro e o desejo de liberdade.

Elisabeth Badinter, em (Um é o outro, Nova Fronteira, 1986.) apresenta nosso triplo desafio: conciliar o amor por si próprio e o amor pelo outro; negociar nossos dois desejos — de simbiose e de liberdade —; adaptar, enfim, nossa dualidade à do nosso parceiro, tentando constantemente ajustar nossas evoluções recíprocas. O peso do indivíduo coloca o casal em xeque. A duração da relação passa a ser um ideal e não mais uma obrigação

"Novos mundos, novos sujeitos, novas emoções. No momento, estamos, pouco a pouco, aceitando que a experiência amorosa é fugaz e seu destino é a provisoriedade. Resta saber, portanto, para onde vai migrar a vontade de ir além do bom senso, o desafio de realizar o impossível ou o ímpeto de vencer a brevidade, em matéria de felicidade emocional. O amor romântico encarnava essas promessas. Em sua ausência, quem ou o que vai se ocupar do sentido da vida de cada dia ou da fantasia da redenção afetiva? Ainda o mesmo amor? Outras formas de amar? Ou outras maneiras de criar um mundo emocional sem a onipresença do romantismo? Difícil de responder; impossível não querer responder; a cada um a tarefa de procurar responder"

Fonte Bibliográfica:

Lins, Regina Navarro, 1948-
A cama na varanda: arejando nossas idéias a respeito de amor e sexo: novas tendências / Regina Navarro Lins. - Ed. rev. e ampliada. - Rio de Janeiro: BestSeller, 2007, pg 330.


Psicóloga Joselaine Garcia

CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista  em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS

terça-feira, 22 de março de 2016

SOBREVIVENDO AO FIM DE UM RELACIONAMENTO

Terminar um relacionamento é sempre doloroso. Mesmo que seja uma opção sua, uma decisão pensada, o sofrimento é inevitável.

A forma como lidamos com o fim de um relacionamento varia de pessoa pra pessoa, QUEM É EMOCIONALMENTE DEPENDENTE DO AMOR E DA ATENÇÃO DO OUTRO SOFRERÁ A SEPARAÇÃO DE FORMA MUITO MAIS DOLOROSA.

A ruptura do laço amoroso provoca sofrimentos que se assemelham ao dilaceramento da própria alma. O sistema psíquico entra em uma espécie de “curto-circuito”, instaurando um enorme luto. Esse sofrimento necessita de um tempo para ser assimilado, entendido e vencido, para que o indivíduo se reconstrua emocional e psicologicamente, porém não deve ser tornar eterno.

PARA SUPERAR A FASE DOLOROSA E DIFÍCIL É FUNDAMENTAL:
  1. Contar com uma rede de apoio formada por familiares e amigos
  2. Ter uma atividade como um trabalho, mesmo voluntário,
  3. Ter um hobby  
  4. Não ficar em casa, sentindo pena de si mesmo
  5. Retomar amizades, aceitar convites para sair e viajar
  6. Cuidar da autoestima
  7. Nos horários que costumava ter contato com a pessoa busque fazer algo que lhe de prazer, que tire seu foco da pessoa


EVITE:
  • Seguir o ex nas redes sociais
  • Buscar notícias através de conhecidos em comum
  • Forçar uma reaproximação.


É importante, resistir a essas tentações mais comuns e que provocam muita angústia e alimentam os pensamentos negativos

CRESCENDO COM A CRISE

Qualquer situação de crise existencial pode e deve ser usada para se repensar a vida, esse momento pode ser uma oportunidade para:
  • Se conhecer melhor,
  • Refletir sobre o que aconteceu,
  • Festejar os acertos e não repetir os erros.


FIQUE ATENTO(A): Nem todos os casos são superados de forma tranquila, se a pessoa está muito fragilizada, presa num ciclo de raiva e amargura desmedidas, sente dificuldade de juntar os cacos, e não tem energia para nada, busque ajuda de um profissional Psicólogo, pois é preciso ficar atento para os primeiros sinais de que a tristeza esteja se tornando depressão.  

Joselaine Garcia
Psicóloga Clínica
Formação em Hipnose Condicionativa
Formação em Hipnoterapia  cognitiva
Especialista em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute
Psicóloga premiada Internacionalmente 

Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101 -  Fone : 55.9167-7928
CRUZ ALTA RS,

sexta-feira, 3 de julho de 2015

A DOR PELA PERDA DE UM AMOR

A felicidade do encontro amoroso é igual à tristeza e ao abandono de nos percebermos no fim de um amor. Essa sensação é tão intensa que é semelhante à dor sentida com a morte de um ente querido.

No caso da relação amorosa, perde-se uma parte de si mesmo. O término de um relacionamento de muita dedicação e intensidade traz a sensação de luto intenso, contagiando todo o entorno.

A ruptura do laço amoroso provoca sofrimentos que se assemelham ao dilaceramento da própria alma. O sistema psíquico entra em uma espécie de “curto-circuito”, instaurando um enorme luto. 

Superando o término do amor

O sofrimento não pode durar para sempre. Com o passar do tempo o enlutado desinveste energia na representação do amado aos poucos e retira o excesso de afeto que havia nele. O processo do luto termina numa espécie de "desamor" em relação àquele que se perdeu para que, no futuro, se possa amá-lo de outra maneira. Com o passar do tempo, a saúde psíquica se consolida na habilidade de constituir novos laços e investir em outras possibilidades amorosas.

No entanto, sabemos que nem todos os casos de luto são superados de forma tranquila, sendo necessário fazermos algumas diferenciações. Nomeamos os casos de luto patológico e melancolia. A grande diferença entre um e outro, é que enquanto no luto o mundo se torna vazio e inexpressivo, nos casos melancólicos, a pessoa que perdeu o objeto amado é que se sente vazia e inexpressiva. Assim, temos reações opostas na maneira de se lidar com a dor, com a recuperação da autoestima e com a possibilidade de investir amorosamente em novos objetos. É preciso estar atento, pois a melancolia é um luto que não passa sozinho. 


Encontrar a si mesmo ajuda a superar o fim do relacionamento, para isso você pode contar com a psicoterapia, ela pode ajudar, no processo de buscar em si o que antes se buscava no outro. Não hesite em buscar ajuda de um Psicólogo(a)

 Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
P S I C O T E R A P E U T A  -  H I P N O T E R A P E U T A 
Pós Graduada em Docência Universitária
Credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Membro do Latin American Quality Institute
   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/
Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.
Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA EM CRUZ ALTA RS,
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Fone  para contato: (55) 9167-7928