sábado, 27 de abril de 2019

INIMIGA NÚMERO UM DO AMOR ...


  • Você tem relacionamentos ruins repetidas vezes? 
  • Você Idealiza seus relacionamentos?
  • Está sempre pronta a agradar? 
  • Não consegue dizer "não", mas se arrepende depois?  
  • Fica do lado do telefone, ansiosa, esperando ele (a) ligar?
  • Você não se importa com seus próprios interesses, se anula, se fixa no relacionamento e faz dele o centro de sua vida?

ATENÇÃO!

VOCÊ PODE ESTAR SOFRENDO DE DEPENDÊNCIA AFETIVA!

Pessoas carentes afetivamente atraem relacionamentos confusos e insatisfatórios por apresentarem-se tão disponíveis em troca de amor, carinho e atenção. Correm o risco de serem rejeitados, não valorizados e menosprezados pelo parceiro. Os relacionamentos preenchem este vazio sentido por elas.

A pessoa acredita que não seja merecedor de amor e sim os seus parceiros o sejam.

Na verdade, muitas vezes, ele até tem consciência de que o relacionamento não é saudável, mas não consegue sair desta situação, isso porque as motivações que o levaram a tal posição são inconscientes.

Dependência Afetiva é um distúrbio de comportamento que afeta um número muito grande de homens e mulheres. Em geral, pessoas que amam ilimitadamente, que vivem em uma linha tênue que alterna entre carência, amor e sofrimento, na grande maioria de total baixa autoestima, quase todas adquiriram este distúrbio em alguma experiência onde suas necessidades emocionais não foram atendidas, seja na infância ou mesmo em relacionamentos passados.

É geralmente uma pessoa que cresceu em uma família disfuncional na qual suas necessidades emocionais não foram atendidas. Indivíduos que não se sentiram apoiados e valorizados que se relacionaram em ambientes conturbados destarte verão sua realidade como fria, vazia e solitária.

Algumas características da pessoa que sofre de dependência afetiva:

  1. Não se importando com seus próprios interesses, essas pessoas por muitas vezes se anulam, se fixam no relacionamento e fazem dele o centro de sua vida;
  2. Idealizam relacionamentos
  3. São inseguros e estão sempre prontos a agradar, demonstra muito amor e muito controle, sem perceber que isso acaba por sufocar a outra parte.
  4. Não consegue dizer "não", mas se arrepende depois;
  5. Se compromete a fazer coisas que não quer fazer, e depois acaba não conseguindo dar conta delas;
  6. Fica do lado do telefone, ansiosa, esperando o parceiro (a) (namorado/marido) ligar;
  7. Vive checando a caixa de correio/correio eletrônico/secretária eletrônica para ver se há mensagens;
  8. Cancela um encontro com um (a) amigo(a) para se encontrar com ele de última hora;
  9. Abre mão de amizades, interesses e objetivos pelo relacionamento;
  10. Substitui rapidamente um amor/caso recente;
  11. Corre para casa para estar disponível ao parceiro;


Caso você tenha se identificado com a situação, não hesite em buscar ajuda, pois o caminho para administrar o problema é desenvolver a auto aceitação e com isso a autoestima. 

Você precisa aprender a amar de forma saudável, estando em primeiro lugar e dosando para não ser egoísta, ame a si mesmo, resgate seu amor próprio, sem isso jamais poderá se relacionar de forma equilibrada.

Desenvolva auto aceitação, não é por ser carente que você vai encontrar em outros indivíduos o que te falta, busque dentro de você e se achar que não é capaz procure ajuda de um profissional especializado, é o grande diferencial que pode ser de grande ajuda.

DEPENDÊNCIA AFETIVA é um dos principais elementos de bloqueio na vida de um indivíduo e INIMIGA NÚMERO UM DO AMOR!

Diante do exposto o que você sente é amor ou dependência afetiva?

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,

quarta-feira, 17 de abril de 2019

O “ANALGÉSICO” DA ALMA!



Cutting = AUTOMUTILAÇÃO - As grandes vítimas se encontram, geralmente, na fase da adolescência, a idade das emoções.

É uma prática que consiste em fazer pequenos cortes no corpo.
Imagens retirada da internet

Automutilação é um problema que precisa de atenção e cuidado, por meio de avaliação.

É muito importante que a escola e a família estejam atentas aos adolescentes que venham praticar o cutting (Automutilação) prática que está ganhando uma perigosa popularidade.

É um transtorno que tem idade para começar, mas não para acabar. O início do quadro ocorre na adolescência, geralmente entre 13 e 15 anos, tende a diminuir depois dos 20 anos, mas, se não tratado, pode perdurar por muitos anos, pois a pessoa sente-se incapaz de parar com tal prática. 

Mesmo não sendo regra, em alguns casos mais graves o indivíduo pode tentar se ferir de maneira mais violenta, levando a danos maiores e até fatais.

Infelizmente, A AUTOMUTILAÇÃO ESTÁ SE TORNANDO UMA EPIDEMIA, sobretudo por causa das redes sociais, o principal público atingindo são meninas de 13 a 17 anos. Nessa idade, a pessoa não tem a personalidade formada e assume um comportamento de grupo altamente perigoso. Muitos acabam praticando algum episódio para tentar acompanhar um grupo, sendo uma experiência dolorosa, a maioria dos adolescentes acaba interrompendo o comportamento. Porém, quando a automutilação continua, comumente é porque estamos diante um jovem que vive em grande sofrimento emocional.

A dor de um adolescente que se automutila é grande, ele recorre a mutilação com o intuito de a dor no corpo amenizar a dor na alma, (o corte alivia a dor psíquica), no entanto, logo após o alívio, vem uma sensação de vergonha, de arrependimento, de ser descoberto no seu ato, a pessoa sente culpa e medo, sentimentos que fazem com que o adolescente se isole e se sinta sozinho.




Na minha prática clínica, já tratei de muitos casos de automutilação e o que se vê é que não conseguem expressar através das palavras a sua dor física ou emocional. A automutilação é uma tentativas de se comunicar, de dizer da dor e do sofrimento apesar da falta de palavras ou da falta de escuta. 
A automutilação é uma tentativas de se comunicar,
de dizer da dor e do sofrimento apesar da falta de palavras

A motivação referida pelos pacientes é que eles se cortam para:
- “aliviar uma sensação ruim”,
- “sinto alívio na dor sentimental, troco-a pela física. Pelo menos por um momento eu me sinto livre de tudo.”
- “É mais forte do que eu”, 
- “É um vício, me corto mais e mais e, mesmo sabendo dos danos que podem acontecer, não consigo parar”

Cada indivíduo que o pratica poderá dar uma explicação para suas próprias ações. O certo é que há um sofrimento que não pode ser ignorado.

A automutilação não tem como objetivo chamar a atenção, é usado como um escape para aliviar a tensão. Quem o pratica não quer que os pais saibam, o fazem escondido, na sua maioria, tentam esconder as suas marcas e têm vergonha do seu ato de autoflagelo. Sabem que as pessoas reprovam essa atitude. Raramente pedem ajuda.

Sinal, de alerta, que deve despertar a atenção dos pais: 

- Um dos sinais mais peculiares da prática de automutilação é o uso de roupas compridas, mesmo em dias de calor, para esconder as marcas.
Obs: Geralmente os cortes são feitos em locais mais fáceis de serem cobertos, como braços, pernas e abdome.

É importante, também, ficar atento as mudanças bruscas de humor, hábitos ou horários, pois a alteração de comportamento dos adolescentes pode ser um indicativo de que estão com problemas.

É fundamental que os adultos aprendam a conhecer seus filhos!

Grande parte dos pais sequer percebe que os filhos têm se cortado com canivetes, lâminas de barbear e até lâminas de apontadores de lápis.

Se um pai ou mãe descobrir sobre a automutilação do filho não entre em pânico, Manter a calma será muito importante. O acolhimento amoroso dever ser a primeira reação. Será fundamental adotar uma postura de disponibilidade para escutar Não pergunte diretamente sobre a automutilação, pergunte o que o faz sofrer, mostre interesse por aquilo que o jovem pensa e sente, dando-lhe espaço para partilhar, mas não o obrigando.
Em seguida, ao tomar consciência da situação do filho, os pais devem procurar ajuda profissional. Geralmente uma ajuda psiquiátrica é necessária, aliada a psicoterapia.

Caso a escola seja a primeira a perceber, deve comunicar os pais e não somente achar que é um fenômeno passageiro ou da moda. 

Lembre-se dizer apenas para parar de fazer terá pouco efeito.

A pessoa só se livra do vício se auxiliada por um profissional que vai dar voz a essa dor, muitas vezes inconscientes, que a levam à automutilação.

TRATAMENTO 
A automutilação (cutting) não pode ser tratado apenas com medicamentos. A psicoterapia é fundamental!

A psicoterapia é fundamental porque é o espaço em que ele é autorizado a falar das suas dores emocionais, físicas e da sua angústia. É onde ele será acolhido na sua individualidade.

Cabe salientar que a automutilação, muitas vezes, está relacionada a outros problemas psicológicos, como depressão, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), ansiedade e transtornos alimentares.

A duração do tratamento depende da gravidade das lesões e do tempo das práticas de automutilação.


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55. 99167-7928
CRUZ ALTA RS,

terça-feira, 16 de abril de 2019

O LADO SÉRIO DA HIPNOSE

O QUE É A HIPNOSE?
É um estado amplificado da consciência. “É você usar o seu cérebro na totalidade através do transe, um estado em que o paciente fica consciente de uma forma diferenciada, induzido por profissionais capacitados. Nesse estado, há mudanças nos padrões das ondas cerebrais e diferentes estruturas do órgão são ativadas com maior intensidade, em especial as relacionadas à memória e às emoções. Neste estado nos tornamos capazes de acessar a riqueza das nossas informações, história, crenças, e sabedoria interiores para estimular e integrar o autodesenvolvimento e mudanças duradouras positivas.

- COMO ELA FUNCIONA?
A HIPNOSE CLÍNICA é um processo terapêutico pelo qual o profissional Psicólogo, utiliza-se da Hipnose Clínica, QUANDO INDICADA, como coadjuvante do tratamento psicoterápico. Quando um processo terapêutico se inicia, a terapia é feita sob medida para cada paciente, utilizando diversas técnicas de tratamento dentre estas técnicas a hipnose a qual, também, é composta por múltiplas técnicas como: Condicionamento Externo, Condicionamento Interno, Recondicionamento Mental, Bloqueio de Registros Mentais, Regressão de memória, progressão de memória, projeção mental, Energização e Ressignificação Mental.
Mas como já falei anteriormente, a hipnose somente é usado QUANDO INDICADA, como coadjuvante do tratamento psicoterápico. Não é terapia!

- ELA É INDICADA PARA  TRATAR?

A psicoterapia com técnicas de Hipnose constitui uma abordagem terapêutica com eficácia em diversos problemas psicológicos e psicossomáticos e tem sido usada, com sucesso, para tratamento de diversos problemas como:

Traumas, Fobias, Ansiedade, Depressão, Pânico, Motivação e aumento da força de vontade; Dependências (Álcool, Fumo, Drogas em geral, e Medicamentos), Obesidade e ajuda ao controle de peso, Impotência sexual /ausência de orgasmo/ ejaculação precoce, Preparação de estudantes para exames e concursos, Melhora do desempenho escolar, Melhorar a memória e concentração, Hiperactividade infantil, Melhora no desempenho geral de atletas, Dificuldade de falar em publico, Stress, Gastrite (de origem emocional), Enxaqueca, Problemas dermatológicos de fundo emocional.

- OFERECE RISCOS? QUAIS?
O método é sério e pode trazer resultados surpreendente, desde que feito com profissionais capacitados, não é qualquer pessoa que pode praticar, não basta ter um curso de hipnose e não ser formado em específicas áreas da saúde. O hipnólogo precisa ter uma base sobre como o cérebro funciona para não desencadear complicações e, principalmente, para saber administrar as consequências da hipnose.

Fazer Hipnose qualquer um faz, é técnica, agora estar capacitado para tratar um transtorno com o uso da hipnose é outro assunto. Não basta apenas fazer uma regressão, acessar o conteúdo traumático e feito está resolvido, é preciso muito mais que isso. Se fosse tão simples assim, não teríamos tanta gente sofrendo de problemas emocionais e o índice de suicídio não seria tão elevado, pois como num passe de mágica tudo estaria resolvido.
Por exemplo: tomando como base a novela, Imagine no caso da personagem Laura, que reviveu uma cena trágica de abuso na infância. Quando ela voltar a si, precisará de suporte psicológico. Para você ter uma noção, tratar de uma vítima de abuso sexual demanda múltiplos conhecimentos como: Psicopatologia, Sexualidade Humana, Dinâmica Familiar, Co-morbidades, Relações de Gênero, Relações de Poder, Perversões, Psicanálise, ganhos Secundários, Vitimologia, etc.

Portanto, tenha cuidado na escolha do profissional, já que há muitos no mercado prometendo curas rápidas e pontuais para problemas graves. Hipnose não faz milagres e é assunto sério.

- QUAIS OS BENEFÍCIOS?
A hipnose vem sendo empregada em todo o mundo como uma importante ferramenta de apoio terapêutico nas mais diversas especialidades e doenças, com bastante sucesso na área psíquica. Os sintomas podem ser bastante atenuados ou até mesmo vir à remissão completa, tem como beneficio, também, a diminuição do tempo de tratamento, a hipnoterapia facilita a terapia e assim encurta o tempo de tratamento.

- ATUALMENTE, ELA É BASTANTE PRATICADA?
A Hipnose  é uma prática milenar, é um procedimento científico de eficácia comprovada, sendo aplicada por médicos e psicólogos de mais de 70 países.
Nos dias atuais é amplamente aceita e respeitada, inclusive por estar de “mãos dadas” com a neurociência.

Os psicólogos são autorizados pelo Conselho Federal de Psicologia a utilizarem a técnica pela resolução 13/2000, o profissional utiliza a hipnose clínica, quando indicada,  como coadjuvante do tratamento psicoterápico.

Hospitais do Brasil e do Exterior usam a hipnose no tratamento de sintomas de doenças como câncer, asma ou insônia, é usado, por exemplo, no Memorial Sloan- Kettering Cancer Center e no M. D. Anderson Cancer Center, dois dos mais importantes centros de tratamento e pesquisa da doença, para diminuir efeitos colaterais da quimioterapia, como a fadiga e a dor. No Brasil já faz parte da rotina de serviços de primeira grandeza como o Hospital A. C. Camargo, de São Paulo, especializado na luta contra o câncer, e ganhou espaço no Hospital das Clínicas de São Paulo (HC/SP)

- HIPNOSE - COMO ELA É VISTA E TRATADA NA SOCIEDADE ATUALMENTE?
Há ainda muita desinformação em relação à hipnose. A palavra hipnose vem acompanhada de muita fantasia, você pode imaginar um mágico fazendo alguém imitar galinhas, pode lembrar de pessoas que ficam nas ruas oferecendo hipnose com um pêndulo. Mas, é importante não confundir hipnose clínica com a hipnose de palco. A hipnose Clínica é séria, um recurso médico\Psicológico que ajuda a acessar informações inconscientes e descobrir determinados temas que estão reprimidos.  A hipnose está sustentada por uma gama de estudos comprovando sua eficácia nas mais variadas enfermidades, ela se vale de técnicas científicas modernas, nas quais o paciente interage e participa conscientemente, tendo total controle do que se passa durante o processo. É um instrumento importante que pode ser usado no tratamento de inúmeros sintomas em diferentes diagnósticos. E segundo análise publicada na revista American Health Magazine, a recuperação acontece em 93% dos casos, num período muito curto de tempo.





Joselaine Garcia
Psicóloga e Hipnóloga Clínica
Especialista em Docência Universitária
Credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Membro do Latin American Quality Institute
Psicóloga laureada com diversos prêmios: Nacional, Estadual e Internacional

quinta-feira, 28 de março de 2019

AUTOESTIMA, PODEROSA ARMA DE SEDUÇÃO.


A autoestima é a força motriz que faz você se expressar e exigir dos outros o respeito que você merece em seus relacionamentos. É o que vai garantir que você tenha coragem de se expressar em situações constrangedoras, nas quais pode ser decisivo fazer valer suas opiniões.


Jesus nos ensina: «Amarás ao teu próximo como a ti mesmo» (Mateus 22:39)

 Se não me amo, estarei sempre procurando alguém que me complete me faça feliz, realize meus sonhos.

A busca pelo outro é, de alguma forma, uma busca por si mesmo. Se não tenho um bom relacionamento comigo, como posso ter com os outros?

Normalmente, Pessoas carentes afetivamente atraem relacionamentos confusos e insatisfatórios por apresentarem-se tão disponíveis em troca de amor, carinho e atenção. Correm o risco de serem rejeitados, não valorizados e menosprezados pelo parceiro.

Os relacionamentos preenchem este vazio sentido por elas. No momento em que se separa se vê no vazio de sua identidade, então, voltam a unir-se, e novamente volta à frustração, pois o outro nunca será capaz de suprir essa falta.

Cada pessoa reagirá a essa experiência com o seu padrão relacional, ou seja, é, seu modo próprio de ser, constituído a partir de sua história de vida que originou um sistema interno de valores e crenças sobre relacionamento afetivo. A atuação do inconsciente está presente o tempo todo ao longo de nossa vida, interferindo em cada processo psíquico, em menor ou maior grau.

O relacionamento poderá ser intensamente influenciado pelo grau de maturidade psicológica de cada um e pelo grau de consciência e autoconhecimento obtido sobre sua própria dinâmica psíquica.

A AUTOESTIMA EM RELACIONAMENTOS É SUA MELHOR AMIGA!
Investir em sua autoestima ficará muito mais fácil tomar decisões em seus relacionamentos e escolher quando ficar e quando dar o fora.

MAS COMO POSSO CONQUISTAR MINHA AUTOESTIMA?
O primeiro passo para conquistar sua autoestima é o autoconhecimento, mas COMO ADQUIRO AUTOCONHECIMENTO? Fazendo terapia

Com o processo psicoterápico é possível interromper esse círculo vicioso, pois haverá um investimento consciente de energia psíquica no sentido de se autoconhecer para compreender qual a dinâmica presente nos relacionamentos.

É necessário aceitar que a barreira para a nossa felicidade habita, ainda que em parte, dentro de nós mesmos. É preciso desfazer-se do sentimento de dependência infantil, para onde o indivíduo volta-se sempre que se sente só e desamparado na vida.

Um dos maiores ganhos que obtemos ao olhar para nossas próprias dores, com coragem de reconhecê-las e trabalhar com elas internamente, é o desenvolvimento de cada vez mais recursos internos para seguir em frente.
Você se ama?
Você se conhece?
Se aceita com defeitos e qualidades?
Sabe reconhecer seus erros e acertos com humildade?
Vive reclamando dos outros e até de si mesmo?
#FaçaTerapia #BusqueAjuda #ProcureUmPsicologo



Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga e Hipnóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

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CRUZ ALTA RS,

segunda-feira, 18 de março de 2019

RELACIONAMENTO ABUSIVO



"PASSEI A DUVIDAR DE MIM MESMA"

- Como identificar um relacionamento abusivo? 

Identificar um abusador pode ser difícil, pois eles costumam ser bons manipuladores e se passam por ótimos companheiros.
Um relacionamento é tido como abusivo quando uma das partes se caracteriza como a que pratica abusos, enquanto a outra é submetida. A principal característica de uma relação abusiva é o jogo de controle a que um parceiro submete o outro. Em uma tentativa de não perder a outra pessoa, o abusador tenta controlar o máximo de aspectos da vida do parceiro.
Geralmente, essas relações são assinaladas por um ciúme excessivo, frieza, chantagens emocionais e manipulação. Em casos extremos, podem resultar em agressões.

- Quais os sinais de que a pessoa está em relacionamento abusivo? 

É preciso estar atento para sinais sutis, que caracterizam o abuso psicológico ou emocional.
Mesmo gentilezas e presentes podem fazer parte do ritual do abuso. Eles servem para o abusador permanecer no comando, recompensando manipulações bem sucedidas e tentando encobrir todo o mau tratamento. De fato, raros são os relacionamentos abusivos em que não há momentos, muitas vezes intensos, de bons sentimentos, carinho e pedidos de desculpas eloqüentes. A vítima se acalma e se abre à esperança quando esses comportamentos ocorrem, e o abusador sabe disso e o usa a seu benefício.
O relacionamento abusivo é um cenário complexo, pois é comum a pessoa não reconhecer que está em um, por isso vou listar alguns comportamentos que indicam que aquela relação está desequilibrada:

Sinais de alerta que devem ser considerados
  •  É comum a vítima ter aberto mão, da sua liberdade e se tornado cada vez mais “prisioneira(o)”, o abusador normalmente tem ciúme de todos, mesmo de amigos e parentes, Afasta das amizades e de familiares, controlam os passos, gastos, compromissos, monitorando a outra pessoa todo o tempo.
  • Geralmente apresenta um comportamento explosivo, tem “pavio curto”, porém no momento seguinte pode se mostrar arrependido(a) e extremamente carinhoso(a).
  • Com freqüência justifica seus erros transferindo, convincentemente, a culpa para você ou para os outros.
  • Costuma manipular as cenas ou situações para beneficiar sempre a vontade própria.
  • Na maioria das vezes controla ou Proíbe coisas de cunho muito pessoal, como a roupa que o outro usa, a cor do batom e aonde ela pode ou não ir.
  • Busca ter acesso a informações do celular ou e-mail sem permissão do outro;
  • Usa menosprezar a pessoa e suas realizações, fazendo você se sentir incapaz



 Cabe salientar ainda que frases como: “Eu te amo, mas…”, "Você não fica bem com este tipo de roupa",  "Você não deve procurar outro emprego”,  "Se você tentar fizer isso, provavelmente passará vergonha"  e Juras de amor que se assemelham a falas como "Ninguém nunca irá te amar como eu te amo" costumam estar presentes no relacionamento abusivo. 

- Porque muitas pessoas insistem em permanecer em relações abusivas?

É frequente o indivíduo não reconhecer que está em um relacionamento abusivo, pois como já foi explanado, gentilezas, presentes, momentos de bons sentimentos, carinho e pedidos de desculpas podem fazer parte do relacionamento.
Normalmente a pessoa que entra e permanece em um relacionamento abusivo normalmente faz isso pela fragilidade de sua estrutura, e só se libertará quando conseguir forças para buscar ajuda.
Todo tipo de abuso produz um baque na autoestima da vítima. Isso faz com que a própria vítima acabe se responsabilizando pelo que acontece, manipulada pelo agressor, a vítima muitas vezes se sente culpada por tudo que está passando e não rara às vezes as pessoas envolvidas no relacionamento abusivo correm o risco de confundir atitudes invasivas com demonstrações de cuidado, carinho e afeto. Assim sendo, livrar-se da relação tóxica é algo totalmente fora do horizonte dessa pessoa.


- Como sair delas? 

O papel do psicólogo, nesses casos, é essencial. o profissional conduzirá a pessoa no caminho de restaurar sua autoestima.
Dessa forma, ela(e) poderá quebrar o ciclo do relacionamento abusivo e, por fim, livrar-se dele sem cair nas chantagens do parceiro(a) agressor(a). Esse processo possibilitará que a pessoa retome o curso normal de sua vida, volte a ter relações familiares e com amigos e retome seu desempenho normal no trabalho.
É imprescindível criar espaço para sua individualidade, mudar a si mesmo e se tornar independente e não precisar do outro para ser feliz.
O relacionamento abusivo é um quadro complexo, deixa marcas profundas na saúde emocional dos envolvidos, mas que pode ser superado. Se você se identificou busque ajuda!

IMPORTANTE:
O abusador tem sua estrutura psíquica extremamente frágil. Ele está nessa posição de desestruturador do outro porque a sua autopercepção é tão crítica que, em seu inconsciente, ele teme todo o tempo ser enganado(a), derrotado(a), traído(a) pelo outro.
Algumas vezes, esse tipo de comportamento nocivo não é consciente ou intencional. Pessoas que cresceram em um ambiente emocionalmente abusivo e disfuncional tendem a repetir este padrão em sua vida, apresentando dificuldades para reconhecer seu próprio comportamento.



Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
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CRUZ ALTA RS,

domingo, 17 de fevereiro de 2019

A ESQUIZOFRENIA DO ORGULHO!




O orgulho nos mostra dois lados da história, o lado que queremos realizar e o lado que ele não deixa realizarmos.



Devemos usar o orgulho para as coisas boas, nos orgulhar de coisas boas, nos orgulhar das nossas conquistas, das pessoas.

Não podemos deixar o orgulho atrapalhar a nossa felicidade, se arrependeu de algo que fez, não deixe que o orgulho te impeça de voltar atrás, de pedir desculpas por palavras ou atitudes, orgulhe-se de você, não seja feliz para pessoas, seja feliz por pessoas, seja feliz por você, seja o herói de sua própria história. Não deixe o orgulho atrapalhar a sua história, precisa voltar atrás, volte, precisa recomeçar, recomece, mas não esqueça, o tempo é amigo do orgulho, o tempo não resolve nada e o orgulho é seu principal aliado.

Então, se quiser dizer, diga, diga agora, se liberte, vá em frente, pode ter alguém esperando por isso, para ser feliz por você, o amanhã pode ser tarde demais, então vai lá, SEJA O HERÓI DE SUA PRÓPRIA HISTÓRIA. (Anderson Guarda Garcia)



Autor: Anderson Guarda Garcia
                     Administrador de Empresas