terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

🍟🍔 Você come e depois sente culpa?


🍟🍔 Se você come e depois sente culpa … Eu quero que você saiba uma coisa:
* Você não é fraca.
* Você está sobrecarregada emocionalmente.

🚨 A compulsão alimentar costuma ser uma tentativa de aliviar algo que dói por dentro.
Ansiedade.
Solidão.
Excesso de cobrança.
Histórias que nunca foram elaboradas.

🍔 A comida vira conforto temporário porque a dor nunca foi escutada.

Na psicoterapia associada à Hipnose Clínica, trabalhamos com cuidado e técnica para acessar esses padrões inconscientes e ressignificar o que mantém o ciclo ativo.

🍟 Não é sobre proibir comida.

👉🏻 É sobre devolver equilíbrio emocional.
Você merece tratamento.
Não julgamento.

Se esse texto falou com você,
comente “EU PRECISO”
ou me chame no direct com a palavra CUIDAR. 😉

Eu não trato sintomas.
Eu trato a causa.

Viva Melhor, você merece ser feliz! 😃

Dra. JOSELAINE GARCIA 
Psicóloga Clínica, especialista em hipnose clínica
🥰 Mais de 15 anos transformando vidas 
🏅Mais de 30 prêmios recebidos no Brasil e no exterior 

📍Atende em Cruz Alta, somente presencial. 
📲 Chama no WhatsApp 55.99167-7928, marca sua consulta e dê início ao seu processo de transformação 

Você Sorri em público, mas chora no banho?

Sorri em público, mas chora no banho.
Você acorda exausta(o), Irritada(o) sem motivo. Explode com quem ama, depois sente culpa.

Traumas não resolvidos.
Relações onde você sempre foi a(o) forte.
Pressão para dar conta de tudo.
Silêncios que você engoliu por anos.

Se você não tratar agora, o preço vem assim:

• Ansiedade que paralisa
• Depressão que mata
• Compulsões
• Auto sabotagem que te destrói
• Relacionamentos tóxicos repetidos
• Famílias que se terminam

• Doenças psicossomáticas
• Insônia
• Exaustão emocional
• tristeza profunda,  angústia,  cansaço extremo, falta de energia ....

Então  ...
Você pode continuar sobrevivendo.
Ou pode decidir viver!

Eu trabalho com:
✔ Psicanálise – para acessar a raiz do conflito
✔ Psicoterapia breve – para resultados estruturados
✔ Terapia centrada na pessoa – para reconstrução emocional
✔ Hipnose Clínica Contemporânea – para acessar diretamente o inconsciente e reprogramar padrões emocionais que você sozinha(o) não consegue romper

Se você já tentou “ser forte” sozinha(o) e não funcionou…
Talvez não seja força que você precise.

Eu não trato sintomas.
Eu trato a causa.

Viva Melhor, você merece ser feliz!  😃

Dra. JOSELAINE GARCIA
Psicóloga Clínica,  especialista em hipnose clínica
🥰 Mais de 15 anos transformando vidas
🏅Mais de 30 prêmios recebidos no Brasil e no exterior
📍Atende em Cruz Alta,  somente presencial.
📲 Chama no WhatsApp 55.99167-7928, marca sua consulta e dê início ao seu processo de transformação 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Quando uma mulher desperta, nada mais a silencia

🌹 A mulher que decide se curar, rompe gerações inteiras de silêncio. 🌹
A Hipnose Clínica associada à Psicoterapia é uma das abordagens mais profundas e rápidas para o empoderamento feminino porque trabalha a mente consciente e o inconsciente ao mesmo tempo.

Ela ajuda a quebrar padrões que limitam:

• insegurança
• medo de se posicionar
• culpa
• autocobrança
• dependência emocional
• sensação de não merecimento
Quando essas raízes mudam, a mulher muda.
E quando a mulher muda… tudo ao redor acompanha.
✨ Quando uma mulher desperta, nada mais a silencia. 

Se você sente que chegou a sua hora de despertar, me envie uma mensagem.
Vamos iniciar seu processo de cura e fortalecimento emocional.
WhatsApp 55.99167-7928

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#psicoterapia
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#curaemocional
#depressão
#ansiedade 

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

PSICOTERAPIA + HIPNOSE CLÍNICA


Em CRUZ ALTA-RS - 
💫PSICOTERAPIA + HIPNOSE CLÍNICA

JOSELAINE GARCIA 
Psicóloga e Hipnóloga Clínica 
👉 Mais de 15 anos transformando dores em recomeços.
👉 Mais de 30 prêmios reconhecendo um trabalho que vai além da técnica — toca a alma

📍Atendimento particular, presencial e personalizado.
Porque o seu bem-estar não pode ser tratado de forma genérica.

🔗 Agende sua sessão 
📲 (55) 9.9167.7928 e sinta a diferença entre ser ouvido e ser realmente compreendido.

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quarta-feira, 26 de maio de 2021

DEPRESSÃO MASCULINA

 


A DEPRESSÃO MASCULINA é uma arapuca quase invisível, Os homens sofrem tanto de depressão quanto as mulheres, mas para eles é mais difícil aceitar a angústia.

A depressão tem, na maioria das vezes, como primeiro sintoma, uma tristeza sem fim e até este sinal, os homens habituam disfarçar, pois para o homem a tristeza é feminina e, então, eles a convertem numa raiva e irritação crônica.

A depressão amplia para mais que o dobro de chances do homem desenvolver doenças cardíacas, câncer, diabetes e outras doenças, além de provocar um envelhecimento masculino mais acelerado e deficiência de testosterona.

 SINTOMAS mais comuns da depressão masculina

• Irritabilidade

• Agressividade

• Dores de cabeça e estomacais.

• Isolamento

• Frustração

• Embotamento emocional (dificuldade em expressar emoções e sentimentos)

• Falta de interesse por afetos (filhos, amigos, mulheres)

• Falta de interesse pelo trabalho

• Apatia geral

• Perda da libido

• Alteração do apetite (para mais ou para menos)

• Insônia ou Hipersonia

• Cansaço geral

• Consumo de álcool e droga

 TRATAMENTO:

 A depressão em homens tem elementos particulares e específicos e existe a necessidade de tratá-la de forma diferente.

Nos casos mais leves (quando tratados no inicio), a psicoterapia é o tratamento indicado, já nos casos graves recomenda-se o uso de medicamentos associados à psicoterapia.

Atualmente sessões de psicoterapia agregado a hipnoterapia (Hipnose Clínica) têm apresentado ótimos resultados, no tratamento de depressão, diminuindo assim o tempo de tratamento. O método começa a figurar entre o arsenal de recursos oferecidos por instituições de renome no mundo

.𝗖𝘂𝗶𝗱𝗲-𝘀𝗲 𝗳𝗮𝗰̧𝗮 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗹𝗼𝗴𝗼!

 Eu posso te ajudar!

 55.9.9167.7928

 

Joselaine Garcia

Psicóloga Clínica

Especialista em Hipnose Clínica

Especialista em terapia de casal

Especialista em Docência Universitária

Premiada internacionalmente

 

domingo, 24 de maio de 2020

TRANSTORNO ALIMENTAR


Veja como identificar, os três transtornos alimentares mais conhecidos.



ANOREXIA 
A pessoa começa a restringir o consumo de alimentos que considera muito calórico e esses cortes ficam cada vez maiores. Ao mesmo tempo, distorcem a própria imagem corporal e continuam a achar que estão gordos.  Trata-se de uma condição mental com a mais alta taxa de mortalidade, pois provoca uma perda de peso muito rápida.

BULIMIA  ... Outro quadro bastante conhecido. Ao contrário do que se pensa, os acometidos por ela não são magérrimos. Muitos ficam constantemente acima do peso e se incomodam bastante com esse fato.

Na bulimia, há dois momentos: primeiro, um exagero no consumo de determinados produtos. Na sequência, o sujeito se sente culpado por ter ingerido tudo aquilo e encontra alguma maneira de expurgar aquelas calorias.

O método mais utilizado para eliminar esse excesso costuma ser a indução do vômito. Mas existem outras maneiras encontradas para fazer essa compensação. Há quem tome remédios, como laxantes e diuréticos, enquanto outros apostam em exercícios físicos extenuantes. Essas ações geralmente são feitas sem que familiares e amigos saibam.

COMPULSÃO ALIMENTAR
Ao lado de anorexia e bulimia, a compulsão alimentar faz parte da tríade clássica dos transtornos alimentares. Nela, a questão é o exagero mesmo: a pessoa devora uma quantidade enorme de comida. 

Aqui, não acontece nenhuma tentativa para eliminar esses alimentos, como vômitos ou remédios. Esses ataques súbitos de gulodice são motivados por dilemas emocionais, como ansiedade e estresse. “Falamos de um problema grave de saúde pública, pois muitos dos portadores desenvolvem obesidade grave.

É importante diferenciar também episódios isolados de algo mais crônico e preocupante: exagerar vez ou outra no rodízio de pizzas ou na churrascaria não é reflexo de uma doença psiquiátrica

 _____________________________________________
Referencia Bibliográfica
Congresso Brasileiro de Psiquiatria (CBP)
Revista Veja




Joselaine Garcia
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clinica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Premiada Internacionalmente
CRP 07.18433

Consultório em Cruz Alta - RS, Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101 Centro
Fone (55) 9.9167-7928

domingo, 12 de abril de 2020

PANDEMIA E ISOLAMENTO: A NEGAÇÃO FAZ PARTE DO COMPORTAMENTO DE MUITAS PESSOAS

1- Como fazer para convencer as pessoas a permanecerem em casa?

Primeiro precisamos compreender que situações que chocam que alteram nossa rotina, que trazem um impacto a vida do sujeito é comum que diversas reações e sentimentos como o de negação (emocional), raiva, não aceitação, resistência, medo, pânico e histeria se façam presentes. 
A negação é um mecanismo de defesa inconsciente e até certo ponto normal no início, permitindo que a mente possa elaborar e se adaptar. Pouco a pouco esse mecanismo de defesa vai perdendo a sua eficácia deixando a dor emocional oculta ascender à superfície. A partir do momento que não podemos negar temos que aceitar, e seguimos para o enfrentamento.
Já o medo, pânico e ansiedade essas reações estão sendo mostradas através do que as pessoas estão fazendo nos supermercados, farmácias etc. comprando excessivamente. Isso nos demonstra o quanto está afetando o emocional das pessoas frente à Quarentena. O medo do pior, do que não se sabe, do vírus desconhecido, da morte.

Agora que sabemos um pouco do que perpassa nestas situações, podemos compreender e compreendendo podemos ter mais empatia para lidar com a situação.
É um momento delicado e cada pessoa reage de uma maneira, mas a primeira coisa neste momento é que não sejamos impositivos, quando impomos algo a alguém a primeira reação é a resistência, é preciso falar sempre usando o “NÓS”, (nós precisamos ficar em casa, nós precisamos fazer nossa parte), sempre se colocando junto na situação.

2- Quais os estímulos necessários para isso?

É preciso buscar aquilo que dá prazer e acalma, aproveite o momento para pensar no que você gosta, mas não faz, coisas que você deixava de fazer por falta de tempo.
Vamos pensar juntos: A gente sempre reclama que não tem tempo para fazer as coisas, para ler, para fazer exercício, para falar com amigos. Podemos aproveitar este momento para isso.  Vamos utilizar a tecnologia a nosso favor neste momento e conversar com as pessoas pela internet, watssap etc. assistir vídeos. Aproveitar esse momento para ouvir as músicas que você gosta, mas nunca pode parar para curtir. Assistir filmes, séries, assistir conteúdos que te faz pensar e/ou rir. 
É um período excelente para se preparar para aprender novas coisas. Aproveite esse momento para se (RE)inventar, se (RE)conhecer e (RE)adaptar.

3- De que forma as conversas virtuais, exercícios físicos, tarefas da casa auxiliam no passar do tempo das pessoas isoladas em suas casas?

 A oferta ou sugestão de atividades de entretenimento permitem o melhor manejo do estresse e da ansiedade do confinamento. Como exemplo, a permissão do uso de telefone celular, ou outro meio eletrônico, deve ser considerada como necessidade básica e não artigo de luxo, assim como o contato por meios de comunicação com familiares e/ou afetos. 

(Entrevista, na íntegra, concedida ao Jornal DiárioSerrano.)

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista  em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

AS AULAS RECOMEÇARAM! É HORA DE RETOMAR A ROTINA!


Volta às aulas é motivo de felicidade, é hora de rever os amigos e contar as novidades: ... mas sempre resta aquele sentimento de tristeza porque as férias acabaram.
Nada mais de festas todo final de semana, encontros diários com amigos e poder dormir e acordar a hora que quiser. As férias vão passando e quando nos damos conta, as aulas já começaram.
Depois de alguns dias de descanso, é natural que você demore um pouco para voltar ao ritmo normal de estudo e fique disperso, desatento e mais lento.


Pois bem, chega de reclamar! É hora de parar e pensar a melhor maneira de se preparar para o ano letivo que está iniciando!

Veja 4 passos para organizar a rotina na volta às aulas

1.         Comece dando “uma geral no seu quarto”. Coloque fora papéis usados que não irá mais precisar, separe nas prateleiras os materiais, coloque etiquetas nas pastas, separando materiais de cada disciplina diferente e providencie um mural para colocar os horários das aulas, dias de provas e compromissos que não poderá esquecer!
2.         Aprenda a administrar seu tempo para que consiga realizar tanto as atividades prazerosas quanto cumprir as obrigações relacionadas à escola. Fazer uma tabela com seus horários e separar a hora de estudo da hora do lazer em frente ao computador, é uma idéia!
3.         Programe-se para não deixar tarefas para a última hora. A melhor saída é ir organizando-se aos poucos com relação a como estudar ao longo do ano: com calma e sem pressões, fica mais fácil aprender e estudar.
4.         Não espere as aulas ganharem ritmo acelerado para se organizar. Comece, desde já, a mexer no material diariamente e a dar uma “espiadinha” nos conteúdos que vai aprendendo. Assim, você já entra no ritmo das aulas e quando as provas começarem você já estará preparado!
Seguindo essas dicas, o ano certamente vai correr bem, vai sobrar tempo para o lazer, para o computador, para ir na casa dos amigos e não será preciso passar pelo “aperto” do final do ano passado, lembra?



Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista  em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente

Membro do Latin American Quality Institute

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

VOCÊ COSTUMA BELISCAR A PELE DO ROSTO?


CUIDADO, você pode estar sofrendo de uma psicopatologia chamada Skin Picking, também conhecida como Dermatillomania.

Pessoas que têm compulsão por beliscar o rosto examinam-se no espelho por longas horas



DERMATILLOMANIA: consiste em Tocar, Coçar, Cutucar, Arranhar, Furar, Escoriar determinadas regiões da pele, de modo tão intensivo ou repetitivo que acaba provocando o aparecimento de feridas cicatrizes, descolorações na pele.

"Não, eu não tenho acne, câncer, AIDS, um "mal habito", uma doença infecciosa e eu não uso drogas. Eu cutuco a minha pele e isso é um distúrbio real." (fala de um Skin Picking ou Dermatillomaniaco)

“Nós machucamos nossa pele para reduzir a ansiedade, mas ficamos ainda mais ansiosos por causa das visíveis marcas que criamos daí voltamos a machucar para reduzir essa ansiedade, criando um circulo vicioso.”(fala de um Skin Picking ou Dermatillomaniaco)

O ato de beliscar o rosto constantemente também conhecido por dermatillomania é considerado um transtorno do controle do impulso, mas também pode ser pensado como um tipo de transtorno obsessivo compulsivo (TOC) na medida em que ambos envolvem “engajamento em comportamentos repetitivos, com diminuição do controle” e também de modo geral diminuir a ansiedade.

Dermatillomania pode causar sensação de intensa culpa e vergonha nos indivíduos que possuem esta doença, e isso aumenta muito o risco de danos em si.

Como uma desordem do controle de impulso. Indivíduos com o problema não sabem que estão beliscando sua pele, é um ato completamente inconsciente. Eles fazem isso, normalmente, por três MOTIVOS: porque o ato de beliscar a pele tem efeito relaxante, porque eles têm necessidade de estímulo ou porque são perfeccionistas. Existem duas formas de TRATAMENTO: MEDICAÇÃO E PSICOTERAPIA.

Na Psicoterapia várias técnicas podem ser utilizadas para tratar a compulsão de beliscar a pele, dentre as técnicas podemos citar: A técnica de terapia reversa, o auto-monitoramento, a terapia de controle de estímulos e hipnoterapia (Hipnose Clínica) podem ser usadas.

 Joselaine Garcia
CRP/RS 18.433

Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Hipnoterapeuta  Condicionativa
Hipnoterapeuta   Cognitiva
Especialista em Docência Universitária

Credenciada ao Instituto Brasileiro de Hipnologia
Membro da Sociedade Ibero-Americana de Hipnose Condicionativa
Membro do Latin American Quality Institute

  Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA EM CRUZ ALTA RS,
Rua Barão do Rio Branco 1701, sala 101  l  Fone : 55.9167-7928


domingo, 16 de fevereiro de 2020

O AMOR ROMÂNTICO COMEÇA A SAIR DE CENA



A fusão proposta pelo amor romântico é extremamente sedutora. A grande maioria das pessoas acredita que não há remédio melhor para o nosso desamparo do que a sensação de nos completarmos na relação com outra pessoa. Entretanto, nesta primeira década do século XXI, com tantas opções de vida, o que homens e mulheres mais desejam: estabilidade nas relações amorosas ou liberdade? Vivemos um período de grandes transformações no mundo, e, no que diz respeito ao amor, o dilema atual parece se situar entre o desejo de simbiose com o parceiro e o desejo de liberdade.

Elisabeth Badinter, em (Um é o outro, Nova Fronteira, 1986.) apresenta nosso triplo desafio: conciliar o amor por si próprio e o amor pelo outro; negociar nossos dois desejos — de simbiose e de liberdade —; adaptar, enfim, nossa dualidade à do nosso parceiro, tentando constantemente ajustar nossas evoluções recíprocas. O peso do indivíduo coloca o casal em xeque. A duração da relação passa a ser um ideal e não mais uma obrigação

"Novos mundos, novos sujeitos, novas emoções. No momento, estamos, pouco a pouco, aceitando que a experiência amorosa é fugaz e seu destino é a provisoriedade. Resta saber, portanto, para onde vai migrar a vontade de ir além do bom senso, o desafio de realizar o impossível ou o ímpeto de vencer a brevidade, em matéria de felicidade emocional. O amor romântico encarnava essas promessas. Em sua ausência, quem ou o que vai se ocupar do sentido da vida de cada dia ou da fantasia da redenção afetiva? Ainda o mesmo amor? Outras formas de amar? Ou outras maneiras de criar um mundo emocional sem a onipresença do romantismo? Difícil de responder; impossível não querer responder; a cada um a tarefa de procurar responder"

Fonte Bibliográfica:

Lins, Regina Navarro, 1948-
A cama na varanda: arejando nossas idéias a respeito de amor e sexo: novas tendências / Regina Navarro Lins. - Ed. rev. e ampliada. - Rio de Janeiro: BestSeller, 2007, pg 330.


Psicóloga Joselaine Garcia

CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
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“O excesso de alguma coisa é a falta de alguma coisa.”


Mas o que estará faltando? 

  A obesidade em questão



Há um ditado árabe que diz que “o excesso de alguma coisa é a falta de alguma coisa”. Já Aristóteles assinalava que a virtude está no meio, entre dois extremos, um por falta e outro por excesso. Em se tratando de obesidade, o excesso é evidente, mas o que poderia estar faltando?

A obesidade deixou de ser vista apenas como uma questão estética e passou a ser considerada como doença crônica, como um problema de saúde, envolvendo dificuldades muito grandes para o sucesso de seu tratamento.

Os pacientes muitas vezes conseguem emagrecer, mas a dificuldade maior não é apenas o emagrecimento em si, mas a manutenção do peso após o emagrecimento, ocorrendo freqüentemente o que costuma ser chamado de “efeito iôiô” ou “efeito sanfona”

Assim, o tratamento da pessoa obesa é particularmente complexo, requerendo uma abordagem multidisciplinar que envolve médicos de diferentes especialidades como: endocrinologista, cirurgião especializado em cirurgia bariátrica, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras. (Dependendo muito do grau da obesidade)

Winnicott (1936) observa que “voracidade é uma palavra com um significado bastante preciso, fazendo com que se junte o psíquico e o físico, amor e ódio, o que é aceitável e o que não é aceitável para o ego” (p. 111). Pereira (1985) diz que os pacientes por ela observados apresentavam uma estrutura psíquica predominantemente narcísica, com algumas das características das perturbações narcísicas de personalidade, como um frágil sentimento de identidade, com a conseqüente acentuada vulnerabilidade do sentimento de auto-estima. Em suas histórias de vida, expressavam graves lesões narcísicas e sérias perturbações no relacionamento com a figura materna. No entender da autora, o material inconsciente desses pacientes quase sempre expressa o sentimento de que não são queridos, de que precisam mostrar-se sempre de acordo com os demais, em detrimento de seus próprios valores ou opiniões, o que lhes dá a sensação de serem pouco reais. Tende a permanecer dentro deles um acentuado sentimento de vazio e de falta de completude, mesmo que não estejam sós. Qualquer alteração mais ou menos acentuada no esquema corporal e na representação que têm de seu próprio corpo no psiquismo pode acarretar sérios transtornos no sentimento de identidade. Ingestão repetida de alimento pode estar relacionada à necessidade de evitar o sentimento de desintegração.

Essas defesas se organizam de forma a que a pessoa alcance um equilíbrio psíquico, ainda que (muito) patológico, e alterá-las representa uma ameaça de desmoronamento psíquico, o que mobiliza muita angústia. A obesidade parece compor com esse esquema defensivo rígido e parece implicar inúmeras funções no psiquismo do sujeito.
Emagrecer pode, assim, representar uma grande ameaça, assim não conseguem perder peso, ou perdem e recuperam, ou perdem e estacionam, nas patologias do vazio, evita-se a realidade interna, tida como insuportável, e mantêm-se as estratégias defensivas empregadas. O corpo passa a ser sede e testemunha das emoções e do pensamento.

A compulsão repetitiva busca um renascimento psíquico, que acaba não se dando pela inexistência de um bom encontro, o qual entendemos não depender apenas do objeto, mas também das projeções que se dão sobre ele, tais como expectativas de preenchimento impossíveis de se realizarem, reeditando-se assim a frustração e o vazio.

Há um buraco sem fundo a ser preenchido, um buraco devido à falta de sentido das experiências vividas, que, por sua vez, decorre da restrita capacidade de simbolização, e que se busca preencher com “coisas”, como comida, bebida, drogas, compras etc.

Cabe lembrar que a adição está presente, por diferentes vias, como a adição a drogas, as neo-sexualidades, a promiscuidade, os distúrbios alimentares (bulimia, anorexia, obesidade), os transtornos psicossomáticos etc.


Dessa forma, vemos como é difícil para o obeso fazer reparações.

Assim sendo, é imprescindível a psicoterapia para resultado satisfatório, hoje podemos contar, também, com a Hipnose Clínica no tratamento, trazendo excelentes resultados.


Psicóloga Joselaine Garcia

CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

MITOS SOBRE A HIPNOSE CLÍNICA



Hipnose é Magia?
MITO - Embora pareça mágico ou miraculoso o trabalho da hipnoterapia, ela não o é!
É uma terapia que não tem nada de místico, religioso ou espiritual.
Pelo contrário, seu foco é o cérebro, o cérebro que todo mundo tem, mas que não sabe usar corretamente ou plenamente.
Talvez este seja o verdadeiro problema: não é porque você desconhece como usar a ferramenta que ela não funcione!

Hipnose é Controle da Mente?
MITO - A hipnose NÃO é o controle da mente do indivíduo, como se fosse possível eu tirar seu livre-arbítrio ou jogar fora sua moral!
Na verdade, a hipnose é o controle da mente feito pela própria pessoa, e não pelo terapeuta. É A PESSOA QUE DECIDE O QUÃO FUNDO IRÁ, E QUAL A INTENSIDADE DA TERAPIA. Se ela realmente quer a solução do seu problema, ela fará essa escolha. A função de terapeuta é apenas auxiliar a pessoa nesse caminho.

Hipnose é Relaxamento?
MITO - É muito comum circular na internet anúncios de hipnose como áudios de relaxamento. Embora o estado hipnótico seja percebido como um de relaxamento muito profundo, simplesmente relaxar não o ajudará em nada.
Para fins terapêuticos, é importante uma intenção e uma técnica certa, pois, do contrário, será inútil.

Hipnose é Ocultismo?
MITO - É muito comum as pessoas associarem o trabalho da hipnose ao ocultismo.
Talvez, isso aconteça porque a hipnose ainda seja vista como algo “oriental”, “estranho” ou “do além”.
Na verdade, a hipnose é puramente um estado super concentrado da sua mente, estado esse que você experiência dezenas de vezes durante o dia, sem perceber!

Exemplo: quando você entra no carro e nem percebe o caminho de casa; quando o filme está nos momentos decisivos e você não se dá conta de alguém chamando por seu nome; etc.

 “Eu não sou Hipnotizável”
MITO - De acordo como Gerald Kein, um dos maiores e mais importantes hipnoterapeutas da era atual, só existem duas pessoas que não entram em hipnose: aquela que não quer e aquela que tem medo.
Algumas outras podem não entrar muito facilmente ou demorar mais (o que também é uma minoria), mas em geral, todos entram muito rápido e facilmente, pois, como já foi dito, o cérebro humano entra neste estado todos os dias, várias vezes, pois faz parte da evolução da vida – o cérebro precisa economizar “bateria”.

Hipnose muda o Cérebro?
MITO - NÃOapenas ajuda na mudança dos padrões de pensamento.

Por exemplo, uma pessoa que acredita que não merece ser feliz, provavelmente terá inúmeras razões e desculpas para reforçar e manter esta crença infeliz.
No processo de hipnoterapia, ela poderá perceber que este é um pensamento que, um dia, no passado, foi tão marcante que se tornou uma lei para ela.
Assim, a hipnoterapia será a oportunidade de mudar o significado daquela experiência e com isto, retornar ao momento presente com novas idéias.

Afinal, o que é a Hipnose?
Hipnose é uma maneira linda, rápida e indolor de ajudar na solução dos problemas, a viver melhor, a viver sem dor, sem culpa, sem raiva.
A hipnose é utilizada para despertar o seu verdadeiro poder de transformação.
O tratamento feito pela hipnose não é perigoso ou invasivo, e você não falará coisas “secretas”, ou fará coisas que vão contra a sua moral e ética.

Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
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CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
General Câmara 630, sala 302, edifício UNIQUE | Fone : 55.99167-7928
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DIFERENÇA DA HIPNOSE DE PALCO DA HIPNOSE CLÍNICA


               Você já deve ter visto em algum programa de televisão, cenas em que o hipnotizador balança um pêndulo em frente ao olhar do paciente, para hipnotiza-lo. Depois de alguns minutos, a pessoa fica totalmente sugestionado a cumprir as regras determinadas pelo hipnotizador, fazendo um verdadeiro espetáculo para a platéia. Esse tipo de hipnose é chamada hipnose de palco, e quase nada tem a ver com a hipnose realizada em consultório, conhecida como hipnose clínica.



As técnicas têm, em comum, o princípio de relaxamento e do transe, mas esqueça a idéia de que na hipnose clínica o paciente ficará insconsciente e a mercê do hipnólogo. No consultório, o paciente é convidado a entrar em um estado de relaxamento profundo, por meio de técnicas que podem variar para cada pessoa, e a abrir sua mente para novos sugestionamentos em relação a assuntos que trazem desconforto e traumas.

Se na hipnose de palco o hipnotizador usa técnicas que misturam hipnose e ilusionismo, no consultório o profissional só está preocupado em ajudar o paciente a vencer seus medos e angústias, sejam eles quais forem. A técnica permite que o paciente se mantenha acordado ao longo do processo, porém livre de preconceitos e com a mente aberta a novas sugestões que serão dadas pelo hipnólogo.

Quando aplicada por um profissional apto, a hipnose clínica não oferece qualquer tipo de perigo ao paciente, e os resultados costumam ser rápidos e certeiros. Ninguém será sugestionado a fazer algo que não deseja, muito menos a cumprir regras arbitrárias que não tenham envolvimento com o tratamento ao qual o paciente se propõe.

Mais do que promover shows, A HIPNOSE CLÍNICA É UMA FERRAMENTA MUITO EFICAZ NO TRATAMENTO DE DIVERSAS CONDIÇÕES, como, TRAUMAS, DEPRESSÃO, ANSIEDADE e FOBIAS.




Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista  em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente

Membro do Latin American Quality Institute

   B L O G U E I R A -    Blog: http://joselainegarcia.blogspot.com.br/

Colabora regularmente com a imprensa escrita, rádio e televisão.

Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA 
Rua General Câmara 630, sala 302 | Fone : 55.99167-7928
CRUZ ALTA RS,

NEUROCIÊNCIA e HIPNOSE: O lado sério da Hipnose

Neurociência aplicada a terapia


A Neurociência por trás da Hipnose. 

Novos avanços no campo da Neurociência estão ocorrendo muito rapidamente, desafiando e até mesmo contradizendo as suposições anteriormente assumidas.

A maior parte das pesquisas centra-se no conceito de neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se reestruturar por meio da formação de novas conexões neurais devido à estimulação ambiental, comportamental ou neural.

A fundamentação científica número um da hipnose é a neuroplasticidade. 

A plasticidade cerebral é a capacidade de modificação do tipo, forma, função e número das sinapses que envolvem os circuitos cerebrais na raiz da experiência, ou seja, as alterações produzidas no ambiente, no organismo ou causadas por lesões.

Uma doença de neuroplasticidade usando uma metáfora, a hipnose seria uma “ponte levadiça” que ao baixar, permite que acesse o inconsciente e obtenha uma comunicação direta e efetiva com ele.

Uma vez acessado o inconsciente (já que se desligou o lado crítico da consciência), é possível compreender o funcionamento de seu próprio organismo, descobrindo os fatores que causam suas angústias, para depois aprender a controlá-las.

A neuroplasticidade possibilita que sejam feitas modificações sinápticas. 

Modificação sináptica é um processo no qual o sistema nervoso reforça certos caminhos e enfraquece outros, resultando em exclusivos padrões eletroquímicos.

Em outras palavras, podemos modificar procedimentos, ressignificar memórias, criar âncoras, etc.
Durante a hipnose, ocorre um aumento de liberação de proteínas para a massa branca do cérebro, onde encontra-se a camada da mielina, cuja principal função é fortalecer as sinapses. 

Ao diminuir a atividade das frequências cerebrais, o sistema límbico, através do hipotálamo, direciona o comando para o sistema nervoso parassimpático, onde enfatizará as faculdades de visualização, memória, atenção, aprendizagem, vontade, motivação, alegria e bem estar.

Em todas as atuações do sistema nervoso autônomo parassimpático – ativado durante a hipnose – ocorre um aumento do nível de energia do cérebro, ocorrendo um processo de interiorização (o input da fonte de informação muda a predominância do externo para o interno).

Quando alguém dá menos atenção para a informação que vem dos sentidos (exterior), mais atenção é dada para a informação interna, buscando na memória e nas camadas mais internas do inconsciente.
Nenhuma parte do cérebro é efetivamente desligada durante a hipnose. 

Ao invés disso, a conexão de certas áreas é modificada, com separações entre algumas delas e maior integração entre outras.

Dessa forma, a pesquisa afirma que o estado de hipnose representa um diferente estado de consciência, e não a falta dela.

A amígdala, durante a hipnose, permite que o sistema parassimpático seja ativado, produzindo uma tranquilidade em todo sistema límbico.

Estudos neurofisiológicos indicam efeitos mensuráveis e específicos da hipnose sobre áreas cerebrais e sistemas orgânicos.

A amígdala também é essencial para a interpretação e a expressão do componente emocional da linguagem, e por essa razão, pode ser ativada pelo tom emocional da sua sugestão.

Sob hipnose, há um reforço de energia (concentração) no sistema límbico; pelo fato desta energia ser positiva e encontrar-se em uma frequência de indução muito baixa, de relaxamento, o hipotálamo tende a frear todo mecanismo do organismo, ativando o sistema parassimpático cuja característica fisiológica é de manter a paz, a serenidade e tranquilidade no organismo.

Logo, os níveis de atenção, serão voltados para suas memórias através do hipocampo, para as emoções, medos e traumas através da amígdala e obterá o controle mais favorável delas através da ínsula.





Psicóloga Joselaine Garcia
CRP  07.18433
Psicóloga Clínica
Hipnóloga Clínica
Psicoterapeuta
Hipnoterapeuta
Especialista em Hipnose Cçínica
Especialista em Terapia de Casal
Especialista  em Docência Universitária
Premiada Internacionalmente

Membro do Latin American Quality Institute

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Psicóloga laureada com diversos prêmios: Internacional, Nacional e Estadual 

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