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terça-feira, 30 de setembro de 2014

CONQUISTAS

Foto da Psicóloga Joselaine Garcia junto a alguns dos troféus que recebeu ao longo de sua carreira profissinal
Psicóloga Joselaine Garcia
laureada com diversos prêmios a nível  Nacional, Sul Brasil,  Estadual e Mercosul,
Prêmios Recebidos

* Psicóloga Destaque Mercosul, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas
Psicóloga Destaque Nacional, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Consultório de Psicologia destaque na Região Sul do Brasil(RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Consultório de Psicologia destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Estadual 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.
 Psicóloga Destaque Municipal 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.

Joselaine Garcia
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
                       Blog: joselainegarcia.blogspot.com                     

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

ORGULHO DE SER GAÚCHO!



Festas tradicionalistas expandem os laços de sociabilidade



- Como explicar este orgulho que os gaúchos tem por sua cultura e tradição?
Tradições Culturais, todas as culturas as têm, porém com diferente impacto social, com mais ou menos identificação cultural,  elas são parte complementar de cada pessoa, integrada na cultura a que pertence, definindo-a e distinguindo-a entre sociedades.
Pode-se dizer que a união em torno das tradições e da cultura permitem que os gaúchos se reconheçam enquanto um grupo diante do restante da sociedade. Conforme postula (Shils, 1981, p.322) “os seres humanos não podem sobreviver sem tradições, embora estejam freqüentemente insatisfeitos com as suas” a tradição pode levar consigo uma série de referências e concepções; ela tem a sua epistemologia e traz dentro de si um sentido de coletividade, ela molda o sentido que cada sujeito tem de si e de pertencer a um grupo social.
Muitas vezes integrar-se a um "grupo local" compõe verdadeira necessidade psicológica para o sujeito, este, não rara às vezes, precisa de uma unidade social coerente, maior que a família, dentro da qual sinta que outros indivíduos são seus amigos, que dividem suas idéias e hábitos.
 Sabe-se que desde sempre existiu necessidade de passar às gerações seguintes o conhecimento das gerações anteriores. Isto ocorre devido à noção da mortalidade do Homem, e faz-se através da realização de atividades que originem a identificação dos povos. A difusão da tradição, por meio da memória, possibilita a produção dos sentidos que são compartilhados, como um processo ativo e dinâmico, fruto das relações de poderes já instituídos que arquiteta aquilo que adotamos como parte da cultura humana.
Porém, temos que levar em consideração que, o que é motivo de orgulho para uns, não é para outros. O que é alvo de identificação para uns, não o é para outros.

-Isso pode afetar positivamente o comportamento das pessoas? como?
Sempre que se repete uma comemoração, ela tende a se perpetuar e assim o povo cria sua tradição. Ao mostrar para a criança os traços da sua cultura por meio desses símbolos, ela passa a respeitar e admirar suas origens.
Ser membro de um grupo é agir e pensar de certo modo, a luz de determinados objetivos, valores e visões de mundo; pensar e agir assim é pertencer a um grupo.
Enquanto espaços de realidade intersubjetiva pode-se avaliar essas comemorações como lugares de celebração da memória que auxiliam na formação de uma identidade individual e de um sentido coletivo de pertencimento.
Portanto, as festas tradicionalistas, enquanto espaços sociais expandem os laços de sociabilidade e proporcionam a troca dos saberes, valorizando as práticas da cultura local. Elas, também, podem ter o potencial de transformar e inovar as maneiras de viver e estar no mundo, criando novos formatos de vida social.

- Cultuar as tradições pode ajudar as pessoas a aliviar o estresse? como?
A arte é uma forma de catarse, em todas as suas manifestações: música, canto, trova, dança, etc.  e toda catarse tem um aspecto terapêutico. Na emoção do momento, protegido pelo simbolismo cultural, pode o indivíduo soltar as emoções represadas em seu cotidiano. O símbolo cultural tem esta plasticidade de prestar-se a diversas interpretações em vários níveis de complexidade psicológica.

Grupos que se reúnem por um interesse cultural comum e permitem-se criar impetram extraordinários resultados. Ao fazer versos, cantar, dançar, o indivíduo percebe competências inexploradas, e, entretido na atividade catártica, abandona o mau-humor, a depressão, esquece as dores, supera limitações e por vezes descobre talentos adormecidos.

(Entrevista concedida para ed. do dia 20 de setembro de 2013, do Jornal Diário Serrano - Cruz Alta - RS)

JOSELAINE GARCIA
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Psicóloga laureada com diversos prêmios a nível  Nacional, Sul Brasil,  Estadual e Mercosul,
Blog: joselainegarcia.blogspot.com 

_______________________
 Prêmios recebidos em 2013
* Psicóloga Destaque Mercosul, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas

Prêmios recebidos em 2012
Psicóloga Destaque Nacional, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Consultório de Psicologia destaque na Região Sul do Brasil(RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Consultório de Psicologia destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Estadual 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.

Prêmios recebidos em 2011
Psicóloga Destaque Municipal 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

LEIA DA PALMADA - USO DA FORÇA FÍSICA PODE DETERIORA VÍNCULOS AFETIVOS

Psicóloga Joselaine Garcia
Entrevista - assunto Lei da palmada
Entrevista concedida a repórter Rúbia Ester Kercher, do Jornal Diário Serrano, ed. do dia 19 de junho de 2014 - Assunto: Lei da Palmada

- Qual a sua visão sobre o uso do castigo na educação das crianças em
ambiente familiar?
Se necessário, quando a criança se comporta mal, você pode utilizar o castigo, todavia Coerência na hora do castigo é essencial. Quanto maior o grau da infração, maior o castigo, por exemplo: diminua passeios ou tire algo que a criança goste da rotina, sempre explicando o motivo do castigo. Castigue quando o ato necessite de tal atitude e não porque está cansado ou com raiva.
O que carecemos enquanto pais é aprender mecanismos de fazer com que nossa autoridade prevaleça, que nossos limites sejam atendidos no que entendemos que é certo e errado, mas sem agressividade. Uma das maneiras de colocar limites aos filhos é por meio do diálogo, é o pai argumentar, dar bronca seguida de explicação. É necessário a criança compreender que está fazendo algo errado, para que a criança ou o adolescente aprenda as regras de convívio, isso fará a criança apreender que é necessário respeitar as Leis, regras etc.
É possível orientar, educar, aconselhar e mesmo disciplinar de forma não violenta, de modo a promover o crescimento psicoemocional da criança e do adolescente. As crianças e os adolescentes têm o direito de serem educados e cuidados sem o uso de qualquer forma de violência. Nada justifica o castigo físico!
O uso de violências físicas na educação e disciplinamento familiar viola a integridade psicológica e física da criança, ocasionando conflitos que podem comprometer até mesmo a vida adulta. Além disso, ao bater em uma criança, o exemplo transmitido é de que se trata de um comportamento legítimo inclusive para outras situações da vida.

- O castigo, especialmente o castigo físico, pode causar alguma
conseqüência negativa de caráter psicológico no desenvolvimento da criança?
A força física apenas gera medo e o medo faz obedecer, mas não transmite princípios, nem impõe respeito.
A agressão física pode diminuir a autoestima, aflorar sua agressividade, seu medo e insegurança, pesquisas têm evidenciado, também, que esse tipo de comportamento, além de não surtir efeitos disciplinares práticos, deteriora os vínculos afetivos entre pais e filhos.
O uso de violências físicas no disciplinamento familiar facilita, ainda, o surgimento de desvios no comportamento da criança, como ocultar ou dissimular seus erros para escapar dos castigos físicos.
A prática de bater para educar não é benéfica, nem tão pouco inofensiva, com a agressão física, seja ela uma simples palmada, a criança vai apreender que os conflitos são resolvidos com agressões físicas. Muitas vezes o ato recorrente da agressão pode levar a criança ou adolescente a sentir raiva do adulto e aprender que a força é um meio cabível de impetrar o que quer.

 - Pergunto como repórter e como mãe: Quais as ferramentas de que os pais devem se utilizar na educação das crianças, considerando situações negativas?

A criança que se sente amada e decepciona os pais com atitudes erradas se frustra consigo mesma, assim sendo, um olhar de repreensão, censura, além de palavras severas dos pais, muitas vezes, geram melhor resultado do que a agressão física.
A educação é um processo longo, para o qual não há receitas prontas, mas os pais precisam educar, ou construir o seu modo de educar pautado em valores e princípios éticos. 

Deixo aqui algumas orientações:

1.      Calma - É imprescindível manter a calma, corrigir o comportamento com voz firme, autoridade e convicção de sua atitude,
2.      Não grite, converse sempre dê essa abertura a seus filhos e, a partir daí, tente achar uma solução em conjunto.
3.      Repreenda com rigidez e sempre com objetivo, olhando para a criança e fazendo com que perceba que você está aborrecida com a tal atitude e não propriamente com ela, por exemplo: nunca diga “Como você é feio” e sim “Que coisa feia você fez”.
4.    Castigo coerente: Se necessário você pode utilizar o castigo, entretanto Coerência na hora do castigo é fundamental.
5.    Exemplo: direcione seu filho dando exemplos, de nada vale divulgar as regras para seus filhos, explicar as causas e as conseqüências, se você mesmo, como adulto, diz uma coisa e faz outra. A criança percebe de imediato a dicotomia entre a palavra e a atitude.

- Orientações para os pais de maneira geral.
Mamãe, papai! Educar é também dar exemplos e assim direcionar os filhos para um bom desenvolvimento emocional e para isso é imprescindível os pais terem consciência do seu próprio funcionamento, ou seja, o que faz, para que faz e não só o porquê faz. Conduza seu filho dando exemplos, ensine sendo e aprenda fazendo, não adianta o adulto almejar educar a criança se ele mesmo não lida bem com suas limitações. É necessário ter paciência, colocar limites, regras e conversar com seu filho, com certeza haverá mais bem estar e confiança entre pais e filhos.
Quem educa com amor, ensina o amor!

JOSELAINE GARCIA
Psicóloga - CRP 07/18433
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia e
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa

Prêmios recebidos em 2013
* Psicóloga Destaque Mercosul, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas

Prêmios recebidos em 2012
Psicóloga Destaque Nacional, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Consultório de Psicologia destaque na Região Sul do Brasil(RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Consultório de Psicologia destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Estadual 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.

Prêmios recebidos em 2011
Psicóloga Destaque Municipal 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.



quinta-feira, 20 de março de 2014

A MULHER E SEUS "SUPER PODERES"

Psicóloga Joselaine Garcia
Entrevista ao Jornal Diário Serrano, ed do dia 08 de março de 2014

Assunto: A mulher e seus "super poderes"

Antes, as mulheres tinham papéis específicos na sociedade: nasciam para serem filhas exemplares e, mais tarde, esposas, donas de casa e mães dedicadas. Passados alguns séculos a mulher passou a buscar a igualdade de gêneros e a conquistar seu espaço no mercado de trabalho. Essa mudança, trouxe que benefícios para as mulher? Há alguma dificuldade nesta trajetória diária?

Quando falamos da mulher moderna pensamos em possibilidades, emancipação, autonomia, campos onde pode se reconhecer e ser reconhecida pelo seu trabalho, essas são algumas reflexões que podemos ter acerca dos ganhos desta “super mulher”, no entanto palavras como Contradições, ambiguidades, frustrações, culpas, também fazem parte da reflexão deste “mundo” feminino.
Os novos papéis assumidos e as exigências advindas com eles interferiram de maneira significativa no dia-a-dia da mulher, ela deixa seu papel de simples reprodutora e volta seus olhares para funções mais preponderantes dentro da sociedade, buscando ascensão financeira desgarrada da via única do casamento.
Essa mudança trouxe muitos benefícios, dentre eles podemos citar a possibilidade da mulher poder desenhar a direção de sua vida, ao conquistar a saída de casa e poder escapar do determinismo social, a mulher se descobriu cidadã e sujeito de seu próprio desejo, ou seja, fazer escolhas com certa liberdade que até então não lhe era permitida. Se antes a mulher tinha pouca escolha, a saída para o mercado de trabalho, o advento da pílula anticoncepcional, entre outros, deram-lhe um poder de decisão e um universo de escolhas.
No entanto com esse universo de escolha surge assim a priorização de uma ou outra atribuição, ocasionando possíveis crises e dúvidas sobre sua identidade feminina. O sofrimento psíquico pode ocorrer de um contíguo de situações de cunho psicológico, que produz sintomas no corpo e nas emoções.
A progressiva conquista de novos lugares e papéis femininos trouxe uma infinidade de ganhos que, como não poderia deixar de ser, teve seu preço, ou seja, carrega em seu escopo à ambivalência entre o prazer de suas conquistas e o sofrimento da “não doação” em sua plenitude. Esta nova condição não é necessariamente boa nem ruim, pois vai depender de como cada mulher encara essa vivência.

Tudo seria lindo se as tarefas não tivessem se acumulado. Hoje, a maioria das mulheres é filha, mãe, esposa, dona de casa, profissional e ainda precisa cuidar da saúde e da aparência. Como a mulher moderna, deve lidar com essa sobrecarga?

Não existe uma receita de bolo, por isso, a mulher precisa encontrar dentro de si o que a torna feliz. Ela deve descobrir seus anseios, o que considera importante, buscar suas respostas, ou seja, a mulher deve buscar reconhecer seus desejos e suas limitações, é imprescindível estabelecer prioridades respeitando seus limites. Reconhecer os próprios limites é uma forma de respeitar a si própria e possibilita que você viva de maneira mais coesa e realista, não cobrando de si mais do que é capaz de proporcionar.

Como ela pode "contar" com o apoio da família? Esse apoio é fundamental?

Apoio muitas vezes é vital, destarte, pedir ajuda dos mais próximos não é sinal de fraqueza ou incompetência.
1.      Divida as tarefas, todo mundo ajuda, inclusive os pequenos, não se esqueça de incluir o maridão nessa.
2.      Quando necessário e possível, busque ajuda das avós, amigas, etc.
3.      Para não sobrecarregar-se com as tarefas em geral conte com pessoas de apoio, quando possível.

Mas lembre-se que o apoio principal é o seu mesmo, perceba que você não será perfeita, por mais que tente a “perfeição” é algo impossível de ser atingida e que a mulher (igualmente como o homem) possui limites que devem ser respeitados. Mais importante do que ser uma “super mulher” livre de falhas, é saber enfrentar seus compromissos com tranqüilidade e poder cuidar de maneira equilibrada dos diversos setores de sua vida.
Considerações finais.

A mulher colhe os frutos da própria emancipação. Ao ingressar no mercado de trabalho e passar a assumir responsabilidades cada vez mais pesadas, ela aglutina funções e não se esquiva das tarefas que sempre executou ao longo dos anos como a de ser mãe, esposa e dona de casa. As “super mulheres” enfrentam desafios e novas vivências ela enfrenta dificuldades, de forma mais evidente, por ter escolhido a luta, ao invés da resignação, portanto a “super mulher” que se empenha em viver é, portanto mais dividida do que a que enterra suas vontades e desejos.
“Super mulher” saiba que tudo na vida demanda dedicação e renúncia, dependendo da etapa e da disponibilidade possível. O que permite viver bem entre as jornadas que a mulher tem que enfrentar só pode ser uma real dimensão de paixão e não estar em nenhuma delas por obrigação, aceitando acima de tudo suas limitações.


Faça o seu melhor, mas sem exigir de você a perfeição!


JOSELAINE GARCIA
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia e
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Consultório Psicológico em Cruz Alta - RS

_______________________

Prêmios recebidos em 2013
* Psicóloga Destaque Mercosul, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas

Prêmios recebidos em 2012
Psicóloga Destaque Nacional, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Consultório de Psicologia destaque na Região Sul do Brasil(RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Consultório de Psicologia destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Estadual 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.

Prêmios recebidos em 2011
Psicóloga Destaque Municipal 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.


domingo, 5 de janeiro de 2014

INTIMIDADE SE CONSTRÓI FAZENDO USO DA PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR ...


A cumplicidade se forma entre duas pessoas íntimas: intimidade se constrói contando tudo o que se passa conosco, o que pensamos e sentimos.

A intimidade se constrói fazendo uso da primeira pessoa do singular: eu me sinto magoado, fico feliz com isso, não gosto dessas atitudes...

Muitos entendem a intimidade como a condição em que os parceiros são livres para falar tudo o que pensam um do outro: acho isso desrespeito.

A intimidade implica uma condição muito delicada, pois cada um está se desvendando para o outro: não cabem críticas, acusações ou agressões.

Quando uma pessoa está abrindo sua intimidade a outra, torna-se extremamente vulnerável: qualquer reação hostil provoca imediata retração!

A intimidade bem sucedida é aquela em que um se deixa desvendar pelo outro e o outro faz o mesmo: tornam-se cúmplices, parceiros de verdade.

O amor torna especial uma pessoa que, até então, era como as outras: essa "mágica" tende a se perpetuar se os amantes se tornarem cúmplices! (texto de Flávio Gikovate)

JOSELAINE GARCIA
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia e
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Consultório Psicológico em Cruz Alta - RS

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Prêmios recebidos em 2013
* Psicóloga Destaque Mercosul, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Nacional, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas

Prêmios recebidos em 2012
* Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
* Consultório de Psicologia destaque na Região Sul do Brasil(RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Consultório de Psicologia destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Estadual 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.

Prêmios recebidos em 2011
Psicóloga Destaque Municipal 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

COMO LIDAR COM A DEPRESSÃO DO FINAL DE ANO

abaixo, entrevista, na íntegra, concedida ao Jornal Diário Serrano, Caderno especial de natal, 24 e 25 de dezembro de 2013 

Psicóloga Joselaine Garcia
Jornal Diário Serrano - Cruz Alta - RS

Entrevistada:
JOSELAINE GARCIA
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia e
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa




Dezembro tradicionalmente é um mês diferente?
A mídia mostra nesta época do ano todo mundo feliz, porém poucos imaginam o final do ano nem sempre é um período de alegria, é muito comum aumentar os casos de depressão ou agravamento da doença nessa época.

As festas de final de ano são grandes potencializadoras das emoções, o Natal é um período considerado de alegria e esperanças otimistas, determinadas pessoas ficam particularmente felizes, mas um grupo maior fica triste e outro ainda se sente profundamente deprimidos.

Por ser um período onde são potencializadas as emoções, facilmente leva a um quadro depressivo nas pessoas que estão mais fragilizadas emocionalmente, ou podem agravar os sintomas naqueles que já convivem com a depressão, um grande grupo de pessoas vêem tudo negro, perdem as forças físicas e também as esperanças, pode ser uma época muito triste e se fazer acompanhada por sentimentos de solidão, desamparo e desânimo.
Alguns, inclusive, ficam mais incomodados, pois estão se sentindo tristes, embora a mídia mostre todo mundo feliz; e isso leva a um sentimento de inadequação e ingratidão.

Por que algumas pessoas ficam deprimidas nesta época de final de ano?

Vários são os gatilhos desencadeantes da depressão de final de ano, dentre eles a solidão, separação, o luto pela morte de um ente querido, a aversão ao consumo exagerado, lembranças da infância, período de avaliar o que se fez ou deixou de se fazer, tempo de avaliações, cobranças, arrependimentos, conquistas, perdas, ganhos, enfim, vários são os fatores desencadeantes.
É comum inúmeros sentimentos manifestarem-se nestes meses, como angústia, alegria, tristeza, tensão, prazer, ansiedade, medo.


Quais são os sintomas da depressão de final de ano?
Os sintomas da depressão podem variar de pessoa para pessoa. Um sinal é quando alguém alegre e sociável se torna irritável e retraído.  Neste período do ano a pessoa que é alegre, fica mais triste, apática, não há nada de errado em ficar triste, a tristeza é uma emoção normal e necessária para qualquer pessoa, ela gera reflexão e isto gera crescimento e evolução, mas devemos ficar alerta, sinais de perigo envolvem transtornos de humor que durem mais de duas semanas, acessos de choro, mudanças no apetite e nos níveis de energia, dificuldades de concentração e até pensamentos sobre morte e suicídio.

Como evita-la?
Para vencer esse momento não temos receita pronta, pois cada caso é um caso, deve-se levar em conta cada historia de vida, mas para amenizar a depressão e o estresse causados pelas festividades de fim de ano sugiro:
1.      Não tentar ignorar a data, achando que o problema vai embora, ao contrário, esteja ciente dessa, para que você lide melhor com essa situação Observe-se para ver se há um problema emocional presente nessas datas.
2.      Não desconsidere as experiências desagradáveis, use-as a seu favor aprenda com os erros.
3.      Lembre-se com carinho e não com tristeza dos que já foram e dos que não estão mais na condição de conjugue, ou namorados.
4.      Nunca tente passar as comemorações só, se estiver distante das pessoas queridas, procure  se ocupar com atividades diversas.
5.      Procure se cercar de pessoas de quem se gosta e aumentar a interação com elas ao máximo possível. Seja um amigo, um namorado ou um vizinho, esteja ao lado de companhias agradáveis. 
6.      Faça o que for possível fazer, respeitando os seus limites, mas faça! 
A vida é um intercambio de chegadas e partidas, portanto curta as lembranças, pois elas fazem parte da vida, só não deixe que a tristeza tome conta de você por muito tempo.

A importância de buscar ajuda e como buscá-la?
A intensidade ou gravidade varia de pessoa para pessoa, em alguns casos os sintomas não são tão severos, mas mesmo assim os indivíduos se sentem tristes. Muitas pessoas ao terminar as comemorações de finais de ano melhoram, no entanto outras o problema pode ser intenso durante o período, podendo levar até mesmo ao suicídio, estudos apontam que a taxa de suicídio nessa época do ano quase dobra. Mas cada caso é um caso.

Caso esse estado de tristeza perdure por mais tempo ou se torne insuportável, se você está se sentindo impossibilitado de executar tarefas do dia-a-dia, está totalmente sem energia, é indicado que consulte um profissional Psicólogo e/ou Psiquiatra imediatamente, não hesite em buscar ajuda profissional, quando o vazio da alma ataca, não é fácil para ninguém.

JOSELAINE GARCIA
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia e
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Consultório Psicológico em Cruz Alta - RS 

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Prêmios recebidos em 2013
* Psicóloga Destaque Mercosul, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Nacional, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas

Prêmios recebidos em 2012
* Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
* Consultório de Psicologia destaque na Região Sul do Brasil(RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Consultório de Psicologia destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Estadual 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.

sábado, 21 de dezembro de 2013

ADEUS, PAPAI NOEL


Ícones da fantasia infantil influem nos relacionamentos na idade adulta!

Por Gérald Bronner


Às vezes descobrir a verdade pode ser muito desagradável e até mesmo violento. Todos nós, no decorrer da vida, passamos pela experiência dolorosa da perda de ilusões. Umas das mais comuns no mundo ocidental é a crença na existência do bom velhinho vestido de vermelho e branco, guiando um trenó puxado por renas que voam e distribuindo presentes para todas as crianças do mundo. A descoberta da ficção ocorre geralmente quando a criança tem por volta de 6 ou 7 anos, Nem todos se recordam do “desaparecimento” desse personagem, mas entre os que conservaram alguma lembrança, muitos lamentam a desilusão que sofreram. E ela não vem sozinha.

O fim da primeira infância é acompanhado pela mudança dos sistemas de representação, pelo abandono de certa visão de mundo. É preciso deixar para trás um universo ao mesmo tempo terrível e encantado, o que gera perdas e ganhos. Desaparece o monstro no armário, mas também a fada capaz de realizar os nossos desejos.

Estes mitos são muitas vezes vistos pelos adultos como tolices sem importância, e alguns pais tendem a considerar o desaparecimento da possibilidade de acreditar em Papai Noel apenas como uma fase necessária no processo de amadurecimento. Desse modo, porém, subestimam aspectos importantes. Um deles é o fato de que essa etapa possa ser fundamental na constituição das bases de relacionamento consigo mesmo e com o outro ao longo da vida. Afinal, não se trata apenas do desaparecimento de uma crença, mas envolve a natureza das relações que a criança mantém com as pessoas que estão à sua volta – ainda que com boa intenção, mentiram para ela. Além disso, os adultos podem menosprezar a capacidade lógica dos pequenos, embora seja justamente na qualidade de ser racional que a criança adere a esse mito, inacreditável aos olhos do adulto – e, numa nova etapa do desenvolvimento cognitivo, se liberta dele.

Então, como enfrentar o problema para permitir que esta ruptura se produza sem traumas? A garantia de continuar a receber presentes parece servir como compensação para a agitação cognitiva – é útil lembrar-se dela quando a criança confessa o fim da própria crença. Além disso, deixando de acreditar em Papai Noel as crianças têm a impressão de entrar no “círculo das pessoas grandes”, em uma espécie de rito de passagem que pode ocorrer de maneira indolor se os pequenos tiverem a impressão de tirar uma vantagem da fantasia. Por exemplo, a passagem será sentida positivamente se a criança tiver irmãos, primos ou amiguinhos menores e aceitará de bom grado transformar-se em um dos atores da pequena comédia anual. Participando do segredo, ela tem a impressão de compartilhar algo do mundo dos adultos: obtém uma missão de confiança.


Se a criança é filha única, com certeza apreciará a idéia de fazer uma brincadeira com os adultos, vestindo-se ela própria de Papai Noel na noite de Natal. Isso lhe permitirá rir com os outros – e não se sentir traída. Em geral, quando a criança começa a ter dúvidas é melhor parar de mentir. Não se trata de lhe dizer brutalmente a verdade, porque o fim inesperado da crença poderia ser mal vivenciado, mas de lhe fazer as mesmas perguntas. Se a criança perguntar por que o Papai Noel não faz isto ou aquilo, basta dizer: “E você? O que você acha?”. Mas, se ela indagar diretamente se o velhinho existe, é possível dizer algo como “É uma pergunta que você deve responder sozinha, talvez você já saiba a resposta”. Se a criança estiver pronta para juntar suas constatações próprias, como os indícios que se conectam no fim de um livro policial para que o enigma seja solucionado, ela apresentará essa conclusão. E, nesse caso, merece receber os cumprimentos por sua perspicácia. Se ainda não for a hora de abrir mão da fantasia cabe aos adultos respeitar – e aguardar. 

Porém, uma última questão permanece suspensa: por que induzir as crianças a acreditar que Papai Noel existe? Não é apenas uma maneira de fazer com que tenham uma decepção no futuro? Todo pai ou mãe deve tomar a própria decisão, mas – sem pretender ter a resposta certa e definitiva – vale lembrar que as pessoas têm a possibilidade de acreditar de maneira tão pura no mundo mágico apenas uma vez na vida. Além disso, as fronteiras do país das maravilhas se fecham cedo, por volta dos 6 ou 7 anos. Mas ele pode deixar boas recordações.


JOSELAINE GARCIA
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia e
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Consultório Psicológico em Cruz Alta - RS 
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Prêmios recebidos

* Psicóloga Destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Mercosul, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Nacional, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
* Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
* Consultório de Psicologia destaque na Região Sul do Brasil(RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Consultório de Psicologia destaque Estadual, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Estadual 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
Psicóloga Destaque Municipal 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.
Psicóloga Destaque Municipal 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.