sexta-feira, 27 de março de 2015

QUANDO DESPIR O CORAÇÃO FERIDO?

Sabemos que não é fácil despir o coração ferido frente a alguém que não se conhece (o psicólogo).  Grande parte das pessoas enfrenta, em algum momento da vida, transtornos de saúde mental que podem ser tratados; é o caso da depressão e do estresse, mas a falta de informação e o preconceito ainda fazem com que adultos e crianças sofram sozinhos em vez de procurar um profissional qualificado

Tomar a decisão de ir a um psicólogo não é tão simples. Embora já estejamos no século XXI, muitas pessoas têm vontade de fazer psicoterapia, mas o preconceito e a vergonha, as impedem de procurar um profissional. Infelizmente o preconceito, ainda é um empecilho para a busca de auxílio especializado. Não raro, ouve-se que “psicoterapia é coisa para louco”. Porém não é a única barreira, outras atitudes defensivas podem se apresentar.

A atitude defensiva pode se apresentar de várias maneiras, como pela desqualificação dos profissionais ou de si próprio. Pode, também, surgir à fantasia onipotente de que “ninguém pode me ajudar”, ou o pensamento persecutório referenciado na opinião alheia: “O que os outros vão pensar se souberem que vou a um psicólogo?”.  Qualquer que seja a forma como se apresente a resistência não aparece por acaso: em geral, é intrínseco à própria patologia e tem a ver com o funcionamento psíquico da pessoa.

A busca pelo psicólogo geralmente ocorre numa crise forte, quando você se dá conta de que sozinho não vai conseguir superar e vai acabar se “afundando”.  
Despir o coração ferido frente a alguém que não se conhece (o psicólogo) não é fácil, mas, procurar ajuda terapêutica é um sinal de coragem e maturidade.

A seguir trago algumas situações em que a intervenção psicológica se faz necessário.

QUANDO BUSCAR O PSICÓLOGO(A)
* Quando você sofre e não consegue identificar um por que.
* Quando você sente que perdeu as esperanças.
* Quando o conflito, a agressão, ou a dependência são o fundamento da sua relação com as pessoas, mesmo que você pense que são elas que geram o problema.
* Quando o medo e a angustia passam a ser uma constante em sua vida.
* Quando a sua expressão favorita é: “não agüento mais”, “Estou de saco cheio“, “quero morrer”

Ainda há pessoas que se sentem infelizes, angustiadas e nada fazem para mudar, valendo-se da crença “sou assim mesmo...”. E o pior, acreditam que não podem mudar. Vinte e três milhões. Este é o número de brasileiros que necessitam de acompanhamento na área da saúde mental. Desse total, pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesse universo encontram-se crianças e adultos que sofrem de patologias como depressão, transtornos de ansiedade, distúrbios de atenção e hiperatividade e dependência de álcool e drogas. Aproximadamente 80% das pessoas que sofrem com esses transtornos não recebem nenhum tipo de tratamento. (Fonte: revista Mente e Cérebro)


Mesmo cada um tendo o direito de ser como quiser, todos podemos buscar viver melhor!
Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicoterapia de orientação Analítica
Hipnoterapeuta Condicionativa e Cognitiva
Pós Graduada em Docência Universitária
Credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Membro do Latin American Quality Institute
Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.
Psicóloga laureada com diversos prêmios em nível: 
                           Internacional, Nacional e Estadual 
Blog: joselainegarcia.blogspot.com
Consultório de Psicologia em Cruz Alta RS, 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101
 Celular  para contato: (55) 9167-7928