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domingo, 8 de julho de 2018

PREVENÇÃO AO SUICÍDIO


Você sabia que o comportamento suicida é na atualidade um dos maiores problemas da Saúde Pública mundial e ganha impulso a cada ano?
O impacto psicológico e social do suicídio em uma família e na sociedade é imensurável. Em média, um único suicídio afeta pelo menos outras seis pessoas.
A “dor emocional” que muitas pessoas sentem diante de um “vazio existencial”, é algo inexplicável, Ninguém escolhe suicidar-se. Ele ocorre quando a dor que sentimos é maior que os recursos para enfrentá-los. A sua intenção é parar a sua imensurável dor psicológica e não pôr término à sua vida. O suicida na verdade não quer se matar, mas quer matar a sua dor, cada pessoa tem os seus próprios motivos, muito particulares, profundos e extremamente dolorosos que a levam a ponderar desistir de viver. Porém se faz necessário salientar que o comportamento suicida não é apenas uma resposta a um estresse extremo. O suicídio na maioria das vezes é o desfecho trágico de doenças psiquiátricas como (depressão, bipolaridade, esquizofrenia, etc), estas contribuem significativamente para um estado de maior desorganização e desconforto emocional.

 Como ajudar alguém que está prestes a cometer o suicídio?

Casos de suicídio poderiam ser prevenidos se a pessoa buscasse ajuda e se tivesse a atenção de quem está à sua volta. Portanto, procure ouvir atentamente, demonstre sua preocupação, seu cuidado e sua afeição para com ela, tente compreender os sentimentos dessa pessoa sem críticas, procure conversar com a família, amigos ou rede de apoio dessa pessoa, caso a pessoa tenha acesso a métodos suicidas, como armas e remédios, remova-os imediatamente. Oriente e/ou auxilie a buscar ajuda de um profissional, Psiquiatra ou Psicólogo, imediatamente.

Se você sentir que a pessoa está em crise, procure ajuda imediatamente, ainda que ela peça para você não fazer isso.

Se você for um adolescente e estiver preocupado com um amigo ou familiar, converse com um adulto confiável ou procure ajuda profissional logo. Não guarde segredo, apesar de ter prometido que não o faria.

IMPORTANTE - Leve qualquer ameaça de suicídio a sério. Talvez você tenha ouvido que pessoas que cometem suicídio não falam sobre o assunto, Isso não é verdade! Uma pessoa que fala abertamente sobre se suicidar pode estar pedindo ajuda da única maneira que consegue conceber; se ninguém oferecer ajuda, ela pode ceder aos seus impulsos e tirar a própria vida.

Como identificar a "tendência" suicida?

 A maioria das pessoas com tendências suicidas dá sinais de que vai se matar. Alguns dos sinais são:

- Afastamento ou isolamento social;
- Insônia persistente, angústia permanente ou ansiedade;
- Apatia, letargia, falta de apetite;
- Dificuldades de relacionamento e integração na família ou no grupo;
- Automutilação.
- Começar a colocar a vida em risco, como abusar de álcool e drogas, dirigir de forma irresponsável, brincar com armas de fogos perigosas.
 - Falar muito acerca da morte, suicídio ou de que não há razões para viver, utilizando FRASES DO TIPO:
ü  “Eu preferia estar morto”
ü  “Eu não agüento mais”
ü  “Os outros vão ser mais felizes sem mim”
ü  “Eu sou um peso para os outros”
ü  “A vida não vale a pena”
ü  “Nada mais importa.”
ü  “Estou tão solitário que queria morrer.”
ü  “Não vou te atrapalhar por muito tempo.”
ü  “Ninguém me entende”
ü  “Ninguém se sente como eu me sinto.”
ü  “Eu estaria melhor morto”
ü  “Queria não ter nascido.”

Qualquer frase nesta linha é um forte indicativo de risco de suicídio.


Joselaine Garcia
Psicóloga Clínica - CRP/RS 18.433
Psicóloga Premiada Internacionalmente
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia cognitiva
Pós graduada em Docência Universitária
Membro do Latin American Quality Institute
Blogueira - Blog: joselainegarcia.blogspot.com.br



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

FALAR SOBRE SUICÍDIO É A MELHOR PREVENÇÃO

 (Entrevista, concedida ao Repórter do Jornal Diário Serrano)
Quais são os principais mitos sobre o suicídio?

Existem muitos mitos acerca do suicídio, dentre eles podemos destacar os seguintes:



 Quem pensa em cometer suicídio, realmente quer se matar - MITO, Quando uma pessoa pensa em suicídio ela quer acabar com a dor, nunca com a vida! Elas desejam por um fim a um sofrimento.
·         A pessoa que quer se suicidar não avisa - MITO, Suicidas freqüentemente dão ampla indicação de sua intenção, é fundamental estar atento ao que a pessoa diz.
·         A pessoa que ameaça suicídio deseja manipular os outros. MITO, A ameaça de suicídio deve ser sempre levada a sério. Isso indica que a pessoa está sofrendo e necessita de ajuda, o que dirige a ação de suicidar-se é uma dor psíquica insuportável. A pessoa que atua dessa forma está sofrendo e necessita de ajuda. Mesmo em caso de tentativa de manipulação, nas mensagens enviadas, não se deve esquecer que pode haver, também, uma grande dose de desespero para que se chegue a tal ponto.
·         Falar sobre o suicídio com a pessoa que quer se matar, pode estar induzindo a isso. MITO, Falar sobre o suicídio e as idéias que está tendo, ajuda a pessoa a se sentir acolhida por alguém que se interessa por seu sofrimento. Vale ressaltar que buscar ajuda profissional é importante após esse momento.

Como a desinformação afeta a prevenção?
A desinformação agrava ainda mais a situação. Falar sobre o assunto pode salvar vidas. A primeira medida preventiva é a educação. Saber quais as principais causas e as formas de ajudar pode ser o primeiro passo para reduzir as taxas de suicídio no Brasil
O estigma do suicídio é um dos maiores problemas quando o assunto é prevenção. Para que esse tabu seja desconstruído, é necessário INFORMAÇÃO!
A Prevenção de qualquer doença se faz com informação clara e objetiva. A informação é a principal arma, salva vidas, assim como já aconteceu com outras doenças, como as doenças sexualmente transmissíveis, diabetes ou câncer, a prevenção tornou-se realmente bem-sucedida quando as pessoas passaram a conhecer melhor esses problemas.

Quais os fatores mais comuns que levam ao suicídio?
As pesquisas revelam que em mais de 90% dos casos de suicídio se enquadra num diagnóstico de transtorno mental, portanto, o suicídio freqüentemente é o desfecho trágico de doenças psiquiátricas como: Depressão, transtorno afetivo bipolar, esquizofrenia, abuso de álcool ou outras substâncias, etc.
Existem, também, causas imediatas como: fracasso amoroso, morte de um ente querido, desemprego e dificuldades financeiras; gravidez indesejada, aborto; infecção por HIV ou outra doença sexualmente transmissível; doença física grave; etc
No entanto é imprescindível ressaltar que sempre há muitos fatores que se combinam e que levam ao suicídio, nunca é apenas um motivo, suas razões não são pontuais, as causas incluem um extenso escopo é um comportamento com determinantes multifatorial e resultado de uma complexa interação de fatores psicológicos, biológicos, culturais e socioambientais.

Existe uma correlação entre suicídio e uso de drogas?
História de abuso de álcool e drogas está presente entre muitas crianças e adolescentes que cometem suicídio.
Pessoas suicidas tendem a se envolver em comportamentos autodestrutivos, como o uso de drogas. Assim como o álcool colabora para a violência contra o próximo, ele pode desencadear violência contra si mesmo.
O alcoolismo é um diagnóstico frequente naqueles que cometeram o suicídio, particularmente em indivíduos jovens. Neste grupo etário tem sido verificado que um em cada quatro pacientes suicida consumiu álcool ou droga antes do ato.


Qual a correlação entre automutilação e suicídio?
A automutilação é diferente da tentativa de suicídio, a pessoa se corta, mas sabe que não vai morrer por causa disso.
A automutilação muitas vezes está relacionada a outros problemas psicológicos, como depressão, ansiedade, transtornos alimentares, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), fatores esses que podem levar ao suicídio.

Infelizmente, neste processo, a ideação suicida e as automutilações levam muitas vidas dos nossos jovens.  (Entrevista, na íntegra, concedida ao Repórter do Jornal Diário Serrano, ed. do dia 18 de setembro/2016)



Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.9167-7928
CRUZ ALTA RS,

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

SUICÍDIO - FRASES DE ALERTA

SUICÍDIO - para mais de 90% dos casos existe prevenção!



Lutar contra esse tabu salvará muitas vidas!

A maioria das pessoas com idéias de morte comunica seus pensamentos e intenções suicidas. Elas, freqüentemente, dão sinais e fazem comentários sobre.

FRASES DE ALERTA
“Eu preferia estar morto”.
“Eu não posso fazer nada”.
“Eu não agüento mais”.
“Eu sou um perdedor e um peso pros outros”.
“Os outros vão ser mais felizes sem mim”.

Se você suspeita que alguém próximo à você pensa em cometer suicídio, tente se aproximar procure ouvi-lo atentamente; Tente compreender os sentimentos dessa pessoa; Converse abertamente, demonstre sua preocupação, seu cuidado e sua afeição para com ela; Procure conversa com a família, amigos ou rede de apoio dessa pessoa; Caso a pessoa tenha acesso a métodos suicidas, como armas e remédios, remova-os imediatamente; Oriente e ajude a buscar ajuda de um profissional Psiquiatra e/ou Psicólogo. 

Campanha SETEMBRO AMARELO, Campanha Nacional de Prevenção ao Suicídio. VAMOS TODOS ABRAÇAR ESTA CAMPANHA! 

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

SUICÍDIO: CONHEÇA PARA PREVENIR





PREVENIR UMA TAREFA POSSÍVEL!



1- Geralmente o que leva uma pessoa a cometer suicídio?

Tanto o suicídio quanto a ideação suicida não possuem etiologia específica, suas razões não são pontuais, as causas incluem um extenso escopo é um comportamento com determinantes multifatorial e resultado de uma complexa interação de fatores psicológicos, biológicos, culturais e socioambientais, como vemos está cercado por uma teia de complexidades e muitas vezes é o desfecho de uma série de fatores que se acumulam na história do indivíduo.

2- Quais doenças estão associadas ao pensamento suicida?

O suicídio em si não é uma doença, nem essencialmente a manifestação de uma doença, no entanto transtornos mentais constituem-se em um importante fator associado com o suicídio. Pesquisas revelam que em mais de 90% dos casos de suicídio se enquadra num diagnóstico de transtorno mental, destarte, o suicídio comumente é o epílogo trágico de doenças psiquiátricas como os transtornos afetivos ou do humor (ex. mania e depressão). Cerca de 35,8% de pessoas com transtorno de humor como a depressão morrem por suicídio. O abuso de álcool e drogas também está associado à maior risco de suicídio.

Existem, também, causas imediatas predisponentes como fracasso amoroso, perda do emprego, falência financeira ou morte de um ente querido que agem como o último empurrão para o suicídio. Portanto, sempre há muitos fatores que se combinam e que ocasionam o suicídio. Nunca é apenas um motivo.

3- Qual a dimensão do problema?

O comportamento suicida é na atualidade um dos maiores problemas da Saúde Pública mundial e ganha impulso a cada ano, observando alguns dados da Organização Mundial de Saúde podemos compreender a dimensão do problema:
- Anualmente cerca de um milhão de pessoas por ano, cometem suicídio em todo mundo;
- A cada 40 segundos uma pessoa consuma o suicídio e de um suicídio consumado há uma estimativa de 10 tentativas
- Estimativas apontam que no ano de 2020 esse número poderá chegar em torno de 1,5 milhão;
As estatísticas tristes e alarmantes são um sinal claro de que esse é um problema de saúde pública. O impacto psicológico e social do suicídio em uma família e na sociedade é imensurável. Em média, um único suicídio afeta pelo menos outras seis pessoas.

4- Há como evitar?

Sim, estudos mostram que 90% dos suicídios poderiam ser evitados por estarem associados a patologias de ordem mental diagnosticável e tratável, principalmente a depressão, ou seja, de cada dez casos de autoextermínio, nove podem ser evitados onde houver o diagnóstico preciso dessas patologias, o devido tratamento e a assistência das redes de cuidado e atenção. 
Outro caminho é prestar atenção aos sinais e a não minimizar a situação quando as pessoas falam principalmente frases como: não agüento mais essa vida, tenho vontade de sumir, quero acabar com meus problemas e sofrimento, tudo isso deve ser levado em consideração. Se a pessoa fala, ela pode fazer. A família pode até pensar que é uma forma de chantagem, mas quem deve avaliar isso são os profissionais.

No núcleo familiar e comunitário, a melhor prevenção é falar sem receio sobre suicídio e saber identificar os pedidos de socorro das pessoas próximas. Nenhuma pessoa precisa dar uma solução para os problemas do outro, deve apenas aprender a ouvir. As pessoas encontram as soluções dentro de si quando falam e refletem sobre seus conflitos e emoções.

Pessoas que apresentam um comportamento suicida carecem de acompanhamento psicológico e psiquiátrico concomitante, não hesite em buscar ajuda!

5- A família/ amigos devem ficar atentos a quais sintomas que indicam que uma pessoa está pensando em se suicidar?

A maioria dos suicidas dá sinais claros de que vai se matar. Alguns dos sinais são:
- Afastamento ou isolamento social;
- Insônia persistente, angústia permanente ou ansiedade;
- Apatia, letargia, falta de apetite;
- Dificuldades de relacionamento e integração na família ou no grupo;
- Automutilação.
- Começar a colocar a vida em risco, como abusar de álcool e drogas, dirigir de forma irresponsável, brincar com armas de fogos perigosas
 - Falar muito acerca da morte, suicídio ou de que não há razões para viver, utilizando frases do tipo: Eu preferia estar morto, Eu não agüento mais, Os outros vão ser mais felizes sem mim, Eu sou um peso para os outros, qualquer frase nesta linha é um forte indicativo de risco de suicídio.

Detectar os sinais de alerta e intervir de forma eficaz é uma tarefa importante que poderá salvar vidas. Para ajudar pessoas com esses sinais, você deve se certificar de que elas não sejam deixadas sozinhas, remover quaisquer objetos perigosos ou drogas que poderiam ser usados em uma tentativa de suicídio e procurar ajuda médica imediata.


6- Porque o suicídio? As pessoas veem ele como uma saída?

A “dor emocional” que muitas pessoas sentem diante de um “vazio existencial”, é algo inexplicável, Ninguém escolhe suicidar-se. Ele ocorre quando a dor que sentimos é maior que os recursos para enfrentá-los. A sua intenção é parar a sua imensurável dor psicológica e não pôr término à sua vida. O suicida na verdade não quer se matar, mas quer matar a sua dor, cada pessoa tem os seus próprios motivos, muito particulares, profundos e extremamente dolorosos que a levam a ponderar desistir de viver. Porém se faz necessário salientar que o comportamento suicida não é apenas uma resposta a um estresse extremo. O suicídio na maioria das vezes é o desfecho trágico de doenças psiquiátricas como (depressão, bipolaridade, esquizofrenia, etc), estas contribuem significativamente para um estado de maior desorganização e desconforto emocional.

7- Quais fatores aumentam o risco de uma pessoa cometer tal ato?

O principal fator de risco de suicídio é presença de transtorno psiquiátrico, incluindo-se abuso de substâncias. Porém existem outros fatores de alto risco de suicídio que são: História familiar de suicídio, mudanças de condições de saúde ou estado físico, Sentimento de desesperança, desemprego ou dificuldades econômicas, problemas no trabalho, morte do cônjuge ou de amigos íntimos, família atual desagregada por separação, divórcio ou viuvez, ter sido alvo de abuso sexual ou psicológico, experiência de humilhação social recente, etc.

8- Suicídio é um ato planejado ou impulsivo?

O suicídio raramente é uma decisão súbita, inesperada, na maior parte dos casos o suicídio é algo planejado, a pessoa arquiteta um plano, decide um método, antes de tomar uma decisão definitiva, entretanto a impulsividade é uma característica da personalidade que interfere na tomada de decisão e leva o indivíduo a se autodestruir.

9- Como intervir?

Nessa hora, ter alguém para ouvi-la pode fazer toda a diferença!
Falar e uma das principais maneiras de prevenir o suicídio. O suicídio é um ato de linguagem, de comunicação, sendo o suicídio um ato, e o ato, por significado, aquilo que supre um dizer, deste modo, se falar não atuo. Destarte, se oferecemos ao sujeito um lugar onde possa falar muito freqüentemente ele não precisara mais atuar. Portanto, procure ouvir atentamente, tente compreender os sentimentos dessa pessoa sem críticas, converse abertamente, demonstre sua preocupação, seu cuidado e sua afeição para com ela, procure conversa com a família, amigos ou rede de apoio dessa pessoa, caso a pessoa tenha acesso a métodos suicidas, como armas e remédios, remova-os imediatamente. Oriente e/ou auxilie a buscar ajuda na rede de saúde de sua comunidade.

10- Como lidar com a perda?

O suicídio desencadeia o luto mais difícil de ser enfrentado e resolvido de maneira eficaz em qualquer família, no entanto, a vivência da perda, o luto, difere de pessoa para pessoa. Não há uma maneira “normal” de lidar com essa perda, esse luto. Cada pessoa poderá experimentar emoções diferentes, não raras às vezes combinada numa espécie de tempestade avassaladora. Os estados emocionais podem variar entre a negação, a tristeza, a raiva, a confusão, o desespero e até a culpa.
Como as pessoas são diferentes, vivem seus sentimentos de forma diversa, e também elaboram o luto em tempos distintos e de maneira muito pessoal.
As marcas são profundas e não cicatrizam facilmente. Neste momento, é essencial que haja todo tipo de apoio, para superar o trauma. Essas pessoas, muitas vezes, têm dificuldade em sentir prazer de viver. Por conta disso, o acolhimento psicológico com técnicas capazes de reduzir os danos psíquicos é de grande valia. A finalidade não é eliminar a dor que já foi provocada, mas sim transformar o desespero em algo tolerável, evitar que vire doença. Fazer com que a pessoa veja que ainda existe futuro, perspectiva de vida mesmo após o fato.
11- O pensamento suicida é hereditário? Por exemplo, quando alguém se mata há a probabilidade maior do restante da família fazer o mesmo?

Nem todos os suicídios podem ser associados à hereditariedade, existem muitos outros fatores que interferem na tomada de decisão, não sendo a hereditariedade o fator mais determinante, porém uma história familiar de suicídio, é um fator de risco importante para o comportamento suicida.

12- Quais os maiores mitos acerca do problema?

Muitos estigmas, mitos e preconceitos envolvem a questão do suicídio, dentre eles podemos citar:

Mito - A pessoa que quer se suicidar não avisa.
Verdade – Suicidas freqüentemente dão ampla indicação de sua intenção, é fundamental estar atento ao que a pessoa diz.
Mito - Quem pensa em cometer suicídio, realmente quer se matar.
Verdade - A maioria das pessoas que pensam em se matar, na verdade, têm sentimentos ambivalentes. Elas desejam por um fim a um sofrimento.
Mito - falar sobre o suicídio com a pessoa que quer se matar, pode estar induzindo a isso.
Verdade -. Falar sobre o suicídio e as idéias que está tendo, ajuda a pessoa a se sentir acolhida por alguém que se interessa por seu sofrimento. Vale ressaltar que buscar ajuda profissional é importante após esse momento.
Mito - A pessoa que ameaça suicídio deseja manipular os outros.

Verdade - A ameaça de suicídio deve ser sempre lavada a sério. Isso indica que a pessoa está sofrendo e necessita de ajuda, o que dirige a ação de suicidar-se é uma dor psíquica insuportável.


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433

Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

  Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.9167-7928

CRUZ ALTA RS,

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

PREVENÇÃO DO SUICÍDIO

Psicóloga Joselaine Garcia, fala em entrevista a Unicruz TV - Tema: SETEMBRO AMARELO - CAMPANHA DE PREVENÇÃO DO SUICÍDIO. O tema faz parte da campanha 'Setembro Amarelo' que busca prevenir e orientar sobre o suicídio.

SUICÍDIO é considerado pelo Ministério da Saúde um problema de saúde pública, tirando a vida de uma pessoa por hora no Brasil, mesmo período no qual outras três tentaram se matar sem sucesso. No mundo a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio. Trata-se de um problema que se pode prevenir na grande maioria das vezes. ‪#‎SetembroAmarelo ‪#‎AcreditoNaVida



Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433

Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Hipnoterapeuta  Condicionativa
Hipnoterapeuta   Cognitiva
Especialista em Docência Universitária
Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

PREVENÇÃO DO SUICÍDIO: UMA TAREFA POSSÍVEL


FALANDO ABERTAMENTE
SOBRE SUICÍDIO

AS PESSOAS QUE TENTAM SUICÍDIO PEDEM SOCORRO?

Suicidas frequentemente dão ampla indicação de sua intenção.
É frequente pedir ajuda em momentos críticos, quando o suicídio parece uma saída. A vontade de viver aparece sempre, resistindo ao desejo de se autodestruir. De forma inesperada, as pessoas se veem diante de sentimentos opostos, o que faz com que considerem a possibilidade de lutar para continuar vivendo. Encontrar alguém que tenha disponibilidade para ouvir e compreender os sentimentos suicidas fortalece as intenções de viver.

FRASES DE ALERTA
“Eu preferia estar morto”.
“Eu não posso fazer nada”.
“Eu não agüento mais”.
“Eu sou um perdedor e um peso pros outros”.
“Os outros vão ser mais felizes sem mim”.

QUEM ESTÁ POR PERTO PODE AJUDAR? COMO?

É preciso perder o medo de se aproximar das pessoas e oferecer ajuda. A pessoa que está numa crise suicida se percebe sozinha e isolada. Se um amigo se aproximar e perguntar “tem algo que eu possa fazer para te ajudar?”, a pessoa pode sentir abertura para desabafar. Nessa hora, ter alguém para ouvi-la pode fazer toda a diferença. E qualquer um pode ser esse “ombro amigo”, que ouve sem fazer críticas ou dar conselhos. Quem decide ajudar não deve se preocupar com o que vai falar. O importante é estar preparado para ouvir.

O SUICÍDIO PODE SER PREVENIDO?

Segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, 90% dos casos de suicídio podem ser prevenidos. (Fonte: Cartilha falando abertamente sobre suicídio e Cartilha Informativa "Suicídio: conhecer para prevenir")


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433

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Credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

SETEMBRO AMARELO - VAMOS TODOS "ABRAÇAR" ESTA CAMPANHA!


SETEMBRO AMARELO, Campanha Nacional de Prevenção ao Suicídio: criado para mostrar a REALIDADE SOBRE O SUICÍDIO - para mais de 90% dos casos existe prevenção!

O SUICÍDIO É CONSIDERADO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA, E UM BRASILEIRO MORREM DESTE MAL A CADA 45 MINUTOS, no mundo a cada 40 segundos uma pessoa morre vitima de suicídio.

Só quem conhece a dor de perder alguém desta forma entende a importância desta campanha! A reflexão, o diálogo e a informação sobre o assunto tornam-se imprescindíveis, em vista do grande número de mortes em todo o mundo.

Lutar contra esse tabu salvará muitas vidas - Pela valorização da vida, VAMOS TODOS "ABRAÇAR" ESTA CAMPANHA!



VOCÊ SABIA QUE:

A maioria das pessoas com idéias de morte comunica seus pensamentos e intenções suicidas. Elas, freqüentemente, dão sinais e fazem comentários sobre.

FRASES DE ALERTA
“Eu preferia estar morto”.
“Eu não posso fazer nada”.
“Eu não agüento mais”.
“Eu sou um perdedor e um peso pros outros”.
“Os outros vão ser mais felizes sem mim”.

Se você suspeita que alguém próximo à você pensa em cometer suicídio, tente se aproximar e:

• Pergunte se o pensamento existe e em que nível;
• Se já houve planejamento e como;
• Procure ouví-lo atentamente;
• Tente compreender os sentimentos dessa pessoa;
• Expressar respeito pelas opiniões e pelos valores dela;
• Converse abertamente;
• Demonstre sua preocupação, seu cuidado e sua afeição para com ela;
• Procure conversa com a família, amigos ou rede de apoio dessa pessoa;
• Caso a pessoa tenha acesso a métodos suicidas, como armas e remédios, remova-os imediatamente.
• Oriente e ajude a buscar ajuda na rede de saúde mental de sua comunidade e/ou outros equipamentos e órgãos; CAPS,Posto de saúde, Clínica-escolar, CVV, ONGs e etc.

O movimento Setembro Amarelo é estimulado mundialmente pela Associação Internacional pela Prevenção do Suicídio (IASP) e consiste em iluminar ou sinalizar locais públicos com faixas ou símbolos amarelos
ESTA CAMPANHA que pode acontecer, também, através do compartilhamento da hastag:  #acreditonavida  no status do face, ou no status do whats, de posts sobre o assunto na linha do tempo, da configuração de foto de capa com imagem alusiva à campanha, com o uso do laço amarelo, com enfeite das casas, instituições e comércios com adornos na cor amarela.


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
P S I C O T E R A P E U T A  -  H I P N O T E R A P E U T A 

Hipnoterapeuta  Condicionativa
Hipnoterapeuta  Cognitiva
Especialista em Docência Universitária

Credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Membro do Latin American Quality Institute
Laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 
  Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

SUÍCIDIO ESTÁ ENTRE AS 10 PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTE

Psicóloga Joselaine Garcia




Entrevista protagonizada ao Jornal Diário Serrano da Cidade de Cruz Alta, ed. do dia 16 de novembro de 2014 - Assunto: Suicídio e autoestima - 

LEIA A ENTREVISTA NA INTEGRA, 
O QUE FOI E O QUE NÃO FOI PARA A pag. DO JORNAL

REPÓRTER
- COMO DESENVOLVER E MANTER AUTOESTIMA?
PSICÓLOGA Autoestima é o julgamento que você faz de si mesmo, é autoconfiança, auto-respeito e auto-aceitação. Por conseguinte o primeiro passo para melhorar a auto-estima, é identificar os comportamentos e as crenças negativas que foram edificados durante a vida, por exemplo: acreditar-se incapaz de alcançar grandes projetos, de arrumar um bom marido ou uma boa esposa e crer que ascender na carreira e ganhar mais dinheiro é prerrogativa apenas das outras pessoas. Destarte a primeira grande dica pra vencer a falta de auto estima é ter consciência. Consciência do que você foi um dia, do que você é hoje, e de quem você é de verdade
.
Muitas pessoas tentam viver sem pensar, sem examinar conseqüências, sem auto avaliar-se. Somente existe, levanta da cama pela manhã e vai para vida como se fosse um robô, sem sentir-se, sem se perceber. Ser consciente é estar de corpo e alma em cada coisa que faz.

Ter consciência constitui usar adequadamente sua capacidade de pensar, raciocinar, de se aceitar e atuar conforme decidir. É isso que nos torna humanos. Usar a nossa consciência é sair do automático e passar a escolher.

Auto-aceitação implica em acolher seus sentimentos, até mesmo os negativos. Olhe seus sentimentos de frente, o que seu medo, sua raiva, sua insegurança estão lhe dizendo, analise e dialogue com eles, aceite que eles existem e assim você vai compreender que é possível superá-los.

A análise feita com um Psicólogo é o método mais eficaz para o autoconhecimento.

REPÓRTER
- QUAL A IMPORTÂNCIA DISSO PARA A VIDA DE CADA PESSOA?
PSICÓLOGA A autoestima é a melhor aliada do sucesso na profissional e vida pessoal. Uma pessoa com autoestima alta confia que tem o controle da própria vida, sente-se confiante em lidar com os imprevistos e ambiciona alcançar o sucesso na vida pessoal e profissional. 

A baixa autoestima é, em muitos casos, a principal causa para depressão, ansiedade, medo, fobias, enfim, uma série de outros problemas. Quando uma pessoa não gosta de si mesma prontamente ela concebe que as outras pessoas também não podem gostar dela e por essa razão opta por se esconder e evitar contato com os seus semelhantes.

A autoestima é fundamental não apenas para as pessoas, mas igualmente para as famílias, os grupos, as equipes esportivas, as empresas, sem ela, não há terreno fecundo.

É importante salientar que não há idade-limite para conquistá-la.

REPÓRTER 
- COMO LIDAR COM TRAUMAS? É POSSÍVEL ESQUECER, SUPERAR OU CONVIVER COM ELES? DE QUE FORMA? - CONCEITO DE TRAUMA?
PSICÓLOGA Na nossa prática profissional o trauma psíquico é um tema inseparável da clínica. Quando alguém procura tratamento psicoterapêutico, quase sempre é porque algum acontecimento transtornou o equilíbrio em que vivia, exigindo uma reformulação em sua maneira de se colocar na vida.

Um trauma psicológico decorre de uma experiência dolorosa que, por não se suportar ou por se encarar com dificuldade, decide esconder-se na memória, é aquilo que a mente procura esconder, porém é sistematicamente exposto pelos comportamentos, pelas verbalizações, pela postura e, várias vezes, pela patologia de órgãos e sistemas do corpo humano.

Os traumas psíquicos podem ter conseqüências nas várias etapas da existência humana. Um trauma psicológico é algo que não deixa marcas físicas expostas no corpo ou que podem ser vistas através de algum exame, porém, suas conseqüências podem tomar dimensões significativas, prejudicando não só a infância, como a adolescência e vida adulta do sujeito.

Fundamentalmente, a fase da vida onde ele ocorre (quanto mais cedo, maior o efeito negativo), a severidade do trauma, o tempo de exposição ao trauma e o número de eventos acontecidos vão determinar a severidade dos danos emocionais causados. Os traumas podem afetar o funcionamento cognitivo, a saúde física e as relações interpessoais.

Algumas pessoas conseguem livrar-se de eventos traumáticos melhor do que outros Chamamos essa capacidade de resiliência. O resiliente seria alguém capaz de se tornar uma pessoa melhor depois de uma situação traumática. A maneira como enfrentamos nossos traumas, as rejeições, decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos, críticas e crises profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas.

Psicoterapias mostram ótimos resultados no tratamento de traumas, ajudam o paciente a compreender e a resignificar as experiências traumáticas. A psicoterapia nos casos de trauma não te faz esquecer o passado, mas ajuda a compreendê-lo de outra forma, resignificar a sua vida afim que você possa ser um resiliente.

REPÓRTER
- QUAL A RELAÇÃO ENTRE DEPRESSÃO E AUTOESTIMA/TRAUMA?
 PSICÓLOGA - Encontramos questões relativas à auto-estima em toda dificuldade emocional. Se você pensar em cada transtorno emocional, depressão, ansiedade, síndrome do pânico, você verá em cada um destes transtornos a autoestima prejudicada. A falta de autoestima está abarcada na maioria das dificuldades emocionais.

Ter baixa auto-estima não significa, fundamentalmente, ter depressão, mas uma coisa pode levar a outra. Uma pessoa com baixa auto-estima se enxerga de maneira negativa, mas consegue levar uma vida normal. Quem tem depressão, além dessa visão negativa, perde a motivação para viver. Mas um indivíduo com depressão sempre tem auto-estima baixa, pois essa sensação de incapacidade é um dos aspectos que podem torná-lo depressivo.

Não podemos deixar de pensar que eventos traumáticos na infância são também fatores para uma autoestima baixa, para uma depressão bem como fatores de risco para o suicídio.

REPÓRTER
- O QUE PODE LEVAR A UMA IDEIA SUICIDA? COMO ACABAR COM ESSA IDEIA?
PSICÓLOGAHá causas genéticas e biológicas, o grau de impulsividade e agressividade, abusos físicos ou sexuais, entre outros.  Há pesquisas que demonstram que até o perfeccionismo está associado ao suicídio, especialmente de adolescentes. Existem, também, causas imediatas predisponentes como fracasso amoroso, perda do emprego, falência financeira ou morte de um ente querido que agem como o último empurrão para o suicídio. Portanto, sempre há muitos fatores que se combinam e que ocasionam o suicídio. Nunca é apenas um motivo.

Mais de um milhão de pessoas tiram a própria vida todos os anos no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde o suicídio esta entre as dez principais causas de morte. Os fatores determinantes do suicídio são múltiplos e de interação complexa, apesar dos fatores que contribuem para a ideação suicida variarem, os mais vulneráveis são os jovens, os mais idosos e os socialmente isolados.

Falar e uma das principais maneiras de prevenir o suicídio. Falo isto porque, sendo o suicídio um ato, e o ato, por significado, aquilo que supre um dizer, destarte, se atuo não preciso falar, se falar não atuo. Ou seja, se oferecemos ao sujeito um lugar onde possa falar, muito freqüentemente ele não precisara mais atuar. Falar no lugar de atuar.  Nesse sentido, se o sujeito tem com quem falar sobre seu sofrimento, se sua fala é acolhida por alguém que esta interessado e disposto a escutá-lo sem criticas ou julgamentos, essa é uma forma eficaz de prevenção do suicídio.

No núcleo familiar e comunitário, a melhor prevenção é falar sem receio sobre suicídio e saber identificar os pedidos de socorro das pessoas próximas. Nenhuma pessoa precisa dar uma solução para os problemas do outro, deve apenas aprender a ouvir. As pessoas encontram as soluções dentro de si quando falam e refletem sobre seus conflitos e emoções.

Pessoas que apresentam um comportamento suicida carecem de acompanhamento psicológico e, se necessário, tratamento psiquiátrico concomitante.

DrªJoselaine Garcia
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07/18433 e SIAHC 1488
Pós Graduada em Docência Universitária
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Psicóloga laureada com diversos prêmios a nível:
         Nacional, Sul Brasil,  Estadual e Mercosul
Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.
Blog: joselainegarcia.blogspot.com