domingo, 19 de fevereiro de 2017

SÍNDROME DO NINHO VAZIO

Quando os filhos saem de casa para constituir família, trabalhar, estudar, ou em casos de morte, o que fica para alguns pais é a solidão. A Síndrome passa a existir quando a pessoa é tomada por um vazio e a sensação de perda de algo ou alguém que envolvia grande investimento emocional e pessoal. As mulheres são comumente as mais afetadas.

No inicio, a mãe renuncia suas próprias necessidades em favor do filho, com o passar do tempo, os filhos vão crescendo, tornando-se independentes, enfim, o tempo passou, os filhos cresceram, foram viver suas próprias vidas e o ninho ficou vazio!

A historia da saída dos filhos de casa para estudo, constituir famílias e trabalhar se repete em muitos lares, esse é o rumo natural da vida, mas, mesmo sabendo disso, é difícil superar a falta, a situação gera um “carrossel de emoções”, não sabemos se comemoramos a nova liberdade ou se choramos pela sensação de vazio e a temida solidão.

Perante essa situação, a resposta emocional de cada pessoa é diferente, essa singularidade tem a ver com a sua história e fatores atuais de sua vida. Em algumas pessoas a dor, é tanta que são invadidos por uma tristeza e a depressão pode ser uma das conseqüências.

Freqüentemente, este drama interno acontece, porque os filhos passam a sera principal razão de sua vida e quando se deparam com a saída do filho de casa, se deparam com seu próprio vazio.

A intensidade do sentimento de perda depende ainda de outros fatores, dentre eles o motivo da saída do filho da casa dos pais. Se a separação for por bons motivos, como estudo, casamento, ou morar sozinho, desde que os pais compartilhem do processo, tudo é mais tranqüilo. Mas se for por causa de morte ou brigas, o sentimento de dor dura mais e pode ser bem mais intenso.

Os sintomas da SNV são o humor depressivo, desânimo, ansiedade, sensação de vazio, alteração de sono, choro fácil, irritabilidade, dentre outros. Fique atento a estes sintomas, caso persista por muito tempo não hesite em buscar ajuda de um profissional.

É importante saber que a Síndrome do Ninho Vazio, muitas vezes, passa à medida que vai se organizando uma nova ordem familiar. É preciso procurar novas alternativas como: cursos, viagens, programas, tire o foco da ausência do filho, faça coisas que lhe deem prazer, comece a reestruturar a vida nesse novo momento. 

Cabe salientar, ainda, que a saída do filho de casa, na maioria das vezes, se a separação for por bons motivos, significa que os pais foram bem sucedidos e merecem parabéns? Sim, parabéns por ter criado o seu filho(a) de modo que ele(a) seja capaz de ser dono de si e da sua própria vida, pois eles se tornaram auto-suficiente e independente.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

  Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

QUERIDO ESTOU COM DOR DE CABEÇA!!!

Quantas vezes você já utilizou essa desculpa na hora do sexo?


Para você minha amiga, o sexo não está muito bom e o orgasmo cruza bem longe na hora H.

Alguma coisa mudou no seu relacionamento, no entanto, só para você, pois seu parceiro permanece cheio de desejos e super disposto. 

Querida leitora é bem provável, que alguns vilões do prazer estejam rondando a sua relação.

Para resgatar o seu apetite sexual vai uma lista com alguns motivos
que podem estar impedindo a sua libido bem como algumas dicas de como resgatar o seu apetite sexual.


Possíveis Causas:


Baixa auto-estima: muitas vezes as mulheres costumam exigir muito de si mesmas e se cobram em demasia. Algumas vezes, a auto avaliação é o que dificulta a ocasião.

Estresse: O homem, muitas vezes, busca o sexo para acalmar o estresse, porém a mulher não funciona se alguma coisa estiver errada no trabalho ou na família, destarte tente evitar pensar nos problemas do dia a dia antes de ir para a cama.

Anorgasmia: Não sentir prazer, embora não tenha um problema comum, pode ter origem psicológica ou física. Nesses casos, buscar orientação médica é primordial.

Depressão: Um dos sintomas de um quadro depressivo pode ser a diminuição ou ausência de desejo sexual, Não existem fórmulas mágicas para combater estes efeitos da depressão, mas existe obviamente tratamento adequado, psicoterapêutico.


DICAS PARA RESGATAR SUA LIBIDO:


Estimule o Clitóris:  A maior parte das mulheres sente orgasmo a partir da estimulação dessa parte do corpo muito importante na hora do sexo. Por isso, não a ignore, pois o orgasmo clitoriano não é exceção à regra?

Treine sozinha: Às vezes é preciso treinar sozinha, a masturbação feminina ainda é um tabu para algumas mulheres, no entanto conhecer o próprio corpo é essencial. Pois só assim poderá dizer para seu companheiro como fazer e onde tocá-la.

Aproveite as preliminares: Sem preliminares é mais difícil, portanto, não tenha pressa, antes da penetração, muitas vezes é importante acariciar, beijar, tocar, sentir.

Sinalize onde você sente prazer: indicar, sutilmente, onde você sente prazer é o melhor atalho para um orgasmo maravilhoso.

Relaxe e aproveite o momento: a ansiedade para chegar lá nesse momento poderá ser uma grande vilã neste momento, ao ir para a cama com seu parceiro relaxe e aproveite o momento sem cobranças ou expectativas. Ir para a cama pensando no orgasmo não é uma boa idéia. Relaxe e permita que as coisas aconteçam espontaneamente.

Cabe aqui salientar que existem muitos outros motivos que podem estar causando a sua apatia sexual como: Problemas no relacionamento, Alimentar crenças falsas acerca da sexualidade; Deficiência feminina em assumir o papel erótico; Desinformação feminina acerca do que é orgasmo e as formas de alcançá-lo com o parceiro; Medo de engravidar; Conflitos a respeito da sexualidade; Associação de sexo com pecado; Ter sido criada em família muito repressora; Rotina do relacionamento; Abuso sexual na infância; Traumas sexuais; Histórico de relação dolorosa; etc.

Ao identificar a falta de prazer, vc mulher, deve procurar o médico de sua confiança para verificar causas orgânicas para sua sintomatologia. Caso não seja diagnosticada nenhuma causa orgânica e persistam os sintomas não hesite em procurar o auxilio de um Psicólogo(a)

COMO TODO SER HUMANO, VOCÊ NASCEU APTO AO PRAZER SEXUAL! AS RAZÕES DA DIFICULDADE PODEM ESTAR DENTRO DE SUA MENTE, com a psicoterapia associada a Hipnose Clínica é possível desbloquear e recondicionar sua mente para a normalidade. 

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☎ ligue para: 55 99167-7928 e marque uma avaliação


SE VOCÊ SE IDENTIFICOU NÃO SINTA VERGONHA
BUSQUE AJUDA,
AFINAL VOCÊ MERECE!!



 Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária
Membro do Latin American Quality Institute


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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O DISCURSO DA SEPARAÇÃO AMOROSA.

Um dos sentimentos mais comuns depois de uma separação amorosa é a enorme curiosidade em relação ao destino do outro. Mesmo o parceiro que tomou a iniciativa fará de tudo para saber como o abandonado está passando. Esse interesse raras vezes resulta de uma genuína solidariedade. Decorre, na maioria dos casos, de uma situação ambivalente que lembra o mecanismo da gangorra. Por um lado, ver o sofrimento de uma pessoa tão íntima nos deixa tristes; por outro, satisfaz a vaidade. Num certo sentido, é gratificante saber que o ex-companheiro vive mal longe de nós e teve prejuízos com a separação. Esse aspecto menos nobre da personalidade humana, infelizmente, costuma predominar.

Se o outro está se recuperando com rapidez, se busca novas companhias, mostrando-se à vontade na condição de descasado, ficamos surpresos e deprimidos. Percebemos que não somos tão indispensáveis quanto pensávamos. Nosso orgulho, então, é atingido, pois precisamos nos sentir importantes, precisamos saber que nossa ausência provoca dor. Se o outro estiver feliz, duvidamos de nós mesmos e isso é desgastante. “Como é possível que alguém se ajeite na vida mais rapidamente do que eu?”, indagamos, e a certeza de que semelhante absurdo aconteceu nos deixa tristes. Muitas pessoas confundem essa tristeza com amor. Será que ainda estamos apaixonados? Será que a separação foi precipitada? Pode até ser. Mas o ingrediente principal de nossas emoções é a vaidade, o orgulho ferido. Às vezes, procuramos disfarçar esse sentimento menos nobre, escondendo-o por trás de uma inesperada dor de amor. É uma forma de negar pensamentos que não gostaríamos de ter.

Logicamente o processo é mais acentuado, pelo menos no início, quando não tomamos a iniciativa da separação. Nesse caso, a “sede de vingança” costuma ser explícita. Torcemos para que o outro só tenha relações afetivas desastrosas. Desejamos até mesmo sua ruína profissional. O objetivo dessa atitude é resgatar a autoestima. O fato de tudo dar errado para o ex-parceiro será a prova definitiva da influência positiva que exercíamos em sua vida. Sua felicidade, ao contrário, nos diminuirá. É como se, a partir da separação, fosse necessário encontrar o culpado pelo fracasso do relacionamento.

No entanto, esse mecanismo de comparação também é forte naqueles que decidiram se separar porque se apaixonaram por outra pessoa. Aí, entra em jogo outro tipo de vingança. Se alguém se sentiu, ao longo dos anos em comum, agredido, humilhado, rejeitado, agora é o momento de inverter a situação e sem nenhum esforço: apenas esperando que o destino faça justiça e o opressor se transforme em oprimido.

Não adianta pensar que nunca teremos pensamentos tão mesquinhos. Todos nós, em certas circunstâncias, estamos sujeitos a emoções que consideramos negativas e indignas. Elas se misturam com as mais nobres e formam uma amálgama extremamente complexa.

Amor, orgulho ferido, desejo de vingança… É difícil avaliar o peso de cada um desses ingredientes. Aliás, a diversificação de sentimentos também está presente durante a vida conjugal, quando um dos parceiros se recusa a agradar o outro apenas para não se sentir subjugado e diminuído. A rejeição sexual, por exemplo, pode ser vingada com a humilhação financeira ou vice-versa.

Na hora do divórcio, todos esses processos se exacerbam. Eles geram a gangorra: quando a autoestima de um sobe, desce a do outro. Não basta ser feliz; é preciso que o outro não o seja. A gangorra pode perdurar por vários anos e até mesmo pela vida toda.

Fonte: Flávio Gikovate (http://flaviogikovate.com.br - 16 de março de 2015)

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

 Psicóloga premiada internacionalmente

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

COMPARTILHANDO ALEGRIA

Troféu e Diploma de consagração pública 

Joselaine Garcia - Psicóloga Destaque 2016

Mais um para coleção! 


Joselaine Garcia - Psicóloga Destaque 2016
Obrigada a Todos! Com este prêmio contabilizo 23 prêmios recebidos ao longo de minha carreira, muito Obrigada a todos! Obrigada pelo carinho e por confiarem em meu trabalho.

Ano
Prêmios Recebidos
2016
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2016, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Destaque Pesquisas
2016
Prêmio Internacional, condecorada com o Troféu “Latin American Quality Awards 2016, pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2016
CERTIFICADO MULTI TOP BRASIL / 1º Lugar- 2016, conforme pesquisas da Empresa Multi Top
2016
PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2016
2015
RECONHECIMENTO INTERNACIONAL -  O PRÊMIO Latin American Quality Awards 2015
2014
TROFÉU LATIN AMERICAN QUALITY AWARDS 2014 – concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
MEDALHA DE HONRA, CRUZ DE MALTA - com grau de “Honra ao Mérito”; esta exclusiva condecoração tem como objetivo reconhecer personalidades nacionais e estrangeiras. concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO GLOBAL QUALITY CERTIFICATION - amparado pelas 42 alianças estratégicas localizadas nos 5 continentes, reconhecido em mais de 100 países no mundo, emitido em nome da profissional reconhecida, atestando desta forma, a credibilidade desta no mercado global. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO MASTER IN TOTAL QUALITYADMINISTRATION - envergadura internacional, presta reconhecimento aos principais profissionais, executivos ou diretores da empresa/instituição reconhecida. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO QUALITY ASSURANCE MANAGER - reconhece o profissional de Qualidade como líder nas práticas e garantia da Qualidade. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO MARKETING & BRANDING – Manager Leader - alcance internacional, outorgado aos profissionais exitosos. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2014
CERTIFICADO MEMBER CERTIFICATION - através deste certificado, os membros condecorados serão capazes de apresentar-se internacionalmente a pacientes, reconhecido em 100 países. Concedido pela Latin American Quality Institute (LAQI)
2013
PSICÓLOGA DESTAQUE MERCOSUL, Prêmio Master Mercosul 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2013
PSICÓLOGA DESTAQUE ESTADUAL, Prêmio Master Estadual 2013, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2013
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2013, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas
2012
PSICÓLOGA DESTAQUE NACIONAL, Prêmio Master Nacional Integrado 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2012
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA DESTAQUE NA REGIÃO SUL DO BRASIL, (RS, PR, SC), Prêmio Master Sul Brasil 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2012
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA DESTAQUE ESTADUAL, Prêmio Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2012
PSICÓLOGA DESTAQUE ESTADUAL 2012, Troféu Master Estadual 2012, conforme pesquisa da Empresa Master Pesquisas.
2012
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da Empresa Exclusiva Pesquisas.
2012
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2012, no município de Cruz Alta/RS, Conforme pesquisa da empresa Ouro Pesquisa e Publicidade.
2011
PSICÓLOGA DESTAQUE MUNICIPAL 2011, no município de Cruz Alta/RS, conforme pesquisa da Empresa Sul Pesquisas.
1995
Premiada com o título de FUNCIONÁRIA MODELO, Menção Honrosa (1995), Prefeitura Municipal de Santiago. 

TOTAL DE PRÊMIOS = 23

sábado, 10 de dezembro de 2016

DEPRESSÃO


O QUE É DEPRESSÃO?
A depressão é a incapacidade de sentir prazer, de sentir-se feliz, independente de haver ou não motivo para isso, é uma doença grave, ela compromete a qualidade de vida de uma pessoa, seu corpo, humor e pensamento, altera a forma como você se alimenta, dorme, como se sente em relação a si próprio e como pensa sobre as coisas.
A OMS define depressão como um transtorno mental comum, caracterizado por tristeza, perda de interesse, ausência de prazer, oscilações entre sentimentos de culpa e baixa autoestima, além de distúrbios do sono ou do apetite. Também há a sensação de cansaço e falta de concentração. Ela pode ser de longa duração ou recorrente. Na sua forma mais grave, pode levar ao suicídio. Casos de depressão leve podem ser tratados sem medicamentos, mas, na forma moderada ou grave, as pessoas precisam de medicação e psicoterapia.
Cabe salientar que uma doença depressiva não é tristeza, desânimo ou um "baixo astral" passageiro. Também não é sinal de fraqueza ou uma condição que possa ser superada apenas pela vontade ou com esforço.
No contexto clínico, o termo depressão não se refere somente a um humor deprimido, mas sim a um complexo sindrômico caracterizado por alterações de humor, de psicomotricidade e por uma variedade de distúrbios somáticos e neurovegetativos (Assumpção-Junior, 1998).

O termo depressão constitui uma patologia de humor, que de forma direta precisa ser identificada e tratada, e que não está relacionada ao caráter do indivíduo nem com a própria vontade do mesmo. 

MUITOS FALAM SOBRE A DOENÇA SER O MAL DO SÉCULO, PODE-SE DIZER QUE REALMENTE É?
Este transtorno é capaz de gerar enormes danos sociais e laborais, destarte infelizmente este “título” lhe faz jus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que nos próximos 20 anos a depressão deve se tornar a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que outros problemas de saúde como câncer e doenças cardíacas.

A DEPRESSÃO ATINGE MAIS ADOLESCENTES, JOVENS, ADULTOS OU IDOSOS?
A doença pode surgir a qualquer idade, no entanto a incidência é mais alta nas idades médias. Infelizmente, há crescente reconhecimento da depressão durante a adolescência e início da vida adulta.
Muitas pessoas apresentam uma primeira crise de Depressão durante a adolescência, apesar de nem sempre essa crise ser reconhecida ou diagnosticada. Conforme pesquisas, a Depressão freqüentemente surge pela primeira vez em pessoas com idade entre 15 e 19 anos, ainda que costume ser diagnosticada em pessoas mais velhas.
Atualmente sabemos que os adolescentes são tão susceptíveis à Depressão quanto adultos. O conflito do adolescente é fator de risco para desencadear a Depressão.

QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DE UMA DEPRESSÃO NÃO TRATADA?
Quando não tratada a depressão pode ter resultados devastadores na vida de uma pessoa. Entre as conseqüências estão perda do emprego ou interrupção do estudo, dificuldade de relacionamento, fadiga e distorção negativa dos fatos, porém, o principal risco é o de suicídio, a depressão pode levar a casos extremos como o suicídio. A doença está associada à morte de cerca de 850.000 pessoas por ano, segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Quando não tratada, a depressão também está associada a maior risco de morte por doenças cardíacas, assim como pode piorar a evolução de outras enfermidades.
Cabe ressaltar que estudos demonstram que, com o passar dos anos, pessoas depressivas, não tratadas, sofrem perdas cerebrais irreversíveis, resultando em déficits cognitivos significativos.

QUAIS OS TRATAMENTOS?
A depressão é uma doença reversível, se tratada adequadamente.  O tipo de tratamento depende da avaliação diagnóstica de cada paciente, do tipo de depressão
Pode haver depressões leves, com poucos aspectos dos problemas mostrados anteriormente e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas psicoterápico.
Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do sujeito, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) bem como ideação ou tentativas de suicídio. Nesse caso, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, assim como o acompanhamento psicoterápico.
Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos). 
Importante salientar que o tratamento não pode ser reduzido apenas à medicação, pois a depressão é causada por uma combinação de fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais, portanto a psicoterapia é fundamental. 

A complementação ao tratamento com atividades esportivas, exercícios físicos, também é recomendável por alguns profissionais de saúde. 

O TEMA DEPRESSÃO AINDA É UM TABU HOJE EM DIA?
Ainda há muito preconceito por parte dos outros e até do próprio paciente em lidar com o diagnóstico da depressão.  A depressão ainda é vista como fraqueza, frescura, sinal de preguiça, comodismo bem como o  psiquiatra e o psicólogo ainda são classificados para loucos, por isso muitos atingidos optam por calar a doença, temendo que a sociedade não saiba como lidar com seu estado.

QUEM SOFRE MAIS, MULHERES OU HOMENS?
A incidência é muito maior entre as mulheres do que entre os homens (a proporção é de dois casos entre elas para cada caso entre eles), todavia, ainda não há uma explicação científica que elucide a fato da mulher ser mais suscetível à depressão. Há algumas teorias, entre elas a flutuação hormonal; Tensão Pré Menstrual (TPM); depressão pós-parto; uso de anticoncepcional. Além disso, as mulheres que tem dupla jornada de trabalho, sofrem mais de estresse que pode desencadear a depressão.

QUAIS OS SINTOMAS?
A depressão varia de pessoa para pessoa, mas há alguns sinais e sintomas que são comuns. 
Sinais e sintomas comuns da depressão:

1) Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias;
2) Anedônia: interesse ou prazer diminuído para realizar a maioria das atividades;
3) Alteração de peso: perda ou ganho de peso não intencional;
4) Distúrbio de sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;
5) Problemas psicomotores: agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias;
6) Falta de energia: Sente-se cansado, lento, e fisicamente esgotado. Todo o seu corpo pode sentir-se pesado e até mesmo pequenas tarefas são difíceis de realizar ou a demorar mais tempo para serem concluídas.
7) Auto-aversão: Culpa excessiva, ou seja, sentimento permanente de culpa e inutilidade;
8) Dificuldade de concentração: Dificuldade para se concentrar, tomar decisões, ou lembrar as coisas.
9) Idéias suicidas: pensamentos recorrentes de suicídio ou morte.
10) Irritabilidade ou inquietação: Sente-se agitado, e inquieto. O seu nível de tolerância à frustração é baixo, qualquer coisa lhe incomoda.
11) Dores inexplicáveis: Um aumento do número de queixas físicas, como dores de cabeça, dores nas costas, dores musculares e dor de estômago.


CAUSAS? 
A depressão é uma condição muito pessoal que é acarretada por uma variedade de razões, ou seja, as causas da depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Dentre as múltiplas causas podemos citar: 

  • Problemas de relacionamento ou conjugal
  • Recentes experiências de vida stressantes
  • História familiar de depressão
  • Solidão
  • Falta de apoio social
  • Uso de álcool ou drogas
  • Tensão financeira
  • Trauma ou abuso de infância
  • Situação de desemprego ou o subemprego
  • Problemas de saúde ou de dor crônica

 COMO EVITAR A DEPRESSÃO? 
Muitas pessoas não têm as competências necessárias para gerir o stress e as emoções de maneira equilibrada. Construir e desenvolver competências emocionais pode dar-lhe a capacidade de encarar e  recuperar da adversidade, trauma e perda. Ou seja, aprender a reconhecer e expressar suas emoções pode torná-lo mais resistente.

O QUE A FAMÍLIA PODE FAZER PARA AJUDAR UM DEPRESSIVO?
1 – empreste seus ombros e ouvidos, ouça a pessoa deprimida. Apenas esteja ali presente ouvindo o que ela tem a dizer. Na maioria das vezes ela só quer desabafar e perceber que alguém está disposto a ouvi-la.
 2 - Reconheça que a pessoa está sofrendo, pois ela realmente está, é importante que a família entenda que a depressão é uma doença, não é frescura, sinal de preguiça, comodismo e nem passa só com pensamento positivo.
3 – mantenha a calma, tenha paciência, não é fácil ter alguém reclamando toda hora das mesmas coisas, mas é importante que você conserve a calma e não origine mais um problema transformando tudo em discussão.
4 - Deixe bem claro que a pessoa tem seu apoio, saber que se tem alguém com quem contar e que é compreendido ajuda muito na recuperação. 
5 - Não tente bancar o palhaço, para tentar animar o depressivo e nem ficar teimando em dizer toda hora para ela reagir. A depressão é uma doença e a solução depende de um tratamento adequado.
6 - Seja carinhoso, elogie as qualidades e festeje as pequenas melhoras. Assim a pessoa se sentirá querida, reconhecida e importante para você.
7 - Procure se informar sobre a doença para você ficar sabendo o que realmente se passa com o deprimido. Quanto mais conhecimento, mais você poderá ajudar e entender determinados comportamentos.
8 - Deixe que a pessoa sempre participe nas soluções de pequenos problemas cotidianos, fazendo com que se sinta útil, ajudando a levantar a sua autoestima. 
9 - Se o caso for grave, jamais deixe a pessoa sozinha.
10 - Leve a sério comentários sobre suicídio, informando o fato imediatamente ao médico ou ao profissional responsável. 


QUAIS OUTRAS DOENÇAS A DEPRESSÃO PODE DESENCADEAR NO PACIENTE?
A pessoa com depressão está mais sujeita a ser acometida por determinadas doenças dentre elas podemos citar: Acidente Vascular Cerebral (AVC), Ansiedade, Distúrbio do pânico, Doenças cardíacas, Transtorno obsessivo-compulsivo, Transtorno afetivo bipolar, etc.


Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

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domingo, 4 de dezembro de 2016

HIPNOSE CLÍNICA - REGRESSÃO

O uso da hipnose é regulamentada pelo Conselho Federal de Psicologia,  o Conselho Federal de Psicologia aprovou e regulamentou o uso da Hipnose como recurso auxiliar de trabalho do Psicólogo através da RESOLUÇÃO CFP N.º 013/00 de 20 de dezembro de 2000. Essa aprovação se deu tendo em vista que algumas das considerações foram que:  a Hipnose é reconhecida na área de saúde, como um recurso técnico capaz de contribuir nas resoluções de problemas físicos e psicológicos e; ser a Hipnose reconhecida pela Comunidade Científica Internacional e Nacional como campo de formação e prática de psicólogos.

O QUE É A HIPNOSE? 

A hipnose pode ser definida como um estado alterado de consciência ou percepção. Em termos simples, a hipnose é um estado de profundo relaxamento no qual o consciente e o inconsciente do cliente podem ser focalizados por ficarem mais receptivos à sugestão terapêutica.

COMO FUNCIONAM AS SESSÕES DE PSICOTERAPIA COM TÉCNICAS DE HIPNOSE (HIPNOTERAPIA)?
Na primeira consulta é feito um levantamento para saber sobre a história do paciente e as dificuldades ou problemas a serem trabalhados.
Quando um processo terapêutico se inicia, a terapia é feita sob medida para cada paciente, pois há algo importante que precisa ser levado em consideração, que é o fato de que estamos diante de um ser único e com diversos recursos internos diferentes. Por isso a terapia deve ser feita sob medida para cada paciente.
A psicoterapia com técnicas de Hipnose é utilizada para acelerar o processo de terapia e encurtar o tempo de tratamento. O tempo varia de acordo com a pessoa e o problema, mas gira em torno de quatro sessões a poucos meses de tratamento.

COMO A HIPNOSE CLÍNICA PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DE PROBLEMAS FÍSICO OU PSICOLÓGICO?
A psicoterapia com técnicas de Hipnose constitui uma abordagem terapêutica com eficácia em diversos problemas psicológicos e psicossomáticos e tem sido usada, com sucesso, para tratamento de diversos problemas como:
  • Traumas,
  • Fobias,
  • Ansiedade,
  • Depressão,
  • Pânico,
  • Motivação e aumento da força de vontade;
  • Obesidade e ajuda ao controle de peso,
  • Preparação de estudantes para exames e concursos,
  • Melhora do desempenho escolar,
  • Melhorar a memória e concentração
  • Melhora no desempenho geral de atletas,
  • Dificuldade de falar em publico,
  • Stress,
  • Gastrite (de origem emocional),
  • Enxaqueca, 
  • Problemas dermatológicos de fundo emocional,


QUAIS OS RESULTADOS COMPROVADOS DA HIPNOTERAPIA?
 A entrada definitiva da hipnose pela porta da frente da medicina e da psicologia não ocorreu por acaso. O movimento está sustentado por uma gama de estudos comprovando sua eficácia nas mais variadas enfermidades. Um dos mais recentes foi conduzido na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e provou que o método pode ser usado com sucesso (fonte: (Revista Istoé  - Edição: 2018)

Embora seja empregada há milhares de anos, a hipnose atual é um procedimento científico de eficácia comprovada, sendo aplicada por psicólogos, e médicos de mais de 70 países, dentre eles Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Escandinávia,  Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Israel, Itália, Japão, México, Rússia, Singapura, Suécia e Suiça.

Hipnotizar é até relativamente fácil, o mais complicado é o tratamento realizado, somente a hipnose ou o transe não trata nada o que trata é o processo realizado, a sugestão, o condicionamento, a ressignificação o bloqueio dos traumas etc, enquanto o paciente está em estado hipnótico. Com esses procedimentos pode-se produzir diversos impactos psicológicos, e é exatamente por este motivo que essa não é uma técnica livremente usada por qualquer um, apenas por profissionais especializados.

PORQUE NO TRATAMENTO COM A HIPNOSE OS RESULTADOS SÃO MAIS RÁPIDOS?
A rapidez dos resultados se dá basicamente pela forma de comunicação que é feita, e da disponibilidade do paciente em aceitar tais sugestões. Na hipnose, o paciente tem a possibilidade de chegar a estados profundos de percepção e mudança, que em vigília, apenas numa conversa não chegaria. Desta forma, a Hipnose Clínica possui grande importância dentro dos hospitais e clínicas especializadas, pois os pacientes já chegam propensos a mudanças

PRECONCEITO COM RELAÇÃO À TÉCNICA DE HIPNOSE.
O preconceito com relação à hipnose se dá mais é por falta de conhecimento. Há ainda muita desinformação em relação à hipnose. Muitos ainda tomam a hipnose por algo mágico, ou a confundem com mero exercício de relaxamento. Por outro lado, ainda vemos charlatães exibindo-se na TV, expondo pessoas a situações ridículas, facilmente alcançadas por meio da sugestão hipnótica.
A técnica é boa, funciona e não traz nenhum desconforto ao paciente.

TODAS AS PESSOAS PODEM SE SUBMETER À HIPNOSE?
Qualquer pessoa pode se submeter a psicoterapia com técnicas de hipnose. As restrições seriam para pacientes em surto psicótico e aqueles sem audição. Os pacientes dependentes quimicos encontram dificuldade maior, na medida em que não conseguem focalizar sua atenção bem como pacientes com lesões cerebrais.

QUAIS SÃO OS CUIDADOS QUE UMA PESSOA DEVE TER AO PROCURAR UM TRATAMENTO ATRAVÉS DA HIPNOSE?
O mais importante é escolher um bom profissional em quem o paciente possa depositar confiança. E antes de submeter-se ao tratamento, conversar com o terapeuta escolhido e sanar as dúvidas necessárias, como por exemplo, se há indicação de hipnose para seu caso.
A pessoa hipnotizada fica inconsciente?
Normalmente o hipnotizado mantém o seu estado consciente, apenas com a atenção focalizada, onde o censor crítico da mente é aberto (racional) ou simplesmente afastado temporariamente. Ao aprofundar o transe, pode haver o desligamento da atenção vigilante. Apenas no transe profundo ocorre a amnésia total (inconsciente), tudo depende do nível de ansiedade em que o paciente conseguiu chegar durante a sessão, nota-se que a cada sessão, dependendo do terapeuta e da técnica empregada, o aprofundamento ao transe é cada vez maior e os níveis de consciência são cada vez menores.

A PESSOA PODE NÃO VOLTAR DO TRANSE, FICAR PRESA NELE?
Não, na hipnose não é possível ficar preso ao transe. O transe profundo leva ao sono que, como qualquer sono, dura até o momento de acordar, que é natural a cada indivíduo.

REGRESSÃO E HIPNOSE: PODE OCORRER A REGRESSÃO QUANDO A PESSOA ENTRA EM ESTADO HIPNÓTICO?
Sim, pode quando houver indicação terapêutica, não é todos os casos que se usa o processo de regressão, por exemplo: em gestantes não é apropriado realizar a regressão.
A regressão feita é até a vida intra-uterina, não trabalho com  regressão a vidas passadas.
O objetivo da regressão é localizar os registros mentais traumáticos que foram incorporados no psiquismo em algum momento da vida. 

HIPNOSE CLÍNICA: COMO ESSA TÉCNICA PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS?
No caso da depressão:  O tratamento é rápido, quando se utiliza técnicas de hipnose clínica, com resultados já nas primeiras sessões. Trabalhamos com o bloqueio do negativo, e aumento da auto-estima, bem como sua relação com o ambiente.
No caso da obesidade: Come-se por ansiedade, por medo, por angústia, come-se para se proteger de algo ou alguém. Come-se simplesmente por prazer, por raiva, por decepção amorosa e muitos outros motivos. A partir do diagnóstico é possível traçar estratégias de mudança, possibilitando ao paciente perceber que existem outras formas mais saudáveis de conseguir o que querem sem precisar ingerir alimentos freneticamente.
A hipnoterapia tem sido muito aceita no tratamento da obesidade, devido a sua rápida atuação no recondicionamento mental do obeso, atuando especialmente junto a compulsividade por alimentos, autoestima, reeducação dos hábitos alimentares, estímulos para atividades físicas, entre outras. Se detectado que a obesidade possui fundo emocional é possível bloquear ou inibir os fatores traumáticos em poucas sessões.

É importante salientar que a hipnose é apenas uma ferramenta utilizada nas terapias. A hipnose em si não é uma terapia.



Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
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