segunda-feira, 11 de junho de 2018

AUTOESTIMA E O RELACIONAMENTO AMOROSO!



Autoestima é um fator determinante de uma relação saudável, é a fundamental ferramenta com que o ser humano conta para enfrentar os desafios do dia-a-dia. Ela é a chave para o convívio harmonioso no mundo civilizado.
Este autoconceito que tem seu principio na infância irá influenciar toda a sua vida afetando a saúde, os relacionamentos interpessoal, a aprendizagem e vida pessoal de forma geral.

Autoestima é a aptidão que a pessoa tem de acreditar em si própria, de sentir-se capaz de poder enfrentar os desafios da vida, é saber expressar de forma adequada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, ou seja, é ter amor próprio, é acreditar em sua capacidade, gostar de si próprio, ter confiança em si mesmo. É ter um olhar de amor para si! Ter uma boa autoestima torna a pessoa menos vulnerável a julgamentos externos.

A autoestima equilibrada vai facilitar as suas relações, desde a escolha de uma pessoa que provavelmente terá mais afinidade com você à diminuição das suas inseguranças e a uma maior flexibilidade das defesas, tornando a convivência com você mais agradável. Autoconfiança na medida certa é um poderoso afrodisíaco!

A boa autoestima dá estrutura e base à existência do ser humano, nos tornado seguros e podendo nos relacionar afetivamente, sexualmente, socialmente, profissionalmente e, principalmente termos na vida pessoal um relacionamento amoroso sadio.

Pessoas com baixa autoestima tendem a cometer alguns descuidos quando o assunto é relacionamento amoroso, um exemplo disso é quando colocamos a nossa felicidade, o bem-estar na mão de outra pessoa, a conseqüência quase sempre é decepção.


Não vale a pena nos envolvermos com uma pessoa porque precisamos dela. Melhor é que sejamos aptos de nos suprir a nós mesmos para, então, escolher alguém com quem compartilhar as nossas conquistas, ao invés de esperar que ela nos complete.


Nas relações interpessoais pessoas com baixa autoestima emitem comportamentos que dificultam seu relacionamento com os demais.
Quando o paciente chega ao consultório as queixas relacionadas a autoestima ficam em torno de temas como: sentimentos de inadequação, não ser amado por ninguém, sentimentos de injustiça, solidão e de não conseguir se relacionar ou manter relacionamentos.

Podemos citar alguns comportamentos dentro do relacionamento causados pela autoestima baixa:

  • Ciúme excessivo
  • Necessidade excessiva em agradar as pessoas, de aprovação e reconhecimento;
  • Dificuldades em dizer não;
  • Necessidade de chamar a atenção;
  • Dificuldades em aceitar elogios;
  • Culpar os outros pelos próprios erros;
  • Não aceitar critica;
  • Não acredita em si mesmo: insegurança/timidez;
  • Não se permite errar, perfeccionista;
  • Dúvidas constantes, dúvida de seu próprio valor; ciúme excessivo
  • Medo, raiva, agressividade; 



Melhorar a autoestima demanda uma imersão profunda dentro de si mesmo, fazer uma avaliação do próprio comportamento e convicções, questioná-los e descartar aquilo que não traz harmonia para a vida é o primeiro passo para aumentá-la.

Destarte, se você está tendo problemas nos relacionamentos, coleciona relacionamentos complicados e com alto preço emocional, vale a pena procurar um psicólogo e, assim, viver os encantos de uma relação tranqüila, construtiva, na qual seus limites são levados em consideração. Assim, você se dará muito melhor em seus relacionamentos amorosos e afetivos. 

Lembre-se: É possível ser feliz, tanto sozinho quanto numa relação. Para isso, necessitamos estar livres das armadilhas dos ganhos secundários, de amarras emocionais, das barganhas e do excessivo apego a crenças disfuncionais. É essencial ter em vista que o equilíbrio e a harmonia é um ganho pessoal, precisa vir de dentro de nós, nunca do outro.

Autoestima é determinante para relações amorosas!

Psicóloga Joselaine Garcia

CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

MORTE DA FILHA .... TRAGÉDIA FAMILIAR

Joselaine Garcia
Psicóloga e Hipnóloga Clínica
Premiada Internacionalmente
Olá queridos leitores, peço desculpas pela ausência em meu blog, mas há 10 meses atrás, dia 23 de fevereiro de 2017, passamos por uma tragédia familiar, perdi minha amada filha, Patrícia Garcia Pinheiro, em um acidente automobilístico, fato este que me tirou do "ar" .... do blog por esse tempo .... reuni forças para retomar meu trabalho, no consultório, e aos poucos estou retomando minha vida. 

click a qui e saiba mais sobre o acidente ...... NOTAS DO ACIDENTE

Por isso peço desculpas pela ausência de matérias aqui, mas a dor da perda de minha "bonequinha" foi tanta que me deixou sem energias.

Saudades de vocês meus leitores, tentarei aos poucos ir retornando ao blog, desde já agradeço a compreensão.  

Joselaine Garcia
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Pós graduada em Docencia Superior
Premiada Internacionalmente
Fone: (55) 99167-7928
Cruz Alta - RS

domingo, 19 de fevereiro de 2017

SÍNDROME DO NINHO VAZIO

Quando os filhos saem de casa para constituir família, trabalhar, estudar, ou em casos de morte, o que fica para alguns pais é a solidão. A Síndrome passa a existir quando a pessoa é tomada por um vazio e a sensação de perda de algo ou alguém que envolvia grande investimento emocional e pessoal. As mulheres são comumente as mais afetadas.

No inicio, a mãe renuncia suas próprias necessidades em favor do filho, com o passar do tempo, os filhos vão crescendo, tornando-se independentes, enfim, o tempo passou, os filhos cresceram, foram viver suas próprias vidas e o ninho ficou vazio!

A historia da saída dos filhos de casa para estudo, constituir famílias e trabalhar se repete em muitos lares, esse é o rumo natural da vida, mas, mesmo sabendo disso, é difícil superar a falta, a situação gera um “carrossel de emoções”, não sabemos se comemoramos a nova liberdade ou se choramos pela sensação de vazio e a temida solidão.

Perante essa situação, a resposta emocional de cada pessoa é diferente, essa singularidade tem a ver com a sua história e fatores atuais de sua vida. Em algumas pessoas a dor, é tanta que são invadidos por uma tristeza e a depressão pode ser uma das conseqüências.

Freqüentemente, este drama interno acontece, porque os filhos passam a sera principal razão de sua vida e quando se deparam com a saída do filho de casa, se deparam com seu próprio vazio.

A intensidade do sentimento de perda depende ainda de outros fatores, dentre eles o motivo da saída do filho da casa dos pais. Se a separação for por bons motivos, como estudo, casamento, ou morar sozinho, desde que os pais compartilhem do processo, tudo é mais tranqüilo. Mas se for por causa de morte ou brigas, o sentimento de dor dura mais e pode ser bem mais intenso.

Os sintomas da SNV são o humor depressivo, desânimo, ansiedade, sensação de vazio, alteração de sono, choro fácil, irritabilidade, dentre outros. Fique atento a estes sintomas, caso persista por muito tempo não hesite em buscar ajuda de um profissional.

É importante saber que a Síndrome do Ninho Vazio, muitas vezes, passa à medida que vai se organizando uma nova ordem familiar. É preciso procurar novas alternativas como: cursos, viagens, programas, tire o foco da ausência do filho, faça coisas que lhe deem prazer, comece a reestruturar a vida nesse novo momento. 

Cabe salientar, ainda, que a saída do filho de casa, na maioria das vezes, se a separação for por bons motivos, significa que os pais foram bem sucedidos e merecem parabéns? Sim, parabéns por ter criado o seu filho(a) de modo que ele(a) seja capaz de ser dono de si e da sua própria vida, pois eles se tornaram auto-suficiente e independente.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

  Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

QUERIDO ESTOU COM DOR DE CABEÇA!!!

Quantas vezes você já utilizou essa desculpa na hora do sexo?


Para você minha amiga, o sexo não está muito bom e o orgasmo cruza bem longe na hora H.

Alguma coisa mudou no seu relacionamento, no entanto, só para você, pois seu parceiro permanece cheio de desejos e super disposto. 

Querida leitora é bem provável, que alguns vilões do prazer estejam rondando a sua relação.

Para resgatar o seu apetite sexual vai uma lista com alguns motivos
que podem estar impedindo a sua libido bem como algumas dicas de como resgatar o seu apetite sexual.


Possíveis Causas:


Baixa auto-estima: muitas vezes as mulheres costumam exigir muito de si mesmas e se cobram em demasia. Algumas vezes, a auto avaliação é o que dificulta a ocasião.

Estresse: O homem, muitas vezes, busca o sexo para acalmar o estresse, porém a mulher não funciona se alguma coisa estiver errada no trabalho ou na família, destarte tente evitar pensar nos problemas do dia a dia antes de ir para a cama.

Anorgasmia: Não sentir prazer, embora não tenha um problema comum, pode ter origem psicológica ou física. Nesses casos, buscar orientação médica é primordial.

Depressão: Um dos sintomas de um quadro depressivo pode ser a diminuição ou ausência de desejo sexual, Não existem fórmulas mágicas para combater estes efeitos da depressão, mas existe obviamente tratamento adequado, psicoterapêutico.


DICAS PARA RESGATAR SUA LIBIDO:


Estimule o Clitóris:  A maior parte das mulheres sente orgasmo a partir da estimulação dessa parte do corpo muito importante na hora do sexo. Por isso, não a ignore, pois o orgasmo clitoriano não é exceção à regra?

Treine sozinha: Às vezes é preciso treinar sozinha, a masturbação feminina ainda é um tabu para algumas mulheres, no entanto conhecer o próprio corpo é essencial. Pois só assim poderá dizer para seu companheiro como fazer e onde tocá-la.

Aproveite as preliminares: Sem preliminares é mais difícil, portanto, não tenha pressa, antes da penetração, muitas vezes é importante acariciar, beijar, tocar, sentir.

Sinalize onde você sente prazer: indicar, sutilmente, onde você sente prazer é o melhor atalho para um orgasmo maravilhoso.

Relaxe e aproveite o momento: a ansiedade para chegar lá nesse momento poderá ser uma grande vilã neste momento, ao ir para a cama com seu parceiro relaxe e aproveite o momento sem cobranças ou expectativas. Ir para a cama pensando no orgasmo não é uma boa idéia. Relaxe e permita que as coisas aconteçam espontaneamente.

Cabe aqui salientar que existem muitos outros motivos que podem estar causando a sua apatia sexual como: Problemas no relacionamento, Alimentar crenças falsas acerca da sexualidade; Deficiência feminina em assumir o papel erótico; Desinformação feminina acerca do que é orgasmo e as formas de alcançá-lo com o parceiro; Medo de engravidar; Conflitos a respeito da sexualidade; Associação de sexo com pecado; Ter sido criada em família muito repressora; Rotina do relacionamento; Abuso sexual na infância; Traumas sexuais; Histórico de relação dolorosa; etc.

Ao identificar a falta de prazer, vc mulher, deve procurar o médico de sua confiança para verificar causas orgânicas para sua sintomatologia. Caso não seja diagnosticada nenhuma causa orgânica e persistam os sintomas não hesite em procurar o auxilio de um Psicólogo(a)

COMO TODO SER HUMANO, VOCÊ NASCEU APTO AO PRAZER SEXUAL! AS RAZÕES DA DIFICULDADE PODEM ESTAR DENTRO DE SUA MENTE, com a psicoterapia associada a Hipnose Clínica é possível desbloquear e recondicionar sua mente para a normalidade. 

https://www.facebook.com/images/emoji.php/v6/f51/1/16/1f449.png👉  A hipnose é uma excelente ferramenta para chegar ao ponto central  da questão

☎ ligue para: 55 99167-7928 e marque uma avaliação


SE VOCÊ SE IDENTIFICOU NÃO SINTA VERGONHA
BUSQUE AJUDA,
AFINAL VOCÊ MERECE!!



 Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária
Membro do Latin American Quality Institute


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COMPULSÃO POR COMPRAS - (ONIOMANIA)

Comprar, comprar e comprar...
Muita gente compra para obter status, por precisão, ou até mesmo por modismo, mas há quem compre pelo simples prazer desse ato.
Quando a compulsão por comprar se apresenta de forma severa, ela se torna uma doença psicológica chamada Oniomania.

As compras compulsivas podem levar a sérios problemas psicológicos, ocupacionais, financeiros e familiares.

A pessoa que sofre de compulsão experimenta uma forte ansiedade que só é aliviada quando faz a compra. Ela não consegue controlar um desejo intrusivo e repetitivo. O ato é imediatamente seguido por intenso sentimento de alívio. Em situações de impossibilidade de comprar podem aparecer sintomas como irritação, sudorese, taquicardia, tremor e sensação de desmaio iminente. Algum tempo depois de adquirir a nova mercadoria, porém, surge a sensação de remorso e decepção diante da incapacidade de controlar o impulso. Numa atitude compensatória, o mal-estar causado pela culpa leva a pessoa a comprar novamente, dando continuidade ao círculo vicioso.

A avaliação do problema não é feita com base na quantidade de dinheiro gasto. Isso, por si só, não constitui evidência para diagnóstico, mas sim prejuízo que o comportamento pode causar na vida da pessoa, já que ela passa a negligenciar atividades sociais importantes como trabalho e família. O que deve ser considerado é a relação do paciente com a compra. Para o compulsivo, o único prazer está no ato de adquirir, ele não pretende usufruir do objeto: é um comportamento vazio.

O comprador compulsivo consome pelo prazer de consumir e não pela real necessidade do objeto, o que lhe excita é o ato de comprar, e não o objeto comprado. Essa pessoa "tem vontade de adquirir, mas não de ter", Na hora da compra, o craving (ou seja, a "avidez" por comprar) fala mais alto. Muitos problemas podem ser gerados por essa doença. Os compulsivos contraem dívidas altíssimas, o que gera problemas pessoais e familiares.

O descontrole é sem limites. Podemos traçar um paralelo entre as compulsões por compras e as dependências químicas. Em ambas, há perda de controle e o paciente se expõe a situações danosas para si e também para os outros. Assim como em alguns casos os dependentes químicos roubam para custear seus vícios, o compulsivo também pode se utilizar de meios ilegais para continuar comprando, quando são privados dos meios de compra, chegam até a roubar. Algumas vezes aplicam golpes, passam cheque sem fundo e pedem dinheiro emprestado para quitar dívidas advindas de sua compulsão.

Cabe esclarecer que não é um defeito de caráter, é uma doença mesmo, a pessoa não é desonesta, ela tem uma incapacidade de controlar esse impulso. Elas chegam ao tratamento porque acabam atrapalhando a vida das outras pessoas.

Entre os comportamentos mais comuns dos compradores compulsivos  estão:
" Esconder as compras da família ou do parceiro;
" Mentir sobre a quantidade verdadeira de dinheiro gasto em compras;
" Gastar em resposta a sentimentos negativos como depressão ou tédio;
" Sentir euforia ou ansiedade durante a realização das compras;
" Culpa, vergonha ou auto-depreciação como resultado das compras;
" Se dedicar muito tempo fazendo "malabarismos" com as contas ou com as dívidas para acomodar os gastos;
" Além de uma atração incontrolável por cartões de créditos e cheques especiais.
Infelizmente, a maioria dos shopaholics só costuma procurar ajuda quando as dívidas estão grandes e os gastos exagerados já acarretam problemas familiares, nos relacionamentos, Em alguns casos, os portadores do transtorno só chegam ao consultório trazidos por familiares, amigos ou pelo cônjuge.

Como saber se és um compulsivo?
" Não resistir ao impulso de comprar
" Gastar mais que o planejado, o que o prejudica financeiramente
" Acabar com seus planos de vida e das pessoas à sua volta
" Pedir dinheiro emprestado para os outros e até aplicar golpes para poder saldar a dívida
" Precisar efetuar a compra de qualquer maneira, independentemente do produto comprado
" Perceber que está comprando coisas que não usa ou usa muito pouco
" Assumir dívidas altas que comprometem sua renda mensal.

Tratamentos
É necessário que haja um acompanhamento contínuo, ter a assistência de um psicólogo, de um psiquiatra, é necessário auto-conhecimento e a busca do motivo pelo qual a pessoa compra compulsivamente, dependendo da gravidade e dos outros aspectos concomitantes, pode ser necessário o uso de antidepressivos e ansiolíticos.
A terapia envolve tanto a compreensão racional de seus atos, a busca de soluções práticas quanto a formas de pagar as dívidas, como o entendimento das emoções básicas não atendidas que resultaram em compulsão. Muitas vezes há fortes eventos na história de vida deste compulsivo que colaboraram na instalação do sintoma, mas muitas vezes os eventos não são tão óbvios assim. Informações disfuncionais absorvidas ao longo da vida em doses imperceptíveis, podem ter fortes influencias.

Tem cura para a compulsão ou isso sempre volta?
Comumente volta sim. É uma coisa que podemos dizer que é crônica. Algumas pessoas se recuperam, mas é sempre bom ficar atento, pois o caminho para superação é difícil, mas não impossível.


JOSELAINE GARCIA
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica 
Pós Graduada em Docência Universitária. 
Hipnóloga credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia, 
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa. 
Premiada Internacionalmente 
Consultório Psicológico em Cruz Alta – RS
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101 – centro.
Fone: (55) 99167-7928


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O DISCURSO DA SEPARAÇÃO AMOROSA.

Um dos sentimentos mais comuns depois de uma separação amorosa é a enorme curiosidade em relação ao destino do outro. Mesmo o parceiro que tomou a iniciativa fará de tudo para saber como o abandonado está passando. Esse interesse raras vezes resulta de uma genuína solidariedade. Decorre, na maioria dos casos, de uma situação ambivalente que lembra o mecanismo da gangorra. Por um lado, ver o sofrimento de uma pessoa tão íntima nos deixa tristes; por outro, satisfaz a vaidade. Num certo sentido, é gratificante saber que o ex-companheiro vive mal longe de nós e teve prejuízos com a separação. Esse aspecto menos nobre da personalidade humana, infelizmente, costuma predominar.

Se o outro está se recuperando com rapidez, se busca novas companhias, mostrando-se à vontade na condição de descasado, ficamos surpresos e deprimidos. Percebemos que não somos tão indispensáveis quanto pensávamos. Nosso orgulho, então, é atingido, pois precisamos nos sentir importantes, precisamos saber que nossa ausência provoca dor. Se o outro estiver feliz, duvidamos de nós mesmos e isso é desgastante. “Como é possível que alguém se ajeite na vida mais rapidamente do que eu?”, indagamos, e a certeza de que semelhante absurdo aconteceu nos deixa tristes. Muitas pessoas confundem essa tristeza com amor. Será que ainda estamos apaixonados? Será que a separação foi precipitada? Pode até ser. Mas o ingrediente principal de nossas emoções é a vaidade, o orgulho ferido. Às vezes, procuramos disfarçar esse sentimento menos nobre, escondendo-o por trás de uma inesperada dor de amor. É uma forma de negar pensamentos que não gostaríamos de ter.

Logicamente o processo é mais acentuado, pelo menos no início, quando não tomamos a iniciativa da separação. Nesse caso, a “sede de vingança” costuma ser explícita. Torcemos para que o outro só tenha relações afetivas desastrosas. Desejamos até mesmo sua ruína profissional. O objetivo dessa atitude é resgatar a autoestima. O fato de tudo dar errado para o ex-parceiro será a prova definitiva da influência positiva que exercíamos em sua vida. Sua felicidade, ao contrário, nos diminuirá. É como se, a partir da separação, fosse necessário encontrar o culpado pelo fracasso do relacionamento.

No entanto, esse mecanismo de comparação também é forte naqueles que decidiram se separar porque se apaixonaram por outra pessoa. Aí, entra em jogo outro tipo de vingança. Se alguém se sentiu, ao longo dos anos em comum, agredido, humilhado, rejeitado, agora é o momento de inverter a situação e sem nenhum esforço: apenas esperando que o destino faça justiça e o opressor se transforme em oprimido.

Não adianta pensar que nunca teremos pensamentos tão mesquinhos. Todos nós, em certas circunstâncias, estamos sujeitos a emoções que consideramos negativas e indignas. Elas se misturam com as mais nobres e formam uma amálgama extremamente complexa.

Amor, orgulho ferido, desejo de vingança… É difícil avaliar o peso de cada um desses ingredientes. Aliás, a diversificação de sentimentos também está presente durante a vida conjugal, quando um dos parceiros se recusa a agradar o outro apenas para não se sentir subjugado e diminuído. A rejeição sexual, por exemplo, pode ser vingada com a humilhação financeira ou vice-versa.

Na hora do divórcio, todos esses processos se exacerbam. Eles geram a gangorra: quando a autoestima de um sobe, desce a do outro. Não basta ser feliz; é preciso que o outro não o seja. A gangorra pode perdurar por vários anos e até mesmo pela vida toda.

Fonte: Flávio Gikovate (http://flaviogikovate.com.br - 16 de março de 2015)

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433
Psicóloga Clínica
Especialista em Hipnose Condicionativa
Especialista em Hipnoterapia  cognitiva
Pós graduada  em Docência Universitária

Membro do Latin American Quality Institute

 Psicóloga premiada internacionalmente

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